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O primeiro fator importante que é preciso se ter em mente é não confundir diagrama de processos, mapa de processos e modelagem de processos.

Por isso, gostaria de compartilhar essas informações, que estão no blog da Venki, e que pode ajudar muitas Empresas, Estudantes e Consultores nos problemas do dia a dia de trabalho.

Cada um destes elementos tem funções e trata informações diferentes. Podemos até dizer que envolvem uma gradação na profundidade dessas informações, que poderíamos resumir assim:

Diagrama de processos: Uma representação mais simples dos fluxos do processo, contendo apenas as atividades principais.

Aprenda os 6 passos simples para um diagrama de processos de negócios.

  • Mapa de processos: Enquanto o diagrama se restringe a informações sobre o fluxo e suas atividades, o mapa de processos é mais abrangente, incluindo também seus atores, os eventos, as regras e os resultados, entre outros, que detalharemos mais adiante.
  • Modelo de processos: o patamar mais avançado desta lista deve cobrir todo o processo, de forma completa, incluindo as informações sobre o negócio, as informações operacionais, as informações específicas do processo e as informações técnicas.
  • Mapeamento de processos: como fazer um mapa completo:

Como vimos, um dos objetivos do Mapeamento de Processos é dar uma base para que se possa evoluir ainda mais na coleta e aprofundamento das informações e se consiga produzir um bom modelo de processos.

Para isso, não há como fazer mapeamento de processos sem indicar algumas informações básicas, porém muito importantes:

  • Entradas do processo.
  • Saídas do processo.
  • Papel do sistema que dá apoio a cada atividade.
  • Descrição pormenorizada dos procedimentos referentes a cada atividade.
  • Função dos agentes do processo.

Neste contexto, é importante que fiquem bem claros os seguintes conceitos:

  • Entradas: também chamadas de inputs, são os produtos necessários para que uma atividade se realize. Por exemplo: um e-mail com o pedido de um cliente ou um formulário com dados de informações e especificações de determinada peça a ser produzida.
  • Saídas: também chamadas de outputs, são os produtos gerados em cada atividade e que serão entregues para que a próxima atividade possa ser realizada. Por exemplo: um e-mail confirmando ao cliente que seu pedido está em processamento ou outro e-mail solicitando a compra de determinados insumos pelo departamento de compras.

É importante notar que cada tarefa, na maioria dos casos, não corresponde a um processo completo, mas são atividades que compõem o processo como um todo. Assim, apenas quando as atividades são ordenadas em uma sequência é que se forma um fluxo que retrata o processo, o que podemos chamar de mapa do processo se tiver todas as informações que comentamos acima.

Mapeamento de Processos: como fazer a Coleta de Dados

Uma das tarefas mais importantes ao se criar o mapa é colher as informações necessárias. E não há como fazer mapeamento de processos sem o auxílio dos profissionais diretamente envolvidos nele, principalmente aqueles mais experientes.

Com esse objetivo, 4 são as técnicas mais usadas:

  • Reuniões com os envolvidos no processo: Se bem conduzidas, podem ser rápidas, objetivas e já alinharem opiniões e expectativas entre os participantes. Faça mais de uma!
  • Observação direta: Simplesmente observar os processos ocorrendo e anotar tudo que for importante.
  • Entrevistas pessoais: Entreviste agentes do processo que possam dar informações relevantes.
  • Questionários: Distribua formulários com questões pertinentes para conseguir mais informações de outros integrantes do processo de forma mais abrangentes e rápida.

