Consumo de carne bovina cai 30% e puxa queda de até 17,69%...
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Consumo de carne bovina cai 30% e puxa queda de até 17,69% em cortes de segunda

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Foto: Reprodução/Internet/Ilustração.

O consumo de carne bovina em Cuiabá retraiu entre 20% e 30% nos últimos meses, principalmente nos cortes considerados de segunda, após disparada de preço dos mesmos desde janeiro. Cortes, como o acém, caíram 17,69% em novembro no comparativo com outubro, o músculo 17,15% e o patinho 14,40%. Porém, os açougues afirmam que a tendência nos próximos dias é voltar a subir em decorrência as festas de final de ano.

Em médio o quilo da carne bovina em Cuiabá caiu 9,94% em novembro ante outubro. Recuo de R$ 20,79 para R$ 18,72, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

O acém registrou decréscimo de R$ 14,68 para uma média de R$ 12,08. O músculo de R$ 14,37 para R$ 11,91. O patinho que registrou e Já entre os cortes de primeira o contrafilé teve queda de 22,01% na variação mensal de R$ 26,93 para R$ 21,01 em média o quilo.

Segundo o gerente de projetos da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Fábio Silva, a baixa oferta de boi no mercado faz com que a carne no varejo suba. Em média Mato Grosso, conforme o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), são abatidos em 2015 aproximadamente 366,27 mil cabeças contra 460,16 mil cabeças de 2014. Os dados referem-se até agosto.

“Quando a carne ficou cara o consumidor migrou para outros cortes, no caso os cortes de segunda, o que fez com que estes subissem. A queda geral é decorrente a demanda, ou seja, ela havia subido, o que levou os preços a aumentarem e consequentemente com a retração da procura os preços caíram”, comentou Fábio Silva ao Agro Olhar, site cuiabano .

Em três meses a procura pela carne bovina, revela o auxiliar administrativo de um açougue em Cuiabá, Natan Viana, caiu entre 20% e 30%, enquanto a da carne suína e de frango cresceu entorno de 20%. “Chegamos a fazer até duas vezes promoções na semana. Os preços deram uma diminuída agora, porém com a aproximação das festas de final de ano a tendência é voltar a subir os preços”, alerta.

Viviane Petroli – Olhar Direto