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008Mais um projeto inovador do jovem arquiteto Ayres Machado Filho, onde trás uma mistura de cores e elegância com a sensação de bem estar e vibração. Confira a fala de Ayres sobre este luxuoso projeto.

Os clientes procuravam um apartamento com grandes janelas, pé-direito alto, ambientes amplos e num bairro com todos os serviços do dia-a-dia próximos. Por isso optaram por um apartamento antigo, próximo a um shopping, supermercado, escola, farmácia, conta Ayres.

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Segundo o arquiteto, o imóvel passou por uma reforma geral, ficaram somente as paredes. Os demais itens foram todos substituídos, como os revestimentos de piso e parede, portas, bancadas, louças, metais, luminárias, toda a parte elétrica, parte da hidráulica, etc. A sacada foi integrada a sala de estar, dando lugar a mesa de jantar, tornando a área social da unidade mais ampla.

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Ambientes onde a sobriedade e as cores conversam. Uma das poucas exigências dos proprietários foi utilizar obras de arte que, com cores vivas, garantem grande parte da vida desse projeto. A utilização da madeira e da iluminação quente trouxe todo o aconchego. Das cores, o azul está presente em todos os ambientes, revela Ayres.

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Além disso ele conta que muitos aspectos positivos são atribuídos ao azul. Ele simboliza a paz, a realização espiritual, tranquilidade, amizade, confiança, fidelidade e integridade. É também a cor de todas as virtudes intelectuais: sabedoria, inteligência, ciência, controle, concentração, independência. Tem o poder de acalmar e relaxar as pessoas. É relacionado a purificação, expulsa energias negativas, além de favorecer a amabilidade, a paciência e a serenidade. Estimula a busca da verdade interior, bondade, ordem, disciplina. (MORÉ, 2016).

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De acordo com o arquiteto um assunto muito importante, porém pouco falado, é a obrigatoriedade de um profissional qualificado, como o Arquiteto, para a realização de qualquer tipo de reforma. Desde o porte da reforma desse apartamento quanto uma simples mudança. Isso garante a realização de uma obra segura e que não coloque em risco a edificação como um todo. Além dessa segurança, a contratação do profissional proporciona inúmeras vantagens, como a economia no valor total da obra.

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Para realizar seu orçamento basta ligar para no (66) 9-9608-3454, ou então em suas redes sociais digitando Ayres Machado Filho.

 

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Para alertar a população, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT) esclarece que todos os profissionais e empresas que atuam nas diversas áreas ligadas ao Sistema Confea, necessitam ser registradas no Conselho, sendo que, as empresas devem possuir um responsável técnico para cada área abrangida pelas modalidades da engenharia. As pessoas jurídicas e físicas que não atendam a estas exigências, devem ser denunciadas ao Crea-MT.

 

 

As maiores denúncias registradas na Ouvidoria do Crea-MT são procedentes do exercício ilegal de profissionais, seguidas de empresas da área da construção, “além das empresas, todas as obras e serviços da área tecnológica necessitam de um profissional legalmente habilitado para assumir a responsabilidade técnica. A falta deste, configura irregularidade a ser apurada pela fiscalização do Crea, “ explica Robinson Jesus da Costa, Ouvidor do Conselho.

 

 

Logo que a denúncia é feita, torna-se um processo que é encaminhado à Câmara de Ética do CREA-MT, espaço onde são analisadas as acusações. “A Câmara de Ética faz um estudo sobre o que foi denunciado, quem foi o denunciante, qual o problema, endereço, analisa provas circunstanciais ou elementos comprobatórios do fato denunciado.  Feita esta análise e comprovada ou não a falta de ética profissional, a denúncia será enviada para sua determinada câmara de especialização, de acordo com a modalidade da engenharia em questão e, seus representantes definirão o que será feito em relação ao profissional ou empresa”, detalha o Coordenador da Câmara de Ética do Crea-MT, Durval Bertoldo da Silva.

 

 

De acordo com Durval estas denúncias são de extrema importância, pois possibilitam a proteção à sociedade, tanto ao garantir um mercado de trabalho aos bons profissionais, como ao assegurar ao cidadão que os serviços, por ele contratados, possuem um responsável técnico habilitado. “Caso as denúncias sejam realmente comprovadas o profissional pode até perder seu registro no Crea”, alerta o coordenador.

 

 

Para fazer a denúncia, basta entrar no site do Crea-MT, na aba Ouvidoria e preencher o formulário. “É importante lembrar que as denúncias que serão fiscalizadas pelo Crea-MT são as oriundas do exercício profissional previstas na Lei Federal N° 5.194, de 24 de dezembro de 1966, que normatiza a profissão dos engenheiros, agrônomos e demais atividades ligadas ao Sistema.

 

 

 

De acordo com a lei, para realizar qualquer serviço destas respectivas áreas, o profissional precisa ser registrado no Conselho, afim de assegurar o bom serviço e a qualidade do trabalho executado”, lembra o Ouvidor.

