Aquela história do: quem conhece, não vota…
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Aquela história do: quem conhece, não vota…

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Zé do Pátio teve a ingrata surpresa de ver o irmão Cristiano ir e tirar foto em apoio a Percival Muniz, seu adversário

O candidato a prefeito Zé Carlos do Pátio (SDD) tem, de fato, um reduto eleitoral considerável em Rondonópolis, formado majoritariamente pela população mais carente da cidade. No entanto, alguns fatos que ocorrem na cena política acabam dando força àqueles que acusam o experiente político de encenar um personagem mais do que fazer uma política ideológica ativista, como ele aparenta.

Nesta campanha, o atual deputado estadual, que já está em seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que somam-se a em carreira a mais outros três como vereador e um, quase completo, como prefeito de Rondonópolis, declarou à Justiça ser possuidor de menos de R$ 230 mil.

Só a título de curiosidade, o salário de um deputado estadual em Mato Grosso é de R$ 25,3 mil, ou seja, só em 2015 Pátio arrecadou, sem acrescentar o 13º, mais de R$ 300 mil brutos, o que representa R$ 70 mil a mais que seus bens declarados. Ainda que pudesse ser argumentado que o salário é para sustentar à família, quem tem somente R$ 230 mil em bens não gasta tanto assim para manter tal patrimônio.

Nesta semana, durante o lançamento da campanha pelo Executivo Municipal de Percival Muniz (PPS), adversário de Pátio, o próprio irmão do atual deputado estadual, o advogado Cristiano Araújo, fez questão de não só ir ao evento como tirar foto ao lado de Percival segurando a placa de 23. Mesmo que ainda possa argumentar que é filiado ao PMDB, partido que está junto ao PPS, neste pleito, a posição de Cristiano tem a força de levar o eleitor rondonopolitano a ter a reflexão: quem, de fato, é Zé do Pátio?

 

Montreal

9 COMENTÁRIOS

  1. Na verdade é difícil afirmar que a gente conhece até quem dorme ao nosso lado. Não tem inocentes nessa história. O problema é que os bens imóveis declarados ao IR, geralmente, não tem os valores corrigidos anualmente, a não ser que o contribuinte queira recolher imposto sobre ganhos de capital. Mas o site poderia ajudar: Publique a relação do patrimônio imobiliário – declarados à Justiça Eleitoral -dos candidatos a Prefeito. Aí então veremos quem está vendendo “garrafa vazia”.

  2. Não é questão de mau caráter.
    Para uma pessoa (Zé do Pátio) de em torno de 50 anos de idade, com R$ 270.000,00 em patrimônio, professor universitário, 3 vezes deputado, prefeito. Desculpe é um péssimo Administrador. Tenho 35 anos não faço nada ilícito e não sou político, sou formado em administração, trabalho em empresa privada, tenho um patrimônio de R$ 900.000,00. Não erdei uma arruela de meus pais.
    Desculpe Zé faz um curso de Administração pelos Correios, pra ver se aumenta o capital.

  3. As pendengas entre irmãos estão consagradas até na Bíblia. Caim e Abel, Jacó e Esaú, Salomão e Adonias. Já nos tempos atuais as desavenças e traições não são casos isolados. Acontecem de “montão”. Não são raros os casos de irmão que “corneia” o mano – mas em alguns casos, é inocente, foi vítima da cunhada “sapeca”. Nos idos de 1970, no meu querido torrão natal muitos casos aconteceram. O mais comentado é de um noivo que tomou todas na festa do casório e “apagou”, o mano dele, muito prestativo, para não deixar a noivinha ficar no zero a zero, foi lá e pimba! Dê um rolo tremendo, quase saiu morte. Mas no caso em comento – do Zé e do Cristiano – fico meditando: Qual será o Jacó? Qual seria o Esaú? Lembrando que: Jacó, para muitos, é sinônimo de esperto, enganador . . . Mas isso é episódio tipo “café pequeno”, não vai influenciar no resultado disputa eleitoral.

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