Como fazer Mapeamento de Processos Lean

A abordagem de Mapeamento de Processos Lean tem seu foco no tempo. Na verdade, em diminuir o tempo que transcorre entre as atividades. Para isso, são analisados e tentam-se eliminar 7 tipos de desperdícios muito comuns em alguns processos:

  • Defeitos: se os produtos forem produzidos sem defeitos, não terão que ser reparados ou mesmo refeitos, diminuindo-se a perda de tempo.
  • Talentos desperdiçados: as pessoas que trabalham diretamente com os processos, muitas vezes tem excelentes ideias de ganho de tempo e eficiência. É preciso usar esse talento sempre!
  • Espera: um tradicional fator de perda de tempo, ter que esperar que a tarefa anterior termine para iniciar a próxima, mesmo já tendo terminado o que deveria ter sido feito em sua tarefa. É um dos desperdícios que o mapeamento de processos Lean tenta encontrar e solucionar.
  • Transporte: diminuir ao máximo as distâncias transportadas (e o tempo!), principalmente nas etapas internas dos processos. Isso se faz remodelando layouts de instalações e os locais de estocagem e entrega, por exemplo.
  • Movimento: na mesma linha, outro fator bastante abordado em um mapeamento de processos Lean é a realização de um estudo ergonômico e de deslocamento, para que tudo esteja à mão dos operadores.
  • Inventário: Saber exatamente a quantidade necessária das entradas e saídas, evitando excesso de estoques ou espaços ociosos em armazéns. Muitas vezes o que falta é informação atualizada…
  • Processamento extra: é comum, depois de um mapeamento Lean, se perceber que algumas tarefas eram desnecessárias. Por exemplo: fotografar cada pessoa que entra em um prédio comercial durante o processo de entrada na portaria, quando, muitas vezes, essas pessoas já estão cadastradas no sistema e tem fotos recentes.

Como você viu, o Mapeamento de Processos Lean tem o objetivo de diminuir o ciclo de tempo em cada processo, permitindo mais produtividade, produzindo-se mais em um tempo menor!

Mapeamento

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vilson

O vídeo motivacional “Esforço” do Filósofo Leandro Karnal (2016), diz que “Para crescer profissionalmente eu tenho que saber que isto o esforço é a coisa mais importante de qualquer estratégia, não existe possibilidade de vitória sem esforço, e eu passei a entender que, dar um jeito é o nome que os preguiçosos e vagabundos dão ao Esforço alheio, e que sorte é a classificação que todo vagabundo diz daquilo que alguém fez por Esforço”.

A palavra “ Esforço” no Dicionário Aurélio possui dois significados, um é: “Ação enérgica do corpo ou do espírito; coragem; diligência; zelo; ânimo; vigor” e o outro é “Sem esforço:  com facilidade, sem custo”.

Conforme o Escritor Florêncio Antônio Lopes (2012), “A minha vida sempre foi uma grande luta que não acaba. Na minha caminhada, só tem obstáculos e intransponíveis”.

Tudo vem da educação das pessoas, pois todos temos que conviver com as diversidades, nossas diferenças de pensamentos, de reação e ação perante situações, muitas vezes conflitantes em nosso trabalho. Elas passam, então, a lamentar as dificuldades diárias, só que essas lamúrias vão ficando registradas em sua consciência e, como consequência, acabam tendo mais lembranças de dor e de sofrimento.

É muito comum acontecer isso, essas pessoas têm dias maravilhosos e com grandes expectativas profissionais, mas as dores da derrota fazem se esquecer dos momentos felizes e quando se lembram deles ficam furiosas e é natural que os seres humanos realizam a combinação do prazer das conquistas e da dor, ao mesmo tempo, porém apenas um acaba predominando.

A vida nos mostra que a todo momento temos grandes oportunidades profissionais e nem sempre sabemos aproveitá-las, aliás aqueles que aproveitam, conquistam horas maravilhosas, e realmente se deliciam e obtém prazer nas suas realizações.

O “esforço” então, é a demonstração pura da “ação”, ou seja, o que estamos fazendo para conquistarmos aquilo que muitas vezes acreditamos ser impossível.

Por isso esforce-se, tenha foco, vá ao encontro daquilo que você acredita ser o melhor para a sua vida.

Não existe acaso, existe persistência, vontade, criatividade e muita responsabilidade.

