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Para Walter Cover, presidente da entidade, comercializações devem encolher 8% em 2016

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O faturamento deflacionado das indústrias de materiais de construção apresentou queda de 5,9% em agosto em comparação ao mesmo mês de 2015. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (9) pela Associação Brasileira da Indústria dos Materiais de Construção (Abramat). Em relação a julho deste ano, o índice apontou crescimento de 5,6%.

 

Na base comparativa dos últimos 12 meses, a queda foi de 14,5% e no acumulado deste ano (janeiro a agosto), de 12,5%.

 

Quanto o faturamento das vendas de materiais de base, a queda foi de 7,5% frente a agosto de 2015. Em relação ao mês anterior, o índice apresentou crescimento de 3,4%, e no acumulado do ano, variação de -14,0%. Nos últimos 12 meses (julho de 2015 a agosto de 2016), o faturamento caiu 16,1%.

 

As vendas de materiais de acabamento tiveram seu faturamento 3,7% menor se comparado ao que era em agosto de 2015, mas 8,8% maior ao do mês passado. O acumulado do ano apresentou queda de 10,3%, e o resultado dos últimos 12 meses também foi negativo: -12,3%.

 

Para Walter Cover, presidente da Abramat, a redução da queda em agosto não é suficiente para reverter o quadro negativo do ano, previsto para -8%. “O setor aguarda medidas impulsionadoras de atividade na construção, já que o segmento é tradicionalmente o que responde mais rapidamente a incentivos, principalmente no emprego de mão de obra, que é uma das principais preocupações do novo governo”, afirma.

 

O nível de emprego das indústrias de materiais também apresentou queda. O número de vagas foi reduzido em 9,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, e 0,5% em comparação ao mês anterior.

 

O emprego da indústria de materiais de base caiu 0,6% se comparado ao mês anterior, e 9,5% frente ao mesmo mês do ano passado. Quanto ao de base, a queda mensal registrada é de 0,4%, e em relação a agosto de 2015, de 9,3%.

Fonte: Editora Pini e ABRAMAT

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Representante do governo federal garantiu apoio necessário ao Estado para retomar as obras do modal

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O secretário nacional do Transporte e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, José Roberto Generoso, sinalizou positivamente com a liberação dos recursos necessários para a conclusão das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). A sinalização foi feita durante reunião na Secretaria de Estados das Cidades (Secid), com o titular da pasta Eduardo Chiletto na manhã desta terça-feira (30).

 

Os recursos seriam do Programa de Financiamento das Contrapartidas do Programa de Aceleração do Crescimento (CPAC), uma linha do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com isso, a retomada das obras do VLT entre Cuiabá e Várzea Grande fica mais próxima. A reunião contou ainda com a participação do secretário-controlador geral do Estado, Ciro Gonçalves.

 

“O Ministério das Cidades está pronto para apoiar o Estado no que for preciso para a retomada das obras do VLT, inclusive com mudanças no projeto. Vamos auxiliar no que for possível”, garantiu o secretário nacional, que esteve em Cuiabá a pedido do ministro das Cidades, Bruno Araújo, que visitou a capital há uma semana.

 

O crédito que seria disponibilizado tem como base os valores apontados no estudo técnico da consultoria KPMG, contratada pelo Governo do Estado, que indicou a necessidade de mais R$ 602 milhões para finalização das obras do VLT, cujo o contrato está há mais de um ano judicializado devido à falta de acordo financeiro com o consórcio construtor. A empresa solicita mais R$ 1,2 bilhão para terminar a implantação dos trilhos.

 

Atualmente, o governo de Mato Grosso já tem garantido R$ 400 milhões, sendo R$ 200 milhões empenhados pela Caixa Econômica Federal neste ano, restando então pouco mais de R$ 200 milhões para que o projeto recomece, conforme consultoria. “Essa reunião foi mais um passo na direção da retomada da obra do VLT. O secretário nacional sinalizou com financiamento via CPAC. Pode ser uma solução”, ressaltou o secretário Eduardo Chiletto, que levará os pontos debatidos ao governador Pedro Taques.

 

A reunião

 

Durante a reunião o secretário e os técnicos da secretaria repassaram detalhes do relatório produzido pela KPMG. Eles demonstraram os custos da obra fazendo um paralelo entre o montante apontado pela consultoria e volume exigido pelo Consórcio VLT. Foi informado o valor necessário para os trabalhos de desapropriação (R$ 42 milhões), indispensável para o andamento das obras.

 

Chiletto abordou ainda questões sobre a operação do modal e os itens elencados pela KPMG para que o transporte seja viável, bem como a operação do sistema por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP).

 

Um dos pontos discutidos foi a integração com o transporte coletivo da região metropolitana. O secretário nacional José Roberto Generoso quis saber detalhes do processo e recebeu explicações sobre preço de tarifa previsto para o modal, dimensionamento de frotas, rotas e projeções do fluxo de passageiros até 2045 para o VLT, ônibus e a integração entre os dois modais.