 

Fonte:Igor Bastos

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É determinação da vigência da Lei 10.534, de autoria do deputado Guilherme Maluf (PSDB), que corrige monetariamente os valores das modalidades licitatórias em Mato Grosso, com base no Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M/FGV).

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A partir deste mês de abril, os valores estabelecidos para licitação visando a execução de obras e serviços de engenharia, em Mato Grosso, passam a ser de até R$ 644.612,49 na modalidade convite; de até R$ 6.446.124,90 na modalidade tomada de preços e acima de R$ 6.446.124,90 na modalidade concorrência.

É determinação da  vigência da Lei 10.534, de autoria do deputado Guilherme Maluf (PSDB), que corrige monetariamente os valores das modalidades licitatórias em Mato Grosso, com base no Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M/FGV).  O parlamentar tucano não aceitou que seu nome desse denominação à nova lei.
Para demais compras e serviços, os valores passam a ser de até R$ 343.793,33 na modalidade convite; de até R$ 2.793.320,79 na modalidade tomada de preços e acima de R$ 2.793.320,79 na modalidade concorrência.
A correção dos valores para licitações vai desburocratizar os processos de aquisição de materiais e execução de obras e serviços realizados em Mato Grosso, além de fortalecer a economia local.
 

Com a Lei, os limites dos percentuais referentes à dispensa de licitação passam a ser de 10% dos valores corrigidos. O aumento do teto beneficia diretamente microempresas e empresas de pequeno porte sediadas em Mato Grosso, uma vez que estas têm preferência na dispensa de licitação, conforme Art. 5º da Lei Estadual nº 10.442/2016.

“Os valores referentes às licitações não sofreram alterações desde 1998 e precisavam ser corrigidos. Com isso, vamos valorizar e fortalecer as empresas regionais e, consequentemente, a nossa economia. Em um momento difícil como esse pelo qual passamos, precisamos justamente de medidas como essa, que têm reflexos diretos na geração de empregos”, observou.
A Lei ainda concede autonomia aos municípios mato-grossenses para editar leis com correções mais recentes e determina que os valores sejam atualizados pelo Governo do Estado anualmente, no mês de janeiro, com base no IGP-M acumulado do exercício anterior.
O disposto nesta Lei não se aplica aos recursos oriundos de convênios com a União.

Pareceres favoráveis à Lei
Recentemente, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso rejeitou 14 Ações Diretas de Inconstitucionalidade propostas pela Procuradoria Geral de Justiça contra leis municipais que versam sobre o mesmo assunto.

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Entre as exigências do texto, estão a criação de projetos para este fim por arquitetos e engenheiros e a inclusão do tema nas universidades

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No fim de março, foi sancionada com veto pelo presidente da República, Michel Temer, a Lei 13.425/2017, sobre novas normas de segurança, prevenção e proteção contra incêndios em estabelecimentos de reunião pública. A legislação entra em vigor em setembro deste ano.

 

O Projeto de Lei foi apresentado em 2007 pela deputada Elcione Barbalho, mas ganhou destaque após tragédia de 27 de janeiro de 2013 na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, onde um incêndio na casa noturna provocou a morte de 242 pessoas além de 680 feridos.

 

Agora a nova legislação exige de arquitetos e urbanistas e engenheiros projetos de prevenção de incêndios que tenham passado por supervisão do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea). O texto prevê também a inclusão de conteúdos relativos à prevenção e ao combate a incêndios na grade curricular de cursos de graduação relacionados a área de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia e cursos técnicos na área.

 

Haverá uma exigência mais rígidas de proprietários de estabelecimentos, autoridades públicas e profissionais para aplicação de medidas preventivas e assim aumentar a segurança dos estabelecimentos.

 

Entre os vetos feitos pelo presidente da República, dois se destacaram. O primeiro foi sobre uma mudança na lei de edificações que proibiria a existência de mais de uma direção no fluxo de saída das pessoas dos estabelecimentos. De acordo com a justificativa do veto, uma eventual adaptação de espaços físicos geraria custos desnecessários, principalmente para micro e pequenas empresas, sem aumentar a segurança de forma relevante.
Já o segundo veto diz respeito ao trecho que obriga o cumprimento de normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro) por parte de arquitetos e urbanistas, engenheiros, bombeiros militares, prefeituras e donos de estabelecimentos. Para Michel Temer, “ao subordinar a atuação do Poder Público e sua competência legislativa a regulamentos ou normas técnicas expedidas por entidades privadas, os dispositivos ferem o princípio da legalidade e podem atingir a supremacia do interesse público, bem como incrementar o risco de conflito de interesses”.

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yugO talentoso projetista Wanderson Morais trás mais uma arrojada inovação em projeto de interiores e arquitetônico, dessa vez a residência de 208 metros quadrados chama atenção pelo jogo de madeira implementado e luzes quentes pra deixar a residência ainda mais aconchegante, confira melhor a inspiração de WM.

Na descrição do desenhista Wanderson Morais, simplicidade é o que define o projeto dessa linda casa, com linhas retas e a utilização de alguns elementos naturais como as madeiras de demolição presentes na porta e nos pergolados.
Para agregar ainda mais na estética da fachada optei em revestir uma grande parede com o revestimento Origami da Castelatto, dando destaque nas peças com uma iluminação mais quente.

