Coronel se omite, prevarica e não impede baderneira na Santa Casa
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Coronel se omite, prevarica e não impede baderneira na Santa Casa

Fonte: Da Redação
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Foto - A TribunaMT

Fardado, o chefe do 4º Comando Regional, o tenente coronel Wilker Soares Sodré, participou do evento de lançamento do quinto andar e nova maternidade da Santa Casa, nesta semana, mas por alguns momentos parece que se esqueceu que é policial, ou então se esqueceu completamente do que fala o código penal brasileiro, que, por acaso, rege todo o seu trabalho. Uma militante de esquerda, desinformada e delinquente, apareceu no espaço e começou a gritar palavras ofensivas, passando para acusações criminosas e públicas contra uma autoridade ali presente, no caso o ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

A referida cidadã passou debaixo do nariz de Wilker, dá a volta atrás do oficial, conforme o vídeo abaixo atesta, e simplesmente sequer foi repreendida pela autoridade policial sobre a bagunça que fazia no espaço, que naquele exato momento não só era abusivo ao próprio Blairo, mas a todos que estavam ali, já que gritava compulsivamente. Além disso, atrapalhava propositalmente o trabalho da imprensa, haja vista que exatamente quando os microfones eram direcionados para a entrevista é que ela começava seu show particular. Precisou que o senador José Medeiros (PSD/MT), ex-policial rodoviário federal, se revoltasse com o absurdo da situação e solicitasse a várias pessoas a retirada da mulher. Quando a cidadã já estava dentro do elevador levado por um pequeno grupo, foi então que apareceu Wilker no fim da fila sem dizer uma palavra de ordem que seja ou qualquer ato para sanar a desordem.

Segundo as normas que regem o trabalho de um policial, deixar de prender alguém que pratica ilícito em sua frente pode fazer com que esse agente, que deveria proteger a lei, seja enquadrado exatamente em relação as mesmas acusações que a agressora verbal pode ser posta, como partícipe, ou seja responde solidariamente. Wilker prevaricou, fardado e viu a chance de por sua força policial para a proteção de uma autoridade, mas poderia ser uma pessoa comum, exposta a calúnia, injúria e difamação. No direito penal, isso chama-se crime omissivo impróprio ou comissivo por omissão.

A senhora em questão, que sequer merece que seja identificada sua identidade ou de que grupo de doentes ideológicos participa, referia-se a Maggi como “cocaleiro”, o que, em outras palavras, lhe aliava a um traficante de drogas. Além disso, ofendeu a mãe do ministro e o acusou de ser assassino. A tal mulher demonstra o típico perfil de militante raivoso e desinformado que não pode mais permanecer impune no Brasil. A liberdade de expressão é uma garantia constitucional, mas ela tem limites e quando é ofensivo a um outro cidadão isso passa a ser uma atitude fora da lei, passível de repreensão e punição.

Reforçando esclarecimento, a acusação desinformada da cidadã é baseada certamente no caso recente de um avião que foi abatido pela Força Aérea Brasileira – FAB e que em espaço aéreo mato-grossense foi interceptado e encontrado com mais de 500 quilos de cocaína. Em um primeiro momento, a informação era de que a aeronave teria decolado de uma das fazendas do Grupo Amaggi, mas posteriormente a própria FAB negou a informação, já que se tratava apenas de uma informação da boca do piloto, tecnicamente depois negada pela própria Força Aérea.

Nem na internet, conhecido território de “ninguém”, é mais possível dizer o que se quer, da maneira que se quer com a certeza da impunidade. Pessoalmente então, só se a própria parte ofendida decidir não buscar seus direitos ou quem deveria ser o agente protetor da lei, por algum motivo, decidir fazer vistas grossas.

 

 

Montreal