Em discurso, “novo senador” de MT projeta sucesso de Fagundes e Medeiros...
Fullbanner1



Em discurso, “novo senador” de MT projeta sucesso de Fagundes e Medeiros nas eleições

Fonte: Da Redação NMT
SHARE
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Ex-prefeito de Cuiabá na década de 70 (1975/1979), ex-deputado estadual de Mato Grosso (1982/1986) e deputado federal constituinte pelo estado (eleito em 1986), além de ter cumprido mais dois mandatos na Câmara Federal nos anos 90, Manoel Antônio Rodrigues Palma (PR), assumiu oficialmente, depois de um longo tempo fora da vida pública, a cadeira de senador da República nesta quarta-feira (2). O republicano é segundo suplente do atual ministro, Blairo Maggi (PP) e ficará na Casa durante quatro meses, que foi o tempo requerido por Cidinho Santos (PR) para se ausentar.

Em seu primeiro discurso, o veterano elogiou os colegas de bancada, José Medeiros (Podemos) e Wellington Fagundes (PR), e sinalizou vitória nos projetos individuais de cada um. Enquanto Medeiros, que se elegeu suplente de Pedro Taques (PSDB), em 2010, busca a reeleição, Wellington já apresentou pré-candidatura para o Governo do Estado para as eleições de outubro. “Quem sabe ainda vamos vê-lo governador de Mato Grosso”, disse Rodrigues referindo-se ao correligionário, enquanto que encorajou Medeiros a ocupar o espaço de renovação política que o estado almeja, ao seu ver. “Disse ao Medeiros que quero que ele continue e seja candidato a senador. Mato Grosso tem um vazio muito grande”, apontou, referindo-se a lideranças.

Quanto a ter voltado a cena política depois de tanto tempo, Rodrigues Palma lembrou do ex-governador Garcia Neto, a quem teceu muitos elogios e o retratou como alguém que profetizou no passado o que seria Mato Grosso ao Brasil em um futuro próximo. “Assumir a vaga de senador pra mim é coroar uma vida pública (…) Garcia Neto falava de Mato Grosso como o “estado solução” e ninguém entendia. As pessoas se perguntavam: porque estado solução. E Mato Grosso está aí hoje com a maior produção nacional (…) Este estado solução se desenvolveu e está se desenvolvendo, mais pela iniciativa privada que pela atividade governamental (…) Hoje temos que fazer que essa riqueza que produzimos possa chegar a população. O povo precisa usufruir desta renda e o que entra nos cofres do estado precisa alcançar as pessoas”, disse, citando saúde, segurança pública e principalmente educação.