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Com dores, pessoas chegam a se deitar nas cadeiras no aguardo de atendimento no novo P.A.

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Da Redação

Com majoritária porcentagem da obra executada, o prédio do “novo Pronto Atendimento” demorou quase quatro anos para ser entregue pelo prefeito Percival Muniz (PPS). Com a promessa de que conseguiria abrigar mais equipes de trabalho, pela estrutura aumentada, bem como oferecer mais leitos de atendimentos aos pacientes, o que se vê, na prática, ainda é um tratamento desumano às pessoas que procuram ajuda.
IMG-20160828-WA0029No último fim de semana, a reportagem do NMT visitou as dependências e flagrou diversas pessoas com dores, algumas até chorando devido a enfermidades e outras, devido as várias horas de espera, dormindo deitadas nas cadeiras da recepção. Segundo a direção da unidade, de plantão no momento, haviam três médicos para atender a demanda. Fato que questionado pelas pessoas presentes.

Acompanhando o filho, a dona de casa Marlene Bastos chegou na unidade às 11 horas da manhã do domingo (28). Até conseguir atendimento, ela teve de permanecer exatas cinco horas aguardando, segundo seu relato. “Cheguei no fim da manhã e só conseguimos atendimentos agora (às 16)”, consternou-se.

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Outras pessoas também relataram indignação com a situação, mas por medo de retaliação, dos próprios profissionais da unidade, não quiserem alongar a conversa e pediram para não ter seus nomes revelados. “Falaram que ia melhorar com este novo prédio, eu estou achando que ficou foi pior”, disse um estudante, que também teve de perder o dia todo para ser atendido.

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Uma moça, chorando de dor, foi gravada pela reportagem no corredor. Há horas esperando, ela clamava por atendimento (vídeo abaixo).

Montreal