 

A equipe técnica da Secid ainda relatou dados sobre custos operacionais e despesas com a manutenção do Veículo Leve Sobre Trilhos. Conforme estudo da KPMG, o governo precisará desembolsar R$ 37,5 milhões por ano para manter o VLT funcionando adequadamente.

 

Foi revelado ainda ao representante do Ministério das Cidades o plano de ação para retomada da obra e a estrutura de trabalho projetada, passando pela governança para essa etapa. O secretário-controlador Geral Ciro Gonçalves explicou sobre a questão judicial que envolve o VLT.

 

Orientações

 

José Roberto Generoso, que trabalhou como assessor do Metro-SP, deu sugestões para a condução do processo de retomada das obras do VLT e chamou atenção para necessidade da participação das prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande no momento de discussão do projeto, bem como do acompanhamento dos trabalhos pelo futuro operador do modal. “Temos que colocar todos os atores na mesa, fazer uma integração entre governo e empresários. Caso seja preciso mudanças no projeto, por exemplo, o Ministério da Cidades vai apoiar. Esse é um projeto que tem solução. Temos que construir uma negociação com construtoras, preservando as questões legais”, avaliou ele, dizendo ao secretário Eduardo Chiletto que atuará para o recomeço das obras, conforme orientação do ministro das Cidades, Bruno Araújo.

 

A obra

 

O orçamento inicial para construção do VLT entre Cuiabá e Várzea Grande é de R$ 1,477 bilhão e até agora, o Governo já desembolsou R$ 1,066 bilhão. O contrato do VLT possui dois financiamentos iniciais, totalizando R$ 1,151 bilhão. Um deles no valor de R$ 423,7 mi, com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O segundo no montante de R$ 727,9 mi proveniente do CPAC.

 

A intenção do Executivo Estadual é terminar o VLT em sua totalidade. O projeto do modal é composto por duas linhas (Aeroporto – CPA e Coxipó – Porto), com total de 22 quilômetros.

Ivana Maranhão | Secid-MT

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Mais um parceiro se junta a nossa coluna CONSTRUTECNE, se trata do conceituado projetista Wanderson Morais, ele que reside aqui em Rondonópolis, está no oitavo semestre do curso de Engenharia Civil e já tem projetos realizados pelos mais renomados engenheiros e arquitetos de nossa região.

Aqui em nossa coluna á partir de hoje ele irá mostrar seu trabalho mostrando o que existe de mais tecnológico e moderno em se tratando de projetos urbanísticos e paisagismos. Confira sua primeira amostra aqui em nossa coluna.

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A realização de um projeto arquitetônico, como qualquer outro trabalho, tem premissas que lhe são próprias: há um programa a ser atendido, há um lugar em que se implantará a edificação, e há um modo de se construir a ser determinado.

Esse foi o conjunto de premissas que utilizamos na elaboração desta linda casa, uma residência em que os clientes me deram total liberdade de criação, fazendo apenas algumas exigências, que fossem uma casa suntuosa que chamassem a atenção, e que os elementos de construções fossem bem rústicos.

Na sua elaboração optei por utilizar técnicas de posicionamentos dos cômodos que pudessem abraçar os moradores e faze-los sentir várias sensações boas ao adentrarem no interior da casa, utilizando madeira de demolição nos moveis e uma iluminação um pouco mais quente para dar mais aconchego a essa linda residência.

O contato para orçamentos e projetos é 99913-9189

 

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VAGAS LIMITADAS! Profissionais registrados na AREA recebem 10% de desconto no curso!

Acontecerá em Cuiabá, no final do mês de outubro, o Curso Perícias Judiciais. O curso proporciona aos participantes o conhecimento da prática, da burocracia e dos elementos técnicos para a realização da perícia judicial. É indicado para engenheiros, arquitetos, administradores, contadores, economistas, médicos e demais profissionais que queiram atuar como perito judicial ou assistente técnico junto ao Poder Judiciário e Ministério Público.

Informações sobre o curso:

Data: 25 a 28 de outubro de 2016

Horário: 19h00 às 22h45

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Carga Horária: 15 horas

 

O curso oferece: Material Didático, Certificado de Participação, Suporte técnico e perfil no Cadastro Nacional de Peritos.

Conteúdo do curso:

Como vir a ser perito judicial; Quem pode ser perito judicial; Laudo – prova no processo; Nomeação; Adiantamento e honorários totais; Perícias extrajudiciais; Mercado de trabalho; Facilidades do encargo; O perito que está iniciando; Quesitos e assistentes técnicos; A assistência técnica ao Ministério Público; Roteiro do serviço, da nomeação ao término do trabalho e recebimento total dos honorários; O que são os assistentes técnicos das partes; O mercado de trabalho dos assistentes técnicos; Como proceder com as atividades de campo; Prazos dos peritos; Modelos de diversos tipos de petições; Casos práticos e Modelos de laudos.