Não existe sorte, o que muitos profissionais têm demonstrado, é a capacidade que tiveram em ter calma, bom ânimo e a vontade de não desistir, e sim persistir até encontrar àquilo que realmente lhes fizessem felizes e realizados como pessoas e profissionais.

O medo é a arma poderosa do inimigo para fazer com que você desista, ela transforma um guerreiro em um mero covarde que passa a reclamar da vida, como se todos ao seu redor tivessem culpa de seus “fracassos”.

O esforço é calmo, tranquilo e traz paz, tudo que faz é por vontade própria, sem medo de errar para que você viva com alegria e tenha um convívio bom com você próprio e com os outros.

Quando você se esforça, faz tudo com prazer de servir e trazer resultados positivos, demonstrando através de seu empenho, a sua trajetória de Sucesso.

Desejo à todos muito Esforço e Sucesso em 2017!

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vilson

Em 1933, regulamentou-se no Brasil a profissão de Engenheiro, e em virtude desse fato, instituiu-se a celebração do dia desses profissionais, os nossos Engenheiros.

Esses profissionais estudam conceitos, tendências, produtos, tecnologia e tudo o que possa colaborar para o desenvolvimento dos setores fundamentais de nossa sociedade.

A Engenharia é “música petrificada”. São esses profissionais que elaboram planos e projetos, definindo materiais, acabamentos, técnicas e metodologias desenvolvidas na construção. São eles que executam obras e serviços, prestando serviços de consultoria, e ainda fiscalizam.

Há pouco tempo éramos uma sociedade de charretes, paralelepípedos e saudades, hoje somos um país moderno, com obras em nossa Engenharia que mesclam ousadia, criatividade e está plenamente atenta para os atuais desafios de nosso mundo: a sustentabilidade e a acessibilidade.

Desenvolver, criar, mas acima de tudo servir ao cliente, e respeitar as necessidades de não somente manter, mas contribuir para a restauração de nosso mundo, podendo preservá-lo para nossas futuras gerações.

Realizando sonhos, construindo arte, desenvolvendo novas tecnologias, máquinas e produtos que fazem um mundo melhor para nós e nossos filhos.

Essa é a missão do engenheiro, e no seu dia, nossas homenagens, e a certeza de que cada vez mais, seremos reconhecidos internacionalmente pela Qualidade e Capacidade dos nossos Profissionais.

A todos os Engenheiros, o tributo sincero de todos nós!

Dia Engenheiro 2016

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vilson

Um Inspetor de Controle de Qualidade é responsável por garantir os mais altos padrões de excelência na produção e fabricação de bens de consumo. Conforme Flávia Saad (2012), “Esse profissional é importante para todas as fases do processo de produção: desde a introdução dos primeiros componentes, ingredientes ou elementos até a embalagem do produto final”.

Os Inspetores de CQ examinam cada passo em busca de falhas, defeitos ou manchas.

A função engloba vários tipos de Especialistas em Qualidade. Em alguns setores, é a pessoa que garante que todos os aspectos de um produto sejam livres de defeitos. Essas considerações normalmente incluem força, peso, dimensões, cor e textura. Em outros ambientes, os Inspetores muitas vezes examinam apenas um aspecto de um produto.

Inspetores Mecânicos, por exemplo, trabalham com a premissa de que todas as partes móveis de um objeto manufaturado estão em sincronia, se encaixam bem e estão devidamente lubrificados. Este funcionário também pode monitorar o cumprimento de cargas elétricas, leituras de pressão de gás e níveis líquidos.

O chamado Classificador observa se os produtos estão separados por especificações, tais como cor, tamanho ou de peso. Cada um destes aspectos é avaliado por um Classificador.

Já o Testador de Controle de Qualidade escolhe aleatoriamente itens de lotes em produção para verificar se há falhas ou defeitos. Os envolvidos no controle de peso só estão preocupados com o peso dos materiais de produção ou do produto acabado.