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Já no seu interior decidir utilizar cores mais escuras optando pelo cinza no revestimento Scaleno e pelo marrom nas paredes, e colocando cores apenas nos moveis como o azul no sofá curvo e as poltronas com estofados vermelhos, revela WM.

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Totalmente integrado com a sala de estar esta localizado essa maravilhosa cozinha, com destaque para essa ilha revestida em MDF que se repete na parede ao fundo e para o azulejo hexagonal presente entre os armários.

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Nesta segunda sala de home cinema, optei por não colocar marcenaria diretamente e sim fazer um grande painel em mármore marrom imperial, e revestindo as outras paredes com MDF dando assim um aconchego maior a esse ambiente, diz WM.

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Todo o cômodo dessa linda casa foram projetados para ter o máximo de automação seja nas cortinas e iluminação presentes na mesma.

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Para mais projetos e contato acesse:

http://studiowmprojetos.blogspot.com.br/2017/03/apartamento-maxhaus-mod-74-m.html

ou Ligue: (66) 9-9714-2368 ∕ 9-9913-9189.

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Um dos serviços que prestamos e que trazem retorno rápido e dão maior segurança a nossos clientes é a avaliação dos contratos da empresa a fim de identificar e remediar pontos falhos, assim como gerar um acervo de lições aprendidas que permitam aprimorar o processo de contratação.

 

A vida da construtora — e, portanto, a do engenheiro — depende muito da qualidade dos contratos que são celebrados pela empresa. Mais do que um documento jurídico que estabelece direitos e deveres, um contrato é um acordo de vontades, ou seja, é o elemento que define regras de relacionamento entre as partes envolvidas.

 

Se os contratos estão por toda parte, assim também os problemas que advêm deles. Lamentavelmente, constatamos que muitas empresas perdem dinheiro pelo fato de fazerem contratos deficientes, que carecem das necessárias cautelas, que são omissos quanto a pontos importantes e que contêm muitas vezes cláusulas contraditórias (talvez derivado daquilo que eu chamo de “síndrome do Ctrl-C Ctrl-V”), gerando vulnerabilidade à construtora.

 

Contratar não é só assinar um contrato. Aliás, o contrato é apenas a parte palpável e a ponta do iceberg. A preocupação deve surgir ainda na fase pré-contratual, quando é feita a seleção dos fornecedores, a estipulação das condições de garantia, seguro e penalidades, e são definidos critérios de avaliação para manter ou não o fornecedor elegível para contratação em outras obras da empresa.

 

Contratos na construção
Na construção civil, os contratos estão por toda parte e assumem diferentes formas, pois podem ser de fornecimento, locação ou empreitada. A figura abaixo ilustra alguns tipos de contrato que ocorrem numa obra típica (sob a visão do construtor). Em seguida abordaremos os problemas dos tipos principais.

 

Contrato de construção
Trata-se do contrato principal, firmado entre a construtora e a empresa contratante, que pode ser um cliente privado ou um órgão público. No caso de uma obra privada, a contratação envolve negociações, concessões recíprocas, ajustes de valor etc.

 

Aqui, uma assessoria contratual pode garantir uma simetria entre direitos e deveres ao melhorar a redações de cláusulas, partilhar riscos de forma mais equilibrada entre as partes e assegurar que as penalidades não são extorsivas e desproporcionais.

 

Já no caso de uma obra pública, o contrato é mais inflexível, pois o contratante tem que obedecer às regras da Lei 8.666/93 (Lei das Licitações).

 

Contrato de empreitada
Trata-se do contrato pelo qual a construtora contrata outra empresa para fazer porções da obra, constituindo aquilo que se chama de terceirização ou outsourcing. Num ambiente de crescente especialização dos serviços, a subcontratação é cada vez mais comum. Em alguns casos a construtora principal chega a ter um papel mais de integradora (gerenciadora) do que propriamente de executora.

 

Antes da celebração do contrato, é necessário identificar uma questão importante sobre o escopo dos serviços: se será empreitada unicamente de mão de obra ou se também abrangerá o fornecimento de materiais. Tais condições definirão cláusulas específicas do contrato.

 

Antes de contratar, a empresa deverá verificar os dados formais de regularidade fiscal e trabalhista do empreiteiro. Esse cuidado permite confirmar as condições de trabalho e de organização do empreiteiro. É com base nele que a empresa contratante obterá os dados suficientes para identificar eventuais riscos ou, mesmo, reprovar a contratação do empreiteiro.

 

Como dica, segue um exemplo de checagem de documentação a ser feita junto ao empreiteiro:

 

O contrato poderá conter cláusula específica em que se prevê que a construtora retenha um percentual das parcelas devidas ao longo da execução dos serviços (retenção técnica), cuja função é garantir eventuais despesas extraordinárias, não previstas inicialmente, que podem vir a existir, tais como pagamento de verbas trabalhistas não quitadas, indenizações, honorários de terceiros, contratações de outros prestadores de serviços para a realização de serviços contratados e não executados ou executados com deficiência, multas aplicadas e outras despesas que podem surgir em virtude de atos praticados pelo empreiteiro. Como reter e como liberar o dinheiro retido são pontos que devem estar bem claros.