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Programa terá mais R$ 7 bilhões e cadastro obrigatório de famílias vai acabar

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BRASÍLIA – O presidente interino Michel Temer vai aproveitar o encontro com os empresários da construção civil, marcado para quinta-feira, no Palácio do Planalto, para apresentar ao setor mudanças na terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida, lançado oficialmente pela presidente afastada Dilma Rousseff em março deste ano. Entre as novidades estão o fim do cadastro obrigatório das famílias interessadas no Ministério das Cidades – que passaria a ser responsável por selecionar e sortear os beneficiários na nova faixa de renda (entre R$ 1.800 e R$ 2.350) – e mais recursos para a habitação social, elevando o orçamento deste ano dos atuais R$ 43 bilhões para cerca de R$ 50 bilhões.

Criado em maio por portaria do Ministério das Cidades, o Sistema Nacional de Cadastro Habitacional (SNCH) foi criticado pelos empresários do setor, que alegavam ingerência do governo no mercado e tentativa de politizar ainda mais o programa. O argumento é que as famílias enquadradas na nova faixa não ganham a casa, como acontece na faixa 1 (até R$ 1.800). Elas assumem um financiamento habitacional, com juros de 5% ao ano e, portanto, devem escolher o imóvel a ser comprado, bem como a localidade. Com a mudança, caberão as empresas construir e vender as unidades no mercado.

Dilma queria entregar 135 mil unidades nessa nova faixa de renda até 2018. No entanto, como a nova faixa é bancada praticamente pelo FGTS, diante da falta de recursos do orçamento da União, o número de moradias foi reduzido para 40 mil, que começarão a ser contratadas neste ano e mais 40 mil em 2017. Estão enquadrados nesta faixa imóveis de até R$ 135 mil.

O valor máximo do subsídio de R$ 45 mil (desconto a fundo perdido no valor do contrato), somente será concedido para famílias com renda de até R$ 1.600. Na versão anterior, a ajuda chegava a famílias com renda de R$ 1.800.

Famílias com renda entre R$ 2.350 a R$ 3.600 estão enquadradas na faixa 2, com subsídio máximo de R$ 27,5 mil. Os juros variam entre 5,5% e 7% ao ano para imóveis de até R$ 225 mil.

Na faixa 3 (renda de R$ 3.600 a R$ 6.500) não há subsídios, mas as condições também são facilitadas, com juros de 8,16% ao ano. Os imóveis podem chegar a R$ 225 mil.

Os recursos adicionais que o governo quer anunciar para habitação social em 2016 serão destinados à faixa 2, pois praticamente todo o orçamento de R$ 43 bilhões já foi emprestado e a verba adicional tem por objetivo evitar a paralisação de novas contratações. As medidas serão apresentadas ao Conselho Curador do FGTS, que se reúne no próximo mês.

O presidente interino também deve anunciar a retomada das obras de 50 mil unidades do programa enquadradas na faixa 1, que estão paradas por falta de recursos no orçamento da União. A ideia é dar continuidade a um cronograma, de forma que a situação seja regularizada dentro de 12 meses.

A meta da terceira etapa do Minha Casa Minha Vida definida pelo governo anterior é de 2 milhões de unidades, considerando todas as faixas de renda até 2018 – número que por enquanto está mantido. De acordo com dados do Ministério das Cidades, do total foram contratadas 604.268 moradias e outras 326.811 foram entregues, sobretudo na faixa 2.

O encontro com Temer foi organizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), que já contabilizou a adesão de cerca de 800 empresários de toda a cadeira produtiva para o evento. Segundo o presidente da entidade, José Carlos Martins, a intenção é manifestar apoio ao presidente interino – a poucos dias da votação final do processo de impeachment da presidente afastada.

— Queremos demonstrar apoio ao governo. Na nossa visão, o Brasil tem que voltar à normalidade para que possa voltar a investir — destacou Martins, acrescentando que a estabilidade na política é fundamental para melhorar o ambiente econômico e reduzir os juros.

Geralda Doca, O Globo/BSB

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Foto: Projeto Coleta Seletiva Bairro Consciente – Lucas do Rio Verde/MT

 

O crescimento da população urbana e o aumento do poder aquisitivo em geral estão diretamente ligados ao crescimento do consumo, aumentando o uso de matérias-primas e, consequentemente a geração de resíduos sólidos.

 

Hoje dia 02 de agosto de 2016, completa dois anos desde que a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS determinou e sancionou o prazo de quatro anos para que as cidades brasileiras adequassem à gestão dos resíduos dentro da PNRS com ações como, a extinção dos lixões do país, implantação da reciclagem, reuso, compostagem, tratamento do lixo e coleta seletiva nos municípios.

 

Como as prefeituras não conseguiram novamente cumprir o prazo, em 2015, o governo federal sancionou uma emenda no senado estendendo os prazos para 2018 e 2021 para que as prefeituras não corressem o risco de responder por crime ambiental, não terem gastos com multas de até R$ 50 milhões e suas autoridades não perdessem o mandato.

 

Em Mato Grosso, somente seis dos 141 municípios tratam de forma adequada o seus resíduos. O restante não cumprem o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos que estabelece que o poder público deve apresentar seus planos e ainda estão com as Licenças de Operação  de seus aterros vencidas.