Todas as etapas de produção tradicionalmente envolvem a exigência de algum tipo de Inspetor de Qualidade, que pode ser responsável pelo controle de matérias-primas antes de serem introduzidas na linha de produção. Outro especialista pode ficar na extremidade final do processo de produção para verificar a qualidade do produto antes de atingir o mercado consumidor.

Inspetores com habilidades altamente desenvolvidas em uma área particular também costumam ficar com testes de calibração e de equipamentos.

Uma vez que produtos passam com sucesso no processo, o inspetor normalmente indica que a análise foi concluída por meio de um marcador físico. Estes marcadores são geralmente pequenas notas, selos ou etiquetas, com um número de identificação do funcionário. Esses sistemas de rastreamento permitem que uma indústria identifique a origem do problema e como ele pode ser solucionado.

A carreira de inspeção de Controle de Qualidade normalmente não exige uma formação específica. Muitos Inspetores são treinados na própria função e se especializam conforme surgem oportunidades.

Inspetor de Qualidade

 

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Com o advento da globalização, sustentabilidade, inovação, à cada dia surgem desafios relacionados as descobertas de novas tecnologias.

E essa realidade nos conduz à busca de maiores responsabilidades, confrontando a teoria com a prática, em todas as profissões, porém nas Engenharias devemos ter um cuidado ainda maior, pois ela vai desde o desenvolvimento de um projeto até a execução e entrega da obra pronta, agregando valor e importância seja qual for sua aplicabilidade> uma casa, uma máquina, um carro, partes do corpo, etc.

Para que essa reponsabilidade seja totalmente cumprida, existem códigos de ética que devem ser respeitados. O profissional das áreas das Engenharias, assume perante o órgão competente a total responsabilidade técnica sobre seus atos, e isso vai muito além da ética, é ser responsável por vidas humanas que possam ser atingidas caso algum detalhe tenha sido negligenciado.

Nos Cursos de Engenharias, existem disciplinas específicas para este fim, nas quais os futuros profissionais, conseguem observar através de condutas irresponsáveis erros que surgem no mercado de trabalho.

Os Engenheiros ou futuros Engenheiros devem saber que, em suas carreiras profissionais, poderão ocorrer efeitos irreversíveis em relação a Projetos ou Serviços Prestados, caso não atuarem com ética e serem incoerentes em seu trabalho.

O CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) é a entidade atuante a nível estadual e constitui a manifestação regional do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA), sendo responsável pela fiscalização do exercício profissional da área tecnológica.

O CREA tem função de verificar, orientar e fiscalizar o exercício profissional com a missão de defender a sociedade da prática ilegal das atividades abrangidas pelo sistema CONFEA/CREA. Estas entidades contribuem para que todas as legislações e anotações (ART) sejam preenchidas e cumpridas automaticamente, verificadas de forma que os trabalhos de Responsabilidades Técnicas ocorram dentro do previsto.

As leis estão claras para todos os Profissionais das áreas das Engenharias e devem ser lidas, entendidas e bem aplicadas, pois as consequências de um ato ilegal serão analisadas pelo CREA de seu Estado, levando à punições.

Na minha vida acadêmica, como Professor e Coordenador de Curso das Engenharias e Arquitetura e Urbanismo, sempre desafiei meus colegas à ensinar as condutas corretas para nossos futuros Engenheiros e Arquitetos, sendo de forma prática, condizente com a realidade e com uma postura correta, perante seus trabalhos.

A utilização de dinâmicas, onde podemos perceber no olhar deste futuro Engenheiro, sua forma de pensar e reagir sobre um determinado problema, realizando justificativas e afirmativas no contexto de erros de gestão e também de pessoas envolvidas junto ao processo do trabalho realizado. Este assunto abordado em sala de aula, faz com que o Acadêmico de Engenharia avalie sua forma de argumentar, de se posicionar frente à uma situação de erro profissional vinculado a não observância da legislação vigente.