 

Contrato de fornecimento
Como o nome já diz, é firmado entre a construtora e empresas que fornecem bens e serviços. Um aspecto que pode ser avaliado é se é mais conveniente fazer um contrato de fornecimento continuado em lugar de pedidos individuais. Um exemplo é negociar antecipadamente a compra de todo o concreto da obra, com estimativa de volume por mês).

 

Problemas comuns são falta de índices de reajuste de preços — é melhor prever no contrato do que deixar para negociar após 12 meses —, falta de penalidades por atraso, critérios de aceitação pouco claros e omissões quanto a quem cabe a descarga na obra, por exemplo.

 

Contrato de trabalho
Os vínculos laborais, isto é, entre empregador e empregado representam uma fonte de despesas de difícil previsão. Rescisões, acordos e custas judiciais podem representar somas altíssimas.

 

A assessoria técnica pode agregar no treinamento de funcionários e preposto a fim de esclarecer a melhor forma de atuação, na avaliação de terceirizados, na adequação da comunicação entre a obra e o setor jurídico da empresa (ou escritório externo) e no mapeamento geral dos riscos trabalhistas.

Fonte: Editora Pini

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Mais um projeto moderno assinado pelo jovem arquiteto Ayres Machado, trazendo o bom gosto em mais uma de suas criações para um apartamento em Cuiabá. Confira a descrição da criação do renomado arquiteto.

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Localizado numa área bastante valorizada da capital matogrossensse, com um ampla oferta de serviços de alto padrão. O proprietário solteiro jovem não se absteve em adquirir esse apartamento de 90m² na região. Para personificar seu novo imóvel, contou com o arquiteto Ayres Machado Filho, que logo captou sua primordialidade por uma atmosfera masculina e por ambientes descontraídos e confortáveis para receber amigos.

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Além do mobiliário, os revestimentos se destacam nos ambientes e são elementos importantes para trazer personalidade à decoração. No estar, por exemplo, a parede de aço corten faz uma harmoniosa contraposição com o piso, com o tapete e com o sofá.

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Um dos desafios foi garantir amplitude aos ambientes já que a planta de três dormitórios tem uma metragem reduzida. A solução encontrada por Ayres foi apostar em recursos que adicionassem elegância e criassem a ilusão de que os ambientes fossem maiores. Uma dessas estratégias foi inserir um amplo espelho estrategicamente posicionado para transmitir a sensação de que a sala é mais profunda.

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Na suíte predomina uma atmosfera elegante e clean, com uma pegada masculina reforçada pela paleta de tons que versam entre o cinza e o azul.

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O home theater conta com uma tela da artista plástica Capucine Picicaroli, reconhecida internacionalmente, e para harmonizar com a obra o arquiteto escolheu peças teatrais, como o tapete, o sofá de veludo cyan e um aparador vermelho.

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O gabinete com uma base de estilo clássico, reforça o ecletismo com peças como a modernista Lounge Chair Ottoman do casal designer Eames, o tapete contemporâneo da Punto e Filo e a cadeira Herman Miller.

 

O apartamento também conta com automação nas cortinas, na climatização, na iluminação e na sonorização. Obtendo vários cenários para qualquer tipo de ocasião.

O contato do arquiteto é pelo cel. (66) 99608-3454

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4f1b005644bfa96b8cb2f4b17a454a4fInvestimento será de mais R$ 922 milhões para a conclusão, sendo R$ 327 milhões de passivos remanescentes e mais R$ R$ 594 milhões de outros custos para a conclusão

 

 

O Governo do Estado de Mato Grosso chegou a um acordo com o Consórcio VLT Cuiabá – Várzea Grande para a retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Pelo entendimento entre as partes, o Estado vai pagar R$ 922 milhões para a conclusão integral da implantação do modal. A previsão é de que as obras sejam retomadas em maio deste ano com prazo de conclusão total de 24 meses.

 

Entretanto, no acordo entre Governo e Consórcio, o cronograma das obras prevê a entrega da primeira etapa, em março de 2018, no trecho entre o aeroporto de Várzea Grande até a estação do Porto, em Cuiabá. Até dezembro de 2018 deverá entrar em funcionamento todo o trecho da linha 1, num total de 15 quilômetros, entre o aeroporto de Várzea Grande e o Terminal do Comando Geral, em Cuiabá.

 

Já a linha 2, que compreende o trecho de 7,2 km entre a avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha) e o Parque Ohara, no Coxipó, será entregue até maio de 2019.

 

O documento foi entregue ao Ministério Público Estadual (MPE) nesta sexta-feira (31.03) e também será enviado ao Ministério Público Federal (MPF), que vão avaliar o acordo. Conforme Pedro Taques, “este acordo apresenta um cronograma que permite a retomada da obra a partir da homologação por parte da justiça”.

