Candidatos sobem o tom no rádio e televisão e horário eleitoral vira...
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Candidatos sobem o tom no rádio e televisão e horário eleitoral vira “metralhadora” em Mato Grosso

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Foto: José Cruz/Agência Brasil

Os candidatos ao governo Pedro Taques (PSDB) , Mauro Mendes (DEM) e Wellington  Fagundes (PR) resolveram subir o tom das críticas de um contra o outro no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão, nos últimos dias.

A chamada “guerra” no rádio e televisão começou no final de semana e deve ditar o tom da campanha daqui para a frente até o final. A mudança de estilo de campanha dos três candidatos reflete diretamente em outro setor das campanhas, as assessorias jurídicas.

Somente nos últimos dias choveram ações na Justiça Eleitoral de pedidos de direito de resposta até mesmo a retirada de peças do ar.

Taques, por exemplo, tem dito que em seu palanque não está à “velha política” em uma clara referência aos demais grupos e que não responde processos na justiça. Mauro tem reagido e acusado o governador de atraso de pagamentos e usado imagens da campanha anterior com algumas promessas que não foram cumpridas , Wellington, por outro lado, tem dito que Mendes não terminou todas as obras que se propôs a fazer como governador.

O horário eleitoral “quente” contrapõe os debates nos canais de televisão que estão sendo vistos pelo eleitor como frios em razão das regras rígidas apresentadas pelas emissoras que estão organizando.

Senado- A campanha pelo Senado, por outro lado, está sendo marcada por uma proposta mais de conteúdo e menos de ataques, com a meta da maioria dos postulantes em contar suas histórias e apresentar propostas.

Uma delas prevê, por exemplo, o fim do horário eleitoral gratuito, apresentada pelo candidato Waldir Caldas.

Adilton Sachetti (PRP) ,  por exemplo, tem investido mais no projeto roda de conversa, onde usa as redes sociais para apresentar propostas ao eleitor e também visita localidades onde participa de bate-papo com a população .