Barrios se redime, mas Ponte Preta arranca empate do Palmeiras na arena
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Barrios se redime, mas Ponte Preta arranca empate do Palmeiras na arena

Fonte: GloboEsporte.com
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Palmeiras e Ponte Preta empataram por 1 a 1 em amistoso
realizado neste domingo, na arena do Verdão. Lucas Barrios abriu o placar para
o Verdão, mas Ramon igualou para a Macaca, cobrando pênalti. Ambos os gols
foram marcados no segundo tempo.

Esse foi o quarto jogo da Ponte no novo estádio alviverde, e
o time de Campinas segue invicto na arena. São dois empates e duas vitórias. A
partida marcou o reencontro do técnico Eduardo Baptista com seu ex-clube, de
onde saiu para assumir o Palmeiras. Os donos da casa atuaram com um a mais durante quase todo o segundo tempo – João Vitor acabou expulso aos oito minutos. 

A partida foi uma oportunidade do comandante alviverde e
também do técnico ponte-pretano de testar suas respectivas opções antes da
estreia no Campeonato Paulista. Dos jogadores que começaram a partida, os
únicos que não acabaram substituídos foram o zagueiro Vitor Hugo, do lado
palmeirense, e o goleiro Aranha, da Macaca. 

O time palmeirense abre a disputa do estadual no próximo domingo, às 17h (horário de Brasília), contra
o Botafogo, novamente na arena. A Ponte Preta recebe a Ferroviária no mesmo
dia, às 19h, no Moisés Lucarelli. 

O jogo

O primeiro tempo mostrou um Palmeiras com repertório. Uma
equipe que ameaçou a Ponte Preta diversas vezes, colocou a bola na trave duas
vezes e se caracterizou pela intensidade. A primeira chance veio pelo pé
direito de Willian. Após cobrança de lateral rápida efetuada por Dudu, ele
tocou na saída de Aranha, mas a bola passou próxima à trave esquerda.

A principal via da Ponte Preta para chegar ao gol adversário
era William Pottker. Com Matheus Jesus bem posicionado no meio-campo, a Macaca
ameaçava com o atacante – sempre perseguido pela zaga alviverde. 

Felipe Melo foi fundamental na transição entre defesa e
ataque do Palmeiras. Além de chutes de fora da área, ele também arriscou
diversos lançamentos longos e ajudou na marcação. A melhor oportunidade
alviverde se deu em uma bela trama coletiva: primeiro, Willian rolou para Tchê
Tchê dentro da área, e ele acertou a trave; depois, Dudu aproveitou o rebote,
tocou para Raphael Veiga, que mandou no travessão. 

Para a segunda etapa, Eduardo Baptista sacou Raphael Veiga e
Willian para as entradas de Vitinho e Barrios, respectivamente. Na Ponte Preta,
Felipe Moreira optou por tirar Wendel para lançar Ravanelli. A Macaca, aliás,
ficou com 10 logo no início – o volante João Vitor acabou expulso ao receber o
segundo amarelo por falta em Tchê Tchê.

Depois, foi a vez de Michel Bastos entrar na vaga de Felipe
Melo. A alteração promoveu também um ajuste tático no Palmeiras: Tchê Tchê
acabou recuado para o posto de volante no esquema 4-1-4-1, enquanto Michel foi
posicionado à direita na linha ofensiva. O meia acertou belo passe para Barrios
em uma das chances mais claras da equipe, mas o paraguaio desperdiçou, cara a
cara com Aranha. 

Mais recuada, a Ponte Preta manteve somente Aranha do time
que começou a partida após os 23 minutos do segundo tempo. Foram nove
alterações. As melhores chances de gol do time de Campinas foi criadas por
Ravanelli, ambas pela direita – um chute foi para fora, e outro acabou
defendido por Fernando Prass.

À base de insistência, o Verdão enfim balançou a rede aos 29 minutos. Em bela jogada construída por Tchê Tchê e Dudu, Zé Roberto recebeu com
liberdade pela esquerda e cruzou para Lucas Barrios, de cabeça, se redimir. 

Eduardo ainda utilizou o tempo restante para promover outras alterações na equipe palmeirense. Dos que começaram a partida, apenas o zagueiro Vitor Hugo seguiu em campo até o final. Insistente, a Ponte Preta evitou a derrota aos 44 do segundo tempo, jogando um balde de água fria nos mais de 15 mil torcedores que foram ao estádio. Em pênalti cometido por Rafael Marques, Ramon cobrou no canto direito, sem chances para Jailson.