 

O termo do acordo foi discutido nos últimos meses em inúmeras reuniões entre o governador Pedro Taques, o secretário de Estado das Cidades, Wilson Santos, o controlador-geral do Estado, Ciro Rodolpho Gonçalves, o procurador-geral do Estado, Rogério Gallo, e suas respectivas equipes, com representantes do Consórcio VLT. Agora, o acordo depende apenas da homologação da Justiça Federal, após concordância do MPE e MPF.

 

Promotor Defesa do Patrimônio Público, André Luis de Alameida lembrou que MP, MPF e Estado são autores da ação. Então, para que o acordo seja efetivado é necessária a concordância dos dois ministérios públicos. “Serão analisados valores, prazo, cronograma, todos os aspectos técnicos e jurídicos que impactam no contrato. Estamos juntos na fiscalização e queremos que o trabalho seja concluído na maior lisura possível”.

 

Para financiar o valor necessário para a conclusão das obras, o Governo de Mato Grosso já obteve sinalização da União de empréstimo de R$ 600 milhões junto à Caixa Econômica Federal, faltando apenas aval da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Dos R$ 322 milhões restantes, o Governo já tem R$ 193 milhões em caixa do empréstimo anterior.

 

“Já temos conversas com a Caixa Econômica Federal e com o STN para que possamos contrair novas operações de crédito para terminar a obra, mas isso depende ainda da concordância do MPE , do MPF e da homologação judicial”, explicou o governador logo após a entrega do acordo ao MPE.

 

A renegociação para a retomada das obras ocorre quase três anos após a data inicialmente prevista para a entrega do modal, que era 31 de março de 2014. “O que dá prejuízo para o cidadão é obra parada. Estamos fazendo isso com compliance, segurança, respeitando as regras do contrato”, frisou.

 

Economia

 

Com a renegociação feita pelo Governo de Mato Grosso com o Consórcio VLT, o modal de Mato Grosso terá o menor preço por quilômetro do Brasil. O VLT de Cuiabá – Várzea Grande custará, ao final, R$ 44,8 milhões por quilômetro, enquanto o da cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, custou R$ 56 milhões.

 

Já o VLT de Goiânia, cujas obras ainda não foram iniciadas, foi contratado por R$ 62,1 milhões por quilômetro. “Isso é resultado da determinação do governador Pedro Taques para que tratássemos esse assunto com o máximo zelo, transparência e seriedade, para que a obra fosse retomada com o menor prejuízo ao povo de Mato Grosso”, disse o Controlador Geral do Estado, Ciro Gonçalves.

 

Cronologia

 

01) JUNHO / 2012: Governo de Mato Grosso, por meio da Agecopa, assina contrato com o Consórcio VLT Cuiabá – Várzea Grande (CR Almeida, CAF, Santa Barbara e Magna) no valor de R$ 1,4 bilhão com prazo de execução da obra fixado em 24 meses (entrega deveria ocorrer em 31 de março de 2014), e o início da operação previsto para 01 de junho daquele ano.

 

02) MARÇO / 2014: Concedido aditivo de prazo de 12 meses para conclusão da obra e implantação do sistema VLT Cuiabá – Várzea Grande.

 

03) DEZEMBRO / 2014: Governo de Mato Grosso determina a paralisação das obras, alegando atrasos no cronograma de execução, entre outros. O contrato foi paralisado com 74% da implantação concluída, sendo 30% das obras físicas executadas. Neste momento, o Governo de Mato Grosso já havia pago R$ 1,066 bilhão dos R$ 1,4 bilhão do valor inicial do contrato.

 

04) JANEIRO / 2015: Assim que assume o Governo, Pedro Taques determina a abertura das negociações com o Consórcio com o objetivo de retomada das obras.

 

05) ABRIL / 2015: Em razão da falta de entendimento entre as partes sobre as reivindicações de aditivos de valor no contrato, uma Ação Conjunta do Estado de Mato Grosso, Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal na Justiça Federal resulta na suspensão judicial do contrato.

 

06) REIVINDICAÇÕES DO CONSÓRCIO: Com a retomada das negociações, o Consócio VLT apresentou quatro reajustes diferentes entre os meses de abril de 2015 e dezembro de 2016, com novos aportes financeiros que variaram de R$ 993 milhões, R$ 1,04 bilhão e R$ 1,494 bilhão, e finalmente R$ 977 milhões.

 

07) AGOSTO / 2015: Governo obtém autorização da Justiça Federal para contratar uma auditoria independente para auditar o contrato e apontar o valor justo para retomada das obras.

 

08) JANEIRO / 2016: A KPMG – empresa de auditoria contratada – apresenta relatório apontando o valor de R$ 602,7 milhões para a conclusão das obras, incluindo passivos e aditivos reivindicados.

 

09) MAIO / 2016: Governo do Estado, por meio da PGE e CGE, e o MPE ingressam com Ação de Improbidade Administrativa contra ex-gestores responsáveis pelo contrato com o Consórcio.

 

10) DEZEMBRO / 2016: Consórcio apresenta duas propostas de aditivo: a primeira, de (07.12) no valor de R$ 1,494 bilhão, e a segunda (de 21.12) de R$ 977,3 milhões.