 

A implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos esbarra numa série de dificuldades no Brasil. A coleta seletiva, é um dos principais instrumentos de gestão integrada dos resíduos sólidos, mas não é muito difundida no país. É através dela, que ocorre a  separação em acondicionamento de materiais recicláveis, em sacos ou recipientes segregados, nos locais onde o resíduo é produzido.

 

É importante ressaltar que a implementação de programas municipais, deve ser feitos através de parcerias com catadores organizados na perspectiva dos benefícios econômicos, ambientais e sociais. No entanto, identificam uma série de fragilidades nos programas de ordem econômica, legal, gerencial e organizacional e a precariedade das condições de trabalho.

 

Por isso, a coleta seletiva exige muita atenção e parceria com a comunidade para que o sistema funcione de forma adequada com capacitação das pessoas e um programa intensivo de educação ambiental.

 

Em Mato Grosso, o município de Lucas do Rio Verde vem se destacando no estado por ser o primeiro município a ter Coleta Seletiva totalmente mecanizada e a terceira cidade do Brasil a adotar o sistema 100%. Segundo o prefeito de Lucas do Rio Verde, o modelo de contentores de lixo em toda a cidade começou a ser adotado em 2013 e hoje possui 3.600 unidades que são responsáveis pela coleta de 60 toneladas por mês. O município atingiu 70% que exige a Política Nacional de Resíduos Sólidos em relação ao tratamento de lixo, percentual superior à média nacional, que atingiu pouco mais de 50%. O projeto contou com um investimento de R$ 5 milhões. Veja aqui o vídeo institucional do Projeto Bairro Consciente/ Lucas do Rio Verde/MT: https://www.youtube.com/watch?v=VpWZ7E2awK4

 

 

Que tal sermos como Lucas do Rio Verde que é exemplo em nosso estado, Vera Cruz que vem estimulando junto com os empresários do município, Tapurah que está estudando o modelo de Lucas do Rio Verde para levar para sua cidade, Sorriso com o Projeto  Amigos da Terra que está incentivando a separação e coleta seletiva nas escolas, o Projeto ReCiclo em Nova Mutum que comercializa todo o material separado via leilão e editais na cidade e o Projeto Ipiranga Melhor que está implantando e reestruturando toda a gestão dos resíduos em Ipiranga do Norte. Esses seis municípios citado aqui, são os únicos no estado de Mato Grosso tem aterros sanitários com licença ambiental de operação e PNRS em dia.

 

Que tal nos espelharmos mais neles? Que tal exigirmos mais do poder público? Que tal nos colocarmos à disposição e fazer nossa parte? Que tal reclamar menos e fazer mais pela sua cidade? Que tal começar por você, com atitudes? Começando pequeno e crescendo cada vez mais rápido…

 

Que tal, os novos prefeitos e vereadores do nosso estado avançarem mais em relação a questão ambiental e fazerem a diferença transformando o “lixo em ouro”, gerando renda, novas oportunidades, dando exemplo para as crianças e proporcionando orgulho aos moradores da sua cidade por viverem  em uma cidade mais limpa, que cuida do meio ambiente e pensa no bem estar da população??

 

Que tal baixar o Guia para Gestores Municipais e ver mais exemplos de iniciativas inovadoras na gestão de resíduos nos pais? Faça o download do guia, acesse: http://www.mma.gov.br/images/arquivo/80058/EaD/Manual%20PSGIRS%20diagramacao_v2.pdf

 

Precisamos mudar o nosso conceito pensando mais no coletivo e menos no eu. Precisamos dar exemplo, como diz Gandhi, “seja a mudança que você quer ver no mundo”.

KAMILA BARROS

Por: Kamila Barros, Engenheira Ambiental e Perita Ambiental. Presidente da Associação dos Engenheiros Ambientais de Mato Grosso – AEAM MT, Superintendente na Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais ANEAM, Diretora do Sindicato dos Engenheiros do Estado de Mato Grosso, Consultora na empresa Ambiento Engenharia e Consultoria Ambiental e no SENAR MT.

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A faculdade UNIC de Rondonópolis está com ofertas incríveis para quem quer realizar o sonho de fazer sua graduação em engenharia civil ou produção.

O processo seletivo ocorro nesta semana todos os dias em horário comercial, indo até a unidade da Floriano Peixoto, á equipe estará pronta para atende-los e aplicar a prova, após o resultado você ainda conhece todo o espaço da instituição com seus laboratórios, quadra, salas e estrutura a qual irá fazer parte.

Com uma equipe totalmente capacitada, a faculdade ainda conta com novas estruturas e um corpo docente totalmente capacitado para os cursos, com especialistas e mestres, conta a Diretora da Instituição, Ana Paula Lucena.

A faculdade fica na Avenida Floriano Peixoto, próximo ao antigo Novotel. Para maiores informações entre em contato pelo telefone 99607-5376 Luis, ou pessoalmente até a instituição.

