Blairo chuta o balde, retira apoio e diz que governo de Dilma...
Fullbanner1

Fullbanner2


Blairo chuta o balde, retira apoio e diz que governo de Dilma é um elefante que não se mexe

Fonte:
SHARE
Senador Blairo Maggi / Foto: Arquivo

Redação / RdNews

 

O senador Blairo Maggi (PR), cabo eleitoral do ex-presidente Lula e da chefe do Executivo federal Dilma Rousseff (PT), resolveu “chutar o balde” de vez e retirou o seu apoio à Dilma. Em entrevista ao jornal Estadão, o ex-governador de Mato Grosso afirmou que “o Brasil está indo ladeira abaixo”, que 2015 é um “ano perdido” e que hoje Dilma não teria o seu voto.

No ano passado, após muita pressão dos dirigentes republicanos e da cúpula nacional do Governo, Blairo chegou a gravar para o programa eleitoral da petista, que, sangrando, conseguiu se reeleger, após uma disputa apertada com Aécio Neves (PSDB) no segundo turno.

Embora não tenha participado efetivamente do processo político, o senador apareceu em alguns momentos, especialmente durante o período em que Marina Silva (PSB) crescia nas pesquisas, ainda no primeiro turno. À época, Blairo teceu críticas a Marina e saiu em defesa de Dilma, argumentando que o país estava no caminho certo.

Agora, com apenas 4 meses do início do segundo mandato de Dilma, Blairo avalia que o ciclo petista à frente do país acabou. Nessa linha, defende que chegou o momento de ocorrer alternância de poderes.

Perguntado pelo jornal paulista sobre sua relação próxima com a cúpula petista, sendo que o PR, inclusive, é parte da base aliada, Blairo é enfático: “o governo é um paquiderme. Um elefante que não se mexe. É um negócio complicado demais”, disparou o senador. Ele revela que já tratou da inércia pessoalmente com Dilma e Lula, assim como outras lideranças, mas que a União não toma nenhuma atitude.

Nesta linha, o republicano volta a defender o Executivo federal com corte na própria carne, reduzindo cargos e ministérios.

REFLEXOS EM 2016

Para o ex-governador, a crise vivida é tamanha que terá impacto direto nas eleições de 2016, quando serão escolhidos os novos prefeitos e vereadores em todo o país. “Vai ser na veia. Acho que todos os candidatos que usarem o número 13 para disputarem as eleições municipais serão derrotados. A insatisfação é muito grande”.

 

Leia reportagem completa do Estadão

 

Montreal