 

11) FEVEREIRO / 2017: Governo do Estado solicita à KPMG atualização dos cálculos sobre as planilhas do Consórcio para definir o valor para retomada das obras.

 

12) MARÇO / 2017: KPMG apresenta novo cálculo apontando o valor de R$ 889 milhões, entre passivos e aditivos.

 

13) MARÇO / 2017: Após inúmeras rodadas de negociação envolvendo Governo de Mato Grosso (por meio do gabinete do Governador, Secid, CGE e PGE), MPE, MPF e Consórcio VLT, chega-se a um acordo para a retomada das obras no mês de abril de 2017, com prazo de conclusão em 24 meses, e início da implantação três meses depois, ou seja, entrada em operação definitiva do modal em junho de 2019. Valor acordado: R$ 922 milhões, sendo R$ 327,2 milhões de passivos do contrato original, mais R$ 594 milhões em outros custos para a conclusão. Com isso, o valor final da implantação do VLT Cuiabá – Várzea Grande, fica em R$ 1,988 bilhão. O acordo agora depende da anuência do MPE e MPF e, posteriormente, da homologação da Justiça Federal.

 

14) MARÇO / 2017: Para financiar o valor necessário para a conclusão das obras e implantação do VLT, o Governo de Mato Grosso já obteve sinalização da União de empréstimo de R$ 600 milhões junto à Caixa Econômica Federal, faltando apenas aval da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Gcom/MT

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Ele é formado basicamente por uma mistura de argila e calcário (rocha de carbonato de cálcio), que os fabricantes chamam de “farinha”. “Essa mistura é levada ao forno a uma temperatura de 1450ºC, onde fica até os dois elementos se fundirem”, afirma o químico Carlos Eduardo Tango, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo. O resultado são pequenas bolotas que recebem o nome de clínquer.

Elas são acrescidas de gipsita (a matéria-prima do gesso) e, por fim, moídas até virarem pó. Está pronta a fórmula básica do cimento. Para endurecer e ser usado em construções, esse pó precisa receber água, formando uma pasta. As reações químicas que provocam o endurecimento reduzem a água no interior da pasta, sendo que boa parte desse líquido também evapora com o calor gerado pela reação – a perda é tão grande que o cimento pode trincar. A areia entra na mistura para evitar que isso aconteça.

 

Por ser um material inerte, ela não reage quimicamente com os outros elementos da fórmula – ao contrário, engrossa a mistura impedindo que o cimento rache. Essa combinação de cimento, areia e água recebe o nome de argamassa. Mas quando o volume a ser preenchido é muito grande, até a argamassa pode trincar facilmente – nesse caso, acrescentamos brita (pedra moída) e temos o concreto.

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10f684240e44e36ece859cd5f6f20434Setor manifesta otimismo em relação a medida

 

Empresários e dirigentes da construção civil receberam com otimismo a aprovação do mecanismo da terceirização, apontado como passo importante na modernização do mercado de trabalho brasileiro.

 

“É uma decisão emblemática, que trará avanços importantes nas relações de trabalho”, afirma José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

 

“A terceirização tem benefícios evidentes e é sinônimo de produtividade, de qualidade do emprego. É um mecanismo bom para todos, empresários e trabalhadores, pois especializa o trabalhador e aproveita melhor suas aptidões”.

 

O dirigente destaca alguns dos aspectos importantes da nova legislação, como a fixação do vínculo do trabalhador com a empresa prestadora de serviços; a delegação da responsabilidade de garantir a segurança, higiene e saúde do trabalhador ao contratante principal; a definição mais clara da prestação de serviços, como determinados e específicos; a exigência de as empresas cumprirem requisitos legais, como o capital mínimo.

 

“A nova lei avança em diversos aspectos, tornando mais clara e mais segura a contratação e a relação de trabalho”, diz o presidente da CBIC.

Assessoria de Comunicação da CBIC

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O estudo de impacto de vizinhança (EIV), irá abordar a maneira como grandes empreendimentos ou obras públicas irão se estabelecer em algum local, porem antes desses empreendimentos se firmarem é feito todo um estudo ao redor de onde se pretendem instalar com a finalidade de levantar dados quantitativos e qualitativos afim de ter um parecer técnico sobre os futuros impactos ali naquela vizinhança.

 
A exemplo disso temos estudos de ‘’ EIV’’, na parte de mobilidade urbana, infraestrutura, meio ambiente, elétrica, social, cultural, entre outras analises multicritérial, para ai então, em mãos destes estudos ai vamos para o segundo passo que é a compilação destes dados materializado no ‘’ RIV’’ Relatório de Impacto de Vizinhança, e através deste relatório depois dos estudos, dará seguimento então no projeto de instalação das devidas obras.

 
Estes estudos muitas das vezes não são considerados por muitos gestores municipais que em algumas vezes aprovam estes projetos com interesses particulares.

 
Por quem é regido estes estudos?

