Duas operações integradas entre as forças de segurança pública – Polícia Militar,...
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Duas operações integradas entre as forças de segurança pública – Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil e Politec – com a Energisa, concessionária de energia elétrica, resultaram em 702 ocorrências de furtos de energia apenas nos municípios de Sorriso e Lucas do Rio Verde. Os conhecidos ‘gatos’, feitos desde pessoas de baixa renda até fazendeiros, representaram um prejuízo de de R$ 8,4 milhões. Com a operação, o Estado recuperou R$ 958,8 mil em ICMS, pois a concessionária já faturou a energia que havia sido furtada pelos consumidores. A Operação Sorriso 1 foi realizada de 14 a 16 de agosto, um mês após a assinatura do Termo de Cooperação entre a Energisa e Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Apenas em uma propriedade rural foi observado que o furto de energia atingiu R$ 1,015 milhão. Além da concessionária de energia, viaturas da PM, PJC e peritos da Politec chegaram na propriedade no período noturno e constataram que o proprietário ligava o ‘gato’ no período da noite. De 25 a 27 de setembro foi realizada a Operação Sorriso 2, onde foram constatadas mais fraudes nos relógios medidores em mais fazendas de grãos e em condomínios de alto padrão. Em uma das mansões, o proprietário pagava apenas R$ 180 de energia, embora a casa tivesse várias instalações de ar condicionado. Uma fazenda, até com praia artificial, furtou durante 6 meses R$ 1,018 milhão na conta de energia elétrica. Isso significa que cerca de R$ 400 mil em ICMS deixou de entrar na conta do estado. “Havia nano resistores. Há muita tecnologia empregada para furtar energia, mas com o apoio da Secretaria de Segurança Pública temos combatido a esta criminalidade. Foram realizadas 54 perícias in loco pela Politec o que ajudou a ter materialidade da fraude. O trabalho dos peritos tem sido muito importante, bem como da Polícia Civil e da Polícia Militar”, destacou o diretor técnico e comercial da Energisa, Amauri Damiance. Damiance esteve nesta quarta-feira (31.10) junto com o gerente de Combate à Perdas da Energisa, Sidney Tavares, para apresentar o balanço das operações ao secretário de Estado de Segurança Pública, Gustavo Garcia, e o secretário-executivo da Sesp, Luiz Gustavo Tarraf. A Energisa estima que anualmente a concessionária tem uma perda de R$ 260 milhões com os famosos ‘gatos’ e o Estado de Mato Grosso deixa de arrecadar R$ 50 milhões em ICMS, que poderia ser utilizado em benefícios à própria população. “Faremos esse trabalho integrado de forma continuada afim de combater esta modalidade de furto e levar essa ação para outras regionais e até o fim do ano mais ações devem ocorrer”, destacou o secretário de Segurança Pública, Gustavo Garcia. Além de furtar recursos públicos em impostos e deixar de pagar a conta de energia na integralidade, quem faz ‘gato’ ainda coloca em risco à própria família e vizinhos à riscos de incêndio e a choque elétrico com instalações malfeitas, pois nem todos tem acesso a pagar por fraudes no relógio com tamanha tecnologia vista durante as operações em Sorriso 1 e 2. O furto de energia é um crime previsto no artigo 155 do Código Penal, com previsão de pena de um a quatro anos de reclusão, além de pagamento de multa.

Fonte: Da Redação com PJC
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Assessoria | PJC-MT

Uma associação criminosa especializada em arrombamentos de agências bancárias, e atuante em diferentes estados brasileiros, incluindo Mato Grosso, foi identificada e desarticulada na quinta-feira (01.11). Quatro suspeitos foram presos na cidade de Dom Pedro, no Maranhão.

A ação foi realizada graças a força- tarefa mato-grossense, entre a Polícia Judiciária Civil, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO),  Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), em parceria com a Polícia Civil do Maranhão, através do Departamento de Combate ao Roubo as Instituições Financeiras.

Bruno de Lima, conhecido como “Boquinha”, Mateus Silva de Oliveira Moreira (esse com dois mandados de prisão em aberto), Erisvando Rodrigues da Silva Oliveira, e Francisco Silva de Oliveira, conhecido como “Pantica”, foram autuados em flagrante pelo crime de associação criminosa majorada e corrupção de menores.

Além dos envolvidos, os policiais civis apreenderam um adolescente de 16 anos, vários materiais usados para praticarem os arrombamentos de cofres e terminais eletrônicos, capa de colete balístico subtraída de agência bancária e um veículo utilizado nos crimes.

A associação vinha sendo investigada pela força-tarefa, formada pelos órgãos de Segurança Pública de Mato Grosso, que repassou informações que possibilitaram  a identificação dos integrantes e também as casas usadas por eles, na cidade de Dom Pedro (MA).

Diante dos levantamentos, os policiais conseguiram surpreender os acusados na manhã de quinta-feira (01). No momento da abordagem, Bruno de Lima apresentou documento falso. Ele também responderá pelo crime de falsa identificada.

O preso Mateus Silva de Oliveira Moreira possui dois mandados de prisão em aberto, decretados pela Justiça de Mato Grosso, pela prática de crimes similares.

As investigações apontam também que a associação é responsável pelo assalto ao Banco Bradesco de Santo Antônio dos Lopes (MA), ocorrido no dia 19 de outubro.

A Polícia Civil do Maranhão dará continuidade às investigações a fim de identificar e prender os demais envolvidos.

Força-tarefa

Nesta semana, outra associação criminosa investigada pela força-tarefa de Mato Grosso (PJC, PM, PF, PRF, Sejudh) foi presa em outro Estado Nordestino.

A quadrilha desarticulada agia em arrombamentos a agências bancárias e foi presa após cooperação entre a força-tarefa de MT e  a Polícia Civil de João Pessoa (PB). (http://www.pjc.mt.gov.br/noticia.php?id=18915#.W9wyU8TUz8k.whatsapp)