Com potencial, delegado pode patinar na inexperiência

Com potencial, delegado pode patinar na inexperiência

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Foto - Reprodução/RedesSociais

O enredo é bom: mais de 10 anos de atuação na região sul como delegado de polícia, ótimas histórias para contar e a presença num partido de um dos candidatos favoritos a ganhar as eleições presidenciais, tendo como principal bandeira exatamente a sua: a segurança pública. Mas a verdade é que muita gente de Rondonópolis e de toda região sul, sobretudo os analistas e até as lideranças políticas, não estão inserindo o delegado Claudinei de Souza Lopes (PSL) como um potencial postulante a deputado estadual e isso por algumas questões primárias. O pré-candidato precisa mostrar entendimento eleitoral, concluindo que seu público na segurança pública não é capaz de elegê-lo, ou seja, não pode ser alvo de tanta entrega de sua parte, até porque a eleição para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT tem o fator regional, na maior parte das vezes, falando mais alto que até a própria classe profissional que o eleitor está inserido, fora a própria questão matemática da equação. Em meio a isso, Claudinei tem de torcer para que as deliberações da direção estadual do seu partido, comandadas pelo deputado federal, Victório Galli (PSL), sejam feitas de maneira a atender os anseios do restante dos correligionários e não apenas do líder partidário, que almeja se reeleger. Lopes também precisa fugir da “síndrome de Taborelli” e distanciar-se do discurso de que vai “mandar prender e soltar”, porque isso ele faz como delegado e não como deputado, ou seja, as pessoas podem concluir que é melhor deixar ele onde está. O povo tem dado todas as indicações que quer um pouco mais que fala fácil, em 2018…

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