 
De acordo com as Leis de estatuto do conselho de Arquitetura e Urbanismo, estes trabalhos são dirigidos por um arquiteto com uma equipe multidisciplinar para atestarem os impactos em vários setores como mencionado no início do texto. Pois são os arquitetos que são habilitados a analisarem de maneira macro o desenvolvimento urbanístico das cidades.

 
No próximo editorial da semana que vem o colunista irá fechar este assunto do ‘’EIV’’ e ‘’RIV’’, falando sobre as medidas compensatórias existentes para as empresas adotarem com a finalidade de minimizar estes impactos na vizinhança.

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1bde9096-6de9-43d1-8488-283718774660Mais um grande nome da arquitetura moderna de nossa região, agora de Cuiabá para Rondonópolis, onde Ayres Machado Filho retorna seus trabalhos mostrando sua excelência e qualidade. Neste projeto em especial Ayres nos conta um pouco de sua inspiração para a construção de um dos maiores edifícios de nosso estado, com assinatura do renomado arquiteto mato-grossense.

 

Segundo AM, para esse empreendimento em Cuiabá da Construtora São Benedito realizou os Projetos de Arquitetura de Interiores das áreas de lazer e Arquitetura de Fachada. Um projeto neoclássico e sofisticado que certifica-se uma personalidade europeia ao edifício. Cada detalhe foi projetado para atender ao esplendor e à suntuosidade que o padrão desse empreendimento exige.

Ainda sobre a inspiração Ayres diz que utilizou de elementos da cultura clássica greco-romana, a fachada conta com colunas gregas, portões de ferro ornamentados, arcos, platibanda, pórticos colunados, simetria e estruturação perfeitamente harmoniosa.

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A base do edifício marca a grandiosidade desse projeto por sua escala monumental. A dimensão dos vitrais demarca a riqueza da fachada, na frontal e lateral com a pluralidade de tamanhos, medindo de 5 metros de altura até 9,20m. As 14 colunas de 13,60m reforçam o classicismo nato.

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Será o empreendimento mais alto da região, rematando assim sua soberania. Além de ter 32 pavimentos tipo, conta com quatro sobre solos.

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O contato do arquiteto Ayres Machado através do cel. (66) 9 9608-3454.

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Wanderson Morais a cada dia vem inovando em seus projetos e trazendo o que há de mais moderno além das tendências da arquitetura e na otimização de espaços, nestes quesitos o projetista está a cada dia mais antenado, confira este super projeto de apartamento feito por WM.

 

A ideia principal da construtora é ter apartamentos com uma arquitetura totalmente aberta, deixando livre para cada morador moldurar seu próprio lar, e foi isso que fizemos, pegamos todas as dimensões do apartamento e moldamos para o atual proprietário pensando sempre em seu conforto e praticidade revela Wanderson.

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Segundo WM, o projeto foi definido desde o início pela vontade do cliente em ter uma decoração industrial, foi então que criei essa ideia de fazer uma estante na sala de estar/TV utilizando metal e algumas placas de MDF.

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Já na cozinha optei em fazer uma decoração um pouco mais clássica e não fugindo muito da pegada industrial do apartamento inteiro.

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Para mais fotos você pode esta acessando a página do Wanderson: @StudioWM ou entrando no meu blog http://studiowmprojetos.blogspot.com.br/2017/03/apartamento-maxhaus-mod-74-m.html.

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Para Walter Cover, presidente da entidade, comercializações devem encolher 8% em 2016

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O faturamento deflacionado das indústrias de materiais de construção apresentou queda de 5,9% em agosto em comparação ao mesmo mês de 2015. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (9) pela Associação Brasileira da Indústria dos Materiais de Construção (Abramat). Em relação a julho deste ano, o índice apontou crescimento de 5,6%.

 

Na base comparativa dos últimos 12 meses, a queda foi de 14,5% e no acumulado deste ano (janeiro a agosto), de 12,5%.

 

Quanto o faturamento das vendas de materiais de base, a queda foi de 7,5% frente a agosto de 2015. Em relação ao mês anterior, o índice apresentou crescimento de 3,4%, e no acumulado do ano, variação de -14,0%. Nos últimos 12 meses (julho de 2015 a agosto de 2016), o faturamento caiu 16,1%.

 

As vendas de materiais de acabamento tiveram seu faturamento 3,7% menor se comparado ao que era em agosto de 2015, mas 8,8% maior ao do mês passado. O acumulado do ano apresentou queda de 10,3%, e o resultado dos últimos 12 meses também foi negativo: -12,3%.

 

Para Walter Cover, presidente da Abramat, a redução da queda em agosto não é suficiente para reverter o quadro negativo do ano, previsto para -8%. “O setor aguarda medidas impulsionadoras de atividade na construção, já que o segmento é tradicionalmente o que responde mais rapidamente a incentivos, principalmente no emprego de mão de obra, que é uma das principais preocupações do novo governo”, afirma.

 

O nível de emprego das indústrias de materiais também apresentou queda. O número de vagas foi reduzido em 9,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, e 0,5% em comparação ao mês anterior.

 

O emprego da indústria de materiais de base caiu 0,6% se comparado ao mês anterior, e 9,5% frente ao mesmo mês do ano passado. Quanto ao de base, a queda mensal registrada é de 0,4%, e em relação a agosto de 2015, de 9,3%.