 

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a9c25684e54d4193cfa38fb8dc2ea5b3Segundo associação, empresas ficaram com ‘pé atrás’ em relação ao governo após atrasos em pagamentos

 

 

 

A paralisia do Minha Casa para as famílias mais pobres está obrigando as construtoras que se especializaram no programa a voltarem ao mercado de incorporação imobiliária. No Maranhão, o programa de habitação popular já respondeu por até 90% do faturamento das construtoras. Hoje, essa parcela varia entre 10% e 20%, segundo Osvaldino Pinho, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Maranhão (Adenima).

 

“Os atrasos deixaram as empresas com um pé atrás em relação ao governo”, diz Pinho. As construtoras da faixa 1 do Minha Casa trabalhavam com a expectativa de pagamento pontual do governo federal de acordo com o andamento da construção. O atraso de até três meses para receber uma fatura inviabilizou a continuidade das obras já que as empresas operavam com pouco capital para fazer o pagamento aos fornecedores e funcionários. Sem o Minha Casa, não há outra alternativa a não ser voltar ao mercado e brigar com concorrentes de peso, como Gafisa, Cyrela e PDG.

 

Dono da Lastro, Pinho espera a volta dos pagamentos para retomar as obras do empreendimento que toca em Imperatriz junto com outras duas construtoras. Segundo o Ministério das Cidades, a retomada das obras das mais de 50,1 mil unidades habitacionais que estão paradas em todo o País deve levar um ano e custará R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos.

 

Em São Luís, as obras de 3 mil unidades do Residencial Mato Grosso foram retomadas no início do mês. O conjunto ficou parado por nove meses e só estará concluído em julho de 2018. A notícia de que as empresas voltariam a contratar levou 800 homens para a frente do canteiro em busca de emprego. Eles foram dispensados pois, segundo engenheiro responsável, Arie Araújo, os 70 operários contratados eram suficientes para manter a construção.

Murilo Rodrigues Alves, Estadão

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33feaf8c501182e043572bf4c9cab709A publicação da norma IEC 61439 pela ABNT vem esclarecer e reforçar os requisitos para painéis elétricos. Empresas sem métodos de qualidade terão que se adequar.

 

 

O coração da instalação elétrica. Assim é conhecido o conjunto de manobra e controle de baixa tensão, que comanda a distribuição da energia elétrica dentro de uma obra. Este produto tão importante na construção está prestes incorporar em sua base regulamentadora normas da global IEC 61439. A publicação deve sair nos próximos meses de 2016 e auxiliará principalmente no controle da qualidade dos produtos entregues ao mercado. Isso porque a nova norma tornará mais claros os métodos de verificação das características construtivas e de desempenho destes equipamentos.

 

As modificações incluem principalmente a substituição dos conceitos TTA (Totalmente Testados) e PTTA (Parcialmente Testados) por abordagem de verificação, seja por ensaio, cálculo/medição ou cumprimento das regras de projeto.

 

Este processo é visto por alguns fabricantes como essencial para nivelar o mercado e garantir a qualidade dos produtos comercializados. Segundo o Engenheiro Eletricista Fábio Amaral; diretor da Engerey Painéis Elétricos – empresa curitibana que monta Painéis Schneider linha Prisma; a IEC 61439 vem melhorar e esclarecer vários pontos afim de aumentar a confiabilidade dos painéis. “Terminada a montagem, é preciso testar, sem exceção, em conformidade com a norma. Entretanto, nem todos os fabricantes entregam produtos modificados e testados e terão que se adequar prontamente”, afirma.

 

“Na Engerey, todos os painéis são submetidos aos ensaios de rotina, conforme prevê a norma, não somente os painéis TTA/PTTA”, complementa. Ainda de acordo com Fábio Amaral, os painéis hoje intitulados TTA/PTTA deverão ser denominados ‘Painéis Certificados pela IEC 61439′.

Patrícia Stedile, Assessoria Engerey

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O Instituto Business Group (IBG), acaba de lançar novas especializações nas áreas de gestão, negócios, marketing, vendas e estratégia, com inicio para o segundo semestre desse ano.

 

O instituto que hoje é referencia em qualidade de ensino, trás profissionais renomados de várias Universidades Brasileiras para ministrar os módulos, como por exemplo UFRGS, USP, UFPR, UNINOVE, UVA, PUC, MARSH, SUSTENTARE, FGV, UFMT, entre outras faculdades de renome nacional, com Mestres e Doutores nas áreas especificas.

 

O Instituto fica na Av. Lions Internacional, ao lado do Banco do Brasil. Para maiores informações entre em contato com a equipe. Além disso os alunos que indicarem amigos e parceiros para realizar qualquer um dos cursos também terá descontos.

O IBG, tem parceria com entidades e classes profissionais que geram descontos na hora de fechar com o instituto. Maiores informações 3423-2121 ou WWW.PORTALIBG.COM.BR

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O Instituto de Pós-graduação – Ipog, PLENNUS Cursos está ofertando o curso de Auditor Interno ISO 9001:2015, entre os dias 22 a 24 de julho, em Cuiabá. Profissionais registrados no Crea-MT e em dia com anuidade possuem descontos exclusivos para o curso.

