Em Brasília, secretário de Taques diz que é contra volta da CPMF
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Em Brasília, secretário de Taques diz que é contra volta da CPMF

Além de Mato Grosso, os estados de Goiás, Pernambuco, São Paulo, Paraná e Santa Catarina já avisaram a União que são contra medida

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Secretários de Fazenda do Brasil todo discutiram projeto da CPMF, que envolve uma alíquota de 0,38%, sendo 51% destinado para a União, 21,5% para os estados, 24,5% para os municípios e 3% para o desenvolvimento regional.

O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Paulo Brustolin, se posicionou firmemente contra a CPMF – conhecido como o imposto do cheque – durante reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), ontem (18), em Brasília. Brustolin reforçou que o governador Pedro Taques é contra a adoção de um novo imposto e que a posição do Estado é que a União deve trabalhar para reduzir a dívida pública.

Além de Mato Grosso, também se posicionaram contra a CPMF os estados de Goiás, Pernambuco, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Mesmo os estados que se mostraram favoráveis, criticaram o fato de a União querer fazer a distribuição para os estados após deduzir o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Os secretários de Fazenda de todo o país ou seus representantes analisaram hoje a proposta apresentada pelo deputado federal Júlio César, na qual a alíquota da CPMF é de 0,38%, sendo 51% para a União, 21,5% para os estados, 24,5% para os municípios e 3% para o desenvolvimento regional.

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique Oliveira, disse que a União apoia a proposta de distribuição que deixe os estados satisfeitos. Enfatizou, ainda, que o governo está disposto a participar das discussões e que existem vários critérios e não tem predileção por nenhum.

Em Brasília

O secretário de Fazenda Paulo Brustolin viajou a Brasília na última terça-feira (16), ao lado do secretário adjunto do Tesouro, Carlos Rocha, para cobrar da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) mais de R$ 1 bilhão do Programa Pró-Concreto para Mato Grosso. Ainda durante a viagem, foram ao Senado Federal para propor alterações à Lei Complementar 151/2015, que autoriza a transferência de até 70% do valor dos depósitos judiciais para o Tesouro do Estado.

Fonte: 24 HorasNews

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