Derrotado em 2018, Galli atribui sucesso do PSL/MT a si e quer...
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Derrotado em 2018, Galli atribui sucesso do PSL/MT a si e quer Prefeitura de Cuiabá

Fonte: Da Redação NMT
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Parlamentar que não conseguiu se reeleger conta que sua postura foi fundamental para manter coligação que resultou em eleição de vários sociais-liberais. Foto: Reprodução/MidiaNews

O deputado federal, pastor e líder estadual do PSL, Victório Galli, apesar da derrota nas urnas, neste ano, parece não ter “abaixado o topete”, como se diz no interior. Na expectativa de decolar e passar dos 80 mil votos, em 2018, o evangélico acabou vendo o correligionário e produtor rural, Nelson Barbubo (PSL), conseguir ser o maior herdeiro do prestígio de Jair Bolsonaro (PSL), em Mato Grosso, algo que Galli perseguia, o que acabou o tirando da possibilidade de alcançar a reeleição.

Os quase, ou apenas (se comparada a Barbudo), 53 mil votos de Galli, porém, não serviram para frear a autoestima. Em entrevista à Rádio Capital, de Cuiabá, neste início da semana, ele garantiu que o PSL segue se estruturando para fazer bonito também em 2020, nas eleições municipais, e adiantou que ele próprio disputará a prefeitura cuiabana. A grande esperança, é claro, vincula-se a um apoio do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). O problema, no entanto, é saber se até lá Bolsonaro seguirá tendo toda essa força de agora e se vai se empenhar como o mato-grossense espera no pleito.

Ainda falando em primeira pessoa, falou rapidamente sobre as rusgas criadas com o ex-prefeito de Sorriso, Dilceu Rossato (PSL), que por muito tempo foi pré-candidato ao Governo do Estado, mas que acabou saindo do barco com a aliança costurada com o atual governador e derrotado na tentativa de se reeleger, Pedro Taques (PSDB). Após sair fazendo diversas e duras críticas a Galli e a senadora eleita, na época candidata, Selma Arruda (PSL), Rossato contribuiu para abalar as estruturas, sobretudo internas, do partido. Victório, se auto-elogia e diz que foi ele o responsável por manter a unidade.

“Quem fez toda negociata com Rossato foi a Selma. Então, essa fatura não é minha. Ele ficou depois com certa arranhura. Então eu tive que manter firme nesta coligação (com Taques) para dar resultado e realmente deu. Elegemos deputados e a senadora. O partido ficou realmente forte por causa da postura que eu tive. Se eu tivesse debandado seria muito mais difícil de eleger, principalmente os estaduais”, lembra Galli, que ironicamente não conseguiu também eleger o filho, Elias Galli (PSL), para Assembleia Legislativa.