 

 

A capacitação foi exclusivamente formatada para pessoas e empresas interessadas no desenvolvimento, implementação, manutenção e certificação de sistemas de gestão da qualidade que atendam aos requisitos da norma ISO 9001:2015.

 

 

“Ele é voltado para profissionais que já gerenciam, executam ou participam de auditorias do SGQ que é o Sistema de Gestão da Qualidade e querem atualizar conhecimentos sobre a nova versão da norma ISO 9001:2015”, informa o diretor administrativo da Plennus Cursos, Marcio Ferreira.

 

 

Outras informações pelo telefone: (65) 3321-3665, ou pelo e-mail: cap.cuiaba@ipog.edu.br.

Fonte:Igor Bastos/Gecom Crea-MT

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Durante décadas, exploramos os recursos naturais de forma desenfreada sem nenhum planejamento e sem pensar nas futuras gerações comprometendo a sua capacidade de suporte e conservação dos ecossistemas naturais. O meio ambiente sadio é artigo da nossa Constituição Federal de 1988, onde diz no Art. 225. “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.” Ou seja, apesar de ser um direito constitucional e pela primeira vez reconhecer a importância da responsabilidade da sociedade para proteção ambiental, ainda não era suficiente para a minimização dos danos causados ao meio ambiente.

 

Com a criação da Lei de Crimes Ambientais, Lei n.º 9.605 de 12 de fevereiro de 1998, veio para reordenar a legislação ambiental no ao que toca à proteção ao meio ambiente, centralizando e definindo regras claras com infrações e penas de acordo com a gravidade do crime ambiental. Trouxe mais valor à questão ambiental no Brasil, criando uma revolução na justiça brasileira aos danos ambientais que passaram à ser considerados crime ambiental.

 

Para saber mais sobre como surgiu a Lei de Crimes Ambientais e Política Nacional de Meio Ambiente – PNMA assista esta matéria da TV STJ, que fala sobre o Antes e Depois da Lei da PNMA: http://goo.gl/WFtPTQ

 

Podemos observar a importância da Lei de Crimes Ambientais temos o caso do Desastre de Mariana onde a empresa Samarco e VogBR estão sendo indiciados e acusados pelo crime de poluir causando danos à saúde humana, a morte de animais e a destruição da flora, previsto no Artigo 54 da Lei de Crimes Ambientais, entre outras infrações. A pena para esse delito é reclusão de seis meses a cinco anos, além do pagamento de multa. E segundo o MMA, a empresa Samarco Mineração foi autuada por causar impactos à Área de Proteção Ambiental (APA) Costa das Algas, ao Refúgio de Vida Silvestre (RVS) de Santa Cruz e à zona de amortecimento da Reserva Biológica (Rebio) de Comboios. Juntos, os autos totalizam multa no valor de R$ 143 milhões.

 

Segundo o G1, outro caso de crime ambiental, ocorreu em Mato Grosso na Operação Otecca que combateu vários crimes ambientais. A PRF prendeu oito pessoas por crimes diversos durante operação, um dos flagrantes foi a adulteração do Arla e a fraude no fusível são considerados crimes ambientais. Nesses casos, os caminhões são apreendidos e os condutores encaminhados à Delegacia de Polícia Civil do Meio Ambiente. A multa varia de R$ 1 mil a R$ 10 mil.

 

São considerados Crimes Ambientais:

 

De acordo com a Lei de Crimes Ambientais (Lei N.º 9.605/98), os crimes ambientais são classificados em cinco tipos diferentes:

 

Contra a fauna (arts. 29 a 37): São as agressões cometidas contra animais silvestres, nativos ou em rota migratória, como a caça, pesca, transporte e a comercialização sem autorização;

 

Contra a flora (art. 38 a 53): Causar destruição ou dano a vegetação de Áreas de Preservação Permanente, em qualquer estágio, ou a Unidades de Conservação; provocar incêndio em mata ou floresta ou fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocá-lo em qualquer área;

 

Poluição e outros crimes ambientais (art. 54 a 61): Todas as atividades humanas produzem poluentes (lixo, resíduos, e afins);

 

Contra o ordenamento urbano e o patrimônio cultural (art. 62 a 65): Ambiente é um conceito amplo, que não se limita aos elementos naturais (solo, ar, água, flora, fauna).

 

Contra a administração ambiental (art. 66 a 69): São as condutas que dificultam ou impedem que o Poder Público exerça a sua função fiscalizadora e protetora do meio ambiente.

 

Para saber mais sobre a Lei de Crimes Ambientais, acesse aqui: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9605.htm

 

Para saber mais sobre a Lei ação civil pública, acesse aqui: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L7347orig.htm

KAMILA BARROS

Por: Kamila Barros, Engenheira Ambiental e Perita Ambiental. Presidente da Associação dos Engenheiros Ambientais de Mato Grosso – AEAM MT, Superintendente na Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais ANEAM, Diretora do Sindicato dos Engenheiros do Estado de Mato Grosso, Sócia na empresa Ambiento Engenharia e Consultoria Ambiental e Consultora no SENAR MT.