Fonte: Editora Pini e ABRAMAT

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Representante do governo federal garantiu apoio necessário ao Estado para retomar as obras do modal

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O secretário nacional do Transporte e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, José Roberto Generoso, sinalizou positivamente com a liberação dos recursos necessários para a conclusão das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). A sinalização foi feita durante reunião na Secretaria de Estados das Cidades (Secid), com o titular da pasta Eduardo Chiletto na manhã desta terça-feira (30).

 

Os recursos seriam do Programa de Financiamento das Contrapartidas do Programa de Aceleração do Crescimento (CPAC), uma linha do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com isso, a retomada das obras do VLT entre Cuiabá e Várzea Grande fica mais próxima. A reunião contou ainda com a participação do secretário-controlador geral do Estado, Ciro Gonçalves.

 

“O Ministério das Cidades está pronto para apoiar o Estado no que for preciso para a retomada das obras do VLT, inclusive com mudanças no projeto. Vamos auxiliar no que for possível”, garantiu o secretário nacional, que esteve em Cuiabá a pedido do ministro das Cidades, Bruno Araújo, que visitou a capital há uma semana.

 

O crédito que seria disponibilizado tem como base os valores apontados no estudo técnico da consultoria KPMG, contratada pelo Governo do Estado, que indicou a necessidade de mais R$ 602 milhões para finalização das obras do VLT, cujo o contrato está há mais de um ano judicializado devido à falta de acordo financeiro com o consórcio construtor. A empresa solicita mais R$ 1,2 bilhão para terminar a implantação dos trilhos.

 

Atualmente, o governo de Mato Grosso já tem garantido R$ 400 milhões, sendo R$ 200 milhões empenhados pela Caixa Econômica Federal neste ano, restando então pouco mais de R$ 200 milhões para que o projeto recomece, conforme consultoria. “Essa reunião foi mais um passo na direção da retomada da obra do VLT. O secretário nacional sinalizou com financiamento via CPAC. Pode ser uma solução”, ressaltou o secretário Eduardo Chiletto, que levará os pontos debatidos ao governador Pedro Taques.

 

A reunião

 

Durante a reunião o secretário e os técnicos da secretaria repassaram detalhes do relatório produzido pela KPMG. Eles demonstraram os custos da obra fazendo um paralelo entre o montante apontado pela consultoria e volume exigido pelo Consórcio VLT. Foi informado o valor necessário para os trabalhos de desapropriação (R$ 42 milhões), indispensável para o andamento das obras.

 

Chiletto abordou ainda questões sobre a operação do modal e os itens elencados pela KPMG para que o transporte seja viável, bem como a operação do sistema por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP).

 

Um dos pontos discutidos foi a integração com o transporte coletivo da região metropolitana. O secretário nacional José Roberto Generoso quis saber detalhes do processo e recebeu explicações sobre preço de tarifa previsto para o modal, dimensionamento de frotas, rotas e projeções do fluxo de passageiros até 2045 para o VLT, ônibus e a integração entre os dois modais.

 

A equipe técnica da Secid ainda relatou dados sobre custos operacionais e despesas com a manutenção do Veículo Leve Sobre Trilhos. Conforme estudo da KPMG, o governo precisará desembolsar R$ 37,5 milhões por ano para manter o VLT funcionando adequadamente.

 

Foi revelado ainda ao representante do Ministério das Cidades o plano de ação para retomada da obra e a estrutura de trabalho projetada, passando pela governança para essa etapa. O secretário-controlador Geral Ciro Gonçalves explicou sobre a questão judicial que envolve o VLT.

 

Orientações

 

José Roberto Generoso, que trabalhou como assessor do Metro-SP, deu sugestões para a condução do processo de retomada das obras do VLT e chamou atenção para necessidade da participação das prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande no momento de discussão do projeto, bem como do acompanhamento dos trabalhos pelo futuro operador do modal. “Temos que colocar todos os atores na mesa, fazer uma integração entre governo e empresários. Caso seja preciso mudanças no projeto, por exemplo, o Ministério da Cidades vai apoiar. Esse é um projeto que tem solução. Temos que construir uma negociação com construtoras, preservando as questões legais”, avaliou ele, dizendo ao secretário Eduardo Chiletto que atuará para o recomeço das obras, conforme orientação do ministro das Cidades, Bruno Araújo.

 

A obra

 

O orçamento inicial para construção do VLT entre Cuiabá e Várzea Grande é de R$ 1,477 bilhão e até agora, o Governo já desembolsou R$ 1,066 bilhão. O contrato do VLT possui dois financiamentos iniciais, totalizando R$ 1,151 bilhão. Um deles no valor de R$ 423,7 mi, com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O segundo no montante de R$ 727,9 mi proveniente do CPAC.

 

A intenção do Executivo Estadual é terminar o VLT em sua totalidade. O projeto do modal é composto por duas linhas (Aeroporto – CPA e Coxipó – Porto), com total de 22 quilômetros.

Ivana Maranhão | Secid-MT