BARATA É SOLTO NOVAMENTE. GILMAR MENDES É UM BARATO.
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BARATA É SOLTO NOVAMENTE. GILMAR MENDES É UM BARATO.

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Novamente Gilmar Mendes solta  Jacob Barata Filho. Até larguei como se diz no Sul. Este é o terceiro Alvará de Soltura concedido ao Barata este ano pelo mesmo Ministro. Não vejo a hora da Presidente do Supremo decidir sob os requerimentos da Procuradoria Geral da República, para que o Ministro Mendes seja impedido de apreciar os Habeas Corpus impetrados em favor dos seus amigos íntimos do Rio de Janeiro.

É possível um Ministro, Desembargador ou Magistrado ser amigo de um empresário, banqueiro ou pecuarista e julgar recursos destes? Sim. A lei proíbe: a amizade íntima, o compadrio, o mercadejamento de decisões, a fusão de interesses, o auferimento de vantagens em função do cargo, o tráfico de influência, a corrupção ativa e passiva etc. O que estiver fora disso vem do Benigno.

Há um brocardo gaúcho: “tá feio, mas tá pareio”, que se aplica ao contexto dessa relação empresarial e processualmente promíscua entre Mendes, Barata Filho, Eike Batista e outros. Gilmar sabe que sua proximidade e convivência com os criminosos não o habilitam moral e juridicamente a julgar recursos deles, contudo, (tá feio, mas tá pareio); não larga o osso e assume o desgaste. Nostra Madre!

O crime de Barata não é desimportante. Enriqueceu ilicitamente mancomunado com a Administração Pública. Deu muitos milhões de reais a políticos cariocas para que eles permitissem a continuidade do trânsito livre dos “Baratas” pelos esgotos da roubalheira do Rio de Janeiro.

Como dizia Manoel de Barros: as coisas inexistentes são mais bonitas. Concordo. O que vejo me aterroriza. Tudo por hoje.

Dr. Francisco Mello dos Santos. Advogado Criminalista. OAB-MT 9550 e professor de Carreira. Especialista em Direito Penal e Processual Penal. drfranciscomello@terra.com.br (669)996892292.

 

 

 

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