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Dia 22-07-2016 (sexta-feira) – das 8h às 12h e das 14h às 18h
Dia 23-07-2016 (sábado) – das 8h às 12h e das 14h às 18h

 


PROFESSOR: Profº Engº. Civil Marcelo Suarez Saldanha-Esp.
Engenheiro Civil (PUC-1984), Pós-graduado em Engenharia de Avaliações e Perícias (UFRGS-2001); Especialista em Inspeção de Estrutura de Concreto (ABECE/IBRACON-2014).
Ex-Presidente do IBAPE-RS e Vice-Presidente Técnico do IBAPE Nacional (Gestão 2006-2009).
 

OBJETIVO: Ministrar ensinamentos teóricos e práticos para capacitar os profissionais na elaboração do LIP – Laudo de Inspeção Predial na aplicação da Lei de Inspeção Predial de Cuiabá-MT – Lei nº 5587/12 e do Laudo de Reforma a NBR 16.280/14 na prática, tendo por base as ferramentas da engenharia diagnóstica.
 

PÚBLICO ALVO: Engenheiros e Arquitetos em geral, principalmente aqueles que atuam ou querem atuar na área da Consultoria em Gestão de Manutenção Predial e de Obras de Reforma em Condomínios.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

 

1 – Engenharia Diagnóstica: aspetos doutrinários e estudos e aplicações das ferramentas.
 

2 – Inspeção Predial: normas, definições e metodologia, tipologia, detalhamento dos níveis, graus de risco, classificação de desempenho e abordagem técnica do check-list.
 

3 – Sistemas Construtivos: estrutura, impermeabilização, vedação, revestimento, esquadrias, cobertura, instalações, PPCI, etc. – aspectos técnicos para análise.
 

4 - Comentários das Normas Técnicas da ABNT: NBR 5.674 – Manutenção em Edificações, NBR 14.037 – Manual de Operação, Uso e Manutenção de Edificações, NBR 15.575 – Norma de Desempenho das Edificações e a NBR 16.280 – Norma de Gestão de Reforma da ABNT, dentre outras.
 

5 - Prática da Inspeção Predial: LIP em atendimento a Lei nº 5587/12 de Cuiabá-MT.
 

6 – Laudo de Reforma: A NBR 16.280 na prática, riscos comuns em reforma, incumbência do proprietário e do síndico, plano de reforma, etc.
 

7 – Apresentação de Casos: Boate Kiss, Presídio Central, Reforma em Condomínio.
 

8 – Tópicos para elaboração de laudos: de Inspeção Predial e de Reforma.
 

METODOLOGIA: O curso abordará os conceitos e procedimentos técnicos a partir de casos práticos e reais, sendo a teoria ilustrada por material didático apostila, com aula interativa com recursos áudio visuais.

 

PÚBLICO ALVO: Profissionais formados das áreas de Engenharia e Arquitetura principalmente aqueles que atuam ou querem atuar na área da Consultoria em Gestão de Manutenção Predial e de Obras de Reforma em Condomínios.

 

LOCAL DO CURSO: Auditório do CREA-MT -(Avenida Historiador Rubens de Mendonça, 491 – Bairro Araes – CEP 78008-000)
 

INFORMAÇÕES: (65) 3322-3504 /9628-5598 (vivo) / 9901-1349 (vivo) /
 

INSCRIÇÕES: www.ibapemt.com.br ou na sede do IBAPE/MT
Av. Hist. Rubens de Mendonça, nº 4914 – sala 10 Bairro Araés, Cuiabá/MT (prédio do CREA/MT)
EMAIL: ibapemt@gmail.com.

 
INVESTIMENTO:

 

Membros do IBAPE-MT: R$ 800,00 até 20 de Junho após está data R$ 1.000,00.

Não membros: R$ 1.000,00 até 20 de Junho após está data R$ 1.200,00.
 

FORMAS DE PAGAMENTO: Boleto bancário/PagSeguro/Cartão de Crédito/Deposito em nome do IBAPE/MT
BANCO SICRED:

Agência: 0810
Conta Corrente: 17422-0
Após o pagamento enviar o comprovante de depósito e a ficha de inscrição por e-mail.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Vagas limitadas (máximo 30 alunos em sala)
1. Carga Horária: 16 horas/aula
2. O valor inclui todo o material, certificado e coffee-break.
3. Na hipótese de desistência do aluno, o cancelamento de sua inscrição deverá ser solicitado mediante comunicação por escrito e endereçado ao e-mail do IBAPE/MT e ficará sujeito a seguinte condição: Para cancelamento no dia do curso ou após o início das aulas não haverá devolução do valor pago, o desistente deverá comunicar com 03 (três) dias de antecedência para o reembolso.
Obs: A realização do mesmo está sujeita a quórum de participantes, podendo à empresa optar pela prorrogação.

