Conmebol faz parceria com empresa suíça para combater fraudes em jogos


Conmebol faz parceria com empresa suíça para combater fraudes em jogos

0
Fonte: GloboEsporte.com
COMPARTILHE

A Conmebol anunciou
nesta quarta-feira a contratação da empresa suíça Sportradar. A intenção é
prevenir, identificar e investigar diversas formas de fraude no futebol e
tentar blindar suas competições. A empresa, que é especialista em análise de
dados no esporte, tem mais de 800 clientes, segundo seu site oficial, e já
presta serviços para entidades como a UEFA, AFC (Confederação de Futebol da
Ásia), Concacaf, NBA, e várias outras ligas e associações de diferentes esportes
pelo mundo. 

>> Clubes precisarão manter equipes femininas para jogar Libertadores>> Conmebol faz novas exigências sobre estádios e finanças para Libertadores

De acordo com a Conmebol, o trabalho nos torneios sul-americanos serão
feitos com base em três pilares: Implementação de sistema de detenção de
fraudes, com monitoramento do mercado de apostas e tentativa de identificar
arranjos de resultados em partidas; unidade de inteligência de fraudes,
dedicada a processar todas as informações sobre possíveis ameaças ao esporte; e
serviço de prevenção de fraudes, com medidas para educar e capacitar todos os
personagens envolvidos no futebol. 

O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, enalteceu a importância da
parceria para o processo de renovação da entidade em todos os sentidos.

– Na nova Conmebol, assumimos com grande responsabilidade a
nossa obrigação de zelar pela integridade do futebol, tanto no campo de jogo
como em sua gestão. A contratação de uma empresa de nível mundial para
prevenir, identificar e investigar diversas modalidades de fraude esportiva
marca um novo avanço na nossa cruzada para fortalecer a transparência, garantir
a justiça desportiva, promover valores do fair play e recuperar a confiança nas
instituições de governança do futebol – declarou Alejandro. 

Em recente entrevista ao SporTV, o dirigente máximo da Conmebol revelou que, antes da atual gestão, a entidade sequer pagava impostos e previdência social aos seus funcionários. Os últimos três presidentes da Confederação Sul-Americana de Futebol cumprem prisão domiciliar por envolvimento nos casos de corrupção do “Fifagate”: os paraguaios Nicolas Leoz e Juan Ángel Napout, e o uruguaio Eugenio Figueredo.