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7ae67a1b8850e21216ddecd3b6927422Presidente da Campus Party e professor de Pernambuco participaram do evento

 

Com objetivo de transformar ideias em bons negócios, o programa “Células Empreendedoras” foi lançado nesta quinta-feira (16.06), em Mato Grosso, pela secretária de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luzia Helena Trovo Marques de Souza. Estudantes e professores das universidades do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Federal de Mato Grosso (UFMT), e do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) participaram do evento e puderam conhecer um pouco mais sobre o projeto.

 

Para falar sobre empreendedorismo e tecnologia, o professor-doutor da Universidade Federal de Pernambuco e idealizador do programa Células Empreendedoras, Genésio Gomes, e ainda o presidente do Instituto Campus Party, Franchesco Farruggia, participaram do lançamento.

 

“Projetos como este são fundamentais para o futuro. É preciso incentivar os jovens. O Brasil é um país privilegiado. Hoje, mesmo com a crise, o brasileiro consegue se virar, arregaçar as mangas e inovar. A economia digital é a base do desenvolvimento e isso precisa ser explorado”, ressaltou Farruggia, que apresentou a palestra “Feel the future”.

 

Durante sua participação, Genésio Gomes destacou o potencial mato-grossense em implantar o projeto junto com as universidades. “O programa tem o objetivo de fazer da universidade um ecossistema de inovação. Formar educadores, realizar maratonas para a formação empreendedora dos alunos, acompanhar, posteriormente, os melhores projetos e ao final divulgar todos os trabalhos em uma conferência. Com esse sistema, Mato Grosso contribui para o desenvolvimento de ideias que irão beneficiar a sociedade”.

 

De acordo com a secretária Luzia Trovo, o projeto irá contribuir para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso. “As universidades precisam sair de seus muros. A tendência do empreendedorismo não é só nacional ou no Estado, é também internacional. Com certeza, este programa irá atingir a sociedade na sua dimensão econômica e social”.

 

Coordenador do Escritório de Inovação e Tecnologia da UFMT, Antônio Carlos Trita, informou que para as próximas edições do programa, os trabalhos serão também direcionados a estudantes do ensino médio. “Os alunos que participarão desta primeira edição serão orientados por mentores nacionais. A ideia é montar equipes multidisciplinares para orientar os participantes no que eles precisam desenvolver para, ao final, obter um projeto empreendedor”.

 

Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Unemat, Rodrigo Bruno Zanin, ressaltou que o “Células Empreendedoras” vai ajudar as ações que já estão em desenvolvimento na instituição de ensino. “O projeto irá auxiliar os alunos que já contam com práticas inovadoras em desenvolvimento, como também irá ajudar no desenvolvimento das propostas em que a Universidade já vem atuando, principalmente, nas áreas de tecnologia e meio ambiente”.

 

Samuel Bezerra de Lima, que é estudante de Ciência da Computação, na Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), também participou do lançamento do programa. A sua proposta é desenvolver um aplicativo que concentre as opções de bares e restaurantes das cidades com menor número de habitantes. Segundo ele, os trabalhos já foram iniciados, mas o “Células Empreendedoras” irá contribuir para o aperfeiçoamento da ideia.

 

“Um evento como este possibilita aos alunos um maior incentivo em continuar inovando. A universidade sai do patamar de apenas transmitir conhecimento e passa também a ajudar as pessoas”, afirmou o estudante.

Lisânia Ghisi | Gcom-MT

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Figura 1 - Posicionamento da armadura e dimensões finais da viga

A análise estrutural tem como finalidade a obtenção dos esforços atuantes nas barras devido às ações externas. O papel do concreto armado é influenciado pela interação dos seus dois componentes: o concreto e o aço, sendo que é a aderência entre estes materiais que torna possível a transferência dos esforços, conforme Campos Filho (2003).

 

Segundo Nam-Ho Kim (2011), o método dos elementos finitos é um dos métodos numéricos para resolver equações diferenciais que resulta em ganhos de produtividade e de segurança. A modelagem em 3D de um elemento em concreto considerando a armadura pode apresentar resultados precisos para a análise estrutural, sendo possível inclusive prever o comportamento do elemento real como um todo, o que é um diferencial em comparação às modelagens clássicas. Segundo Floros e Ingason (2013), essa modelagem é capaz de capturar os modos de falha que não estão disponíveis através da análise por outro método, como por exemplo, fissuração e falha de ancoragem nas regiões de apoio.

 

Dessa forma, o objetivo dessa pesquisa é validar a modelagem por elementos finitos com o ensaio experimental de uma viga submetida à flexão, com a finalidade de verificar a flecha e a abertura de fissuras, realizando as devidas comparações entre os métodos. A estrutura foi modelada detalhadamente através do programa ANSYS 13.0, e também dimensionada seguindo as prescrições da norma NBR 6.118:2014 Projeto de Estruturas de Concreto – Procedimento.

 

Betina K. Muliterno
Engenheira civil formada pela Universidade de Passo Fundo
be.muliterno@hotmail.com

Zacarias M. Chamberlain Pravia
Professor titular do programa de pós-graduação em engenharia civil e ambiental da Universidade de Passo Fundo
zacarias.chamberlain@gmail.com