Estamos no caminho certo da Educação Profissional, como docentes, exigimos o máximo nas áreas das Ciências Exatas, mas não podemos esquecer das Ciências Humanas, pois ela determinada o perfil profissional para o mercado de trabalho.

Sabemos da realidade econômica atual e que traz reflexos nos negócios de Engenharia, mas temos que em primeiro lugar, verificar nossos Princípios Profissionais na Ética e na Conduta, pois para transformarmos Sonhos em Realidade, o Sucesso não vem por um acaso ele é obra de muita Competência e Responsabilidade.

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As indústrias trabalham visando, sobretudo, o aumento da produção com qualidade e satisfação de seus clientes. Sem dúvida, o aumento na produção é um fator-chave para o aumento nos lucros de uma indústria com melhoria de seus processos. No entanto, é preciso saber gerir sabiamente os recursos, incluindo os recursos humanos, para obter otimização na produção industrial com grau de qualidade em seus produtos.

Não se trata somente de investir em máquinas e equipamentos modernizados – é preciso saber em que investir e por que fazê-lo no período desejado. Tudo deve ser cumprido, seguindo um planejamento estratégico para fins de um bom andamento do projeto a ser executado.

Veja como otimizar a Gestão da Produção Industrial usando estratégias eficientes!

REDUÇÃO DOS CUSTOS DE PRODUÇÃO

Para reduzir custos é necessário ser especializado em produção industrial. Só assim será possível identificar com precisão os gastos que podem ser cortados, os custos que podem ser reduzidos e/ou substituídos.

Portanto, o Profissional qualificado, será o Tecnólogo em Gestão da Produção Industrial, é um especialista em processos de fabricação. No chão de fábrica, serve de intermediário entre os operários e o engenheiro. Mas conhece as particularidades de todas as etapas do processo produtivo, sistemas automatizados e softwares usados em atividades financeiras, de vendas e controle de estoques.

Seu desafio é expor valer-se de métricas e conceitos de análises de valor para avaliar a situação na produção e evitar desperdícios. Além dos conhecimentos em produção industrial, o gestor deve apresentar conhecimentos em logística e administração.

OTIMIZAÇÃO DOS PROCESSOS

Criando novos processos e tornando todos eles mais ágeis e eficientes, será possível oferecer produtos de elevada qualidade aos clientes, além de promover melhorias no trabalho e qualidade de vida dos funcionários.

A otimização dos processos implica, para o profissional, em conhecimento suficiente sobre os processos, ferramentas e equipamentos utilizados no ciclo produtivo, bem como a maneira correta de usá-los com o foco em gestão da melhoria contínua voltada na sustentabilidade.

É necessário compreender determinados conceitos para estas mudanças, obtendo o conhecimento nos recursos e aplicações dos sistemas de informações gerenciais no setor da produção e qualidade.

CRIAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS

Outra forma de otimizar a gestão na produção é investigando e reconhecendo as oportunidades de negócios. É preciso pesquisar e desenvolver novas tecnologias e produtos, além de inovar os produtos que já são fabricados.

Tudo isso deve ser planejado e projetado, analisando a viabilidade (custo-benefício, lucratividade, financiamentos, satisfação do cliente, redução de tempo de produção e entrega e outros pontos).

INVESTIMENTO EM AUTOMAÇÃO

Esse é outro ponto fundamental para uma gestão da produção eficiente. Para melhorar sua produtividade, a indústria precisa investir em tecnologia avançada com ampla ação inovadora tecnológica.  Os processos automatizados garantem a otimização do processo produtivo e a melhoria na qualidade dos produtos, aliando maior eficiência aos melhores resultados.

INVESTIMENTO EM RECURSOS HUMANOS

Apesar dos recursos automatizados (que são predominantes na produção industrial), o fator humano ainda é importante para uma indústria. É preciso que o gestor da produção industrial trabalhe em conjunto com o departamento de recursos humanos, visando promover a melhor integração entre os administradores e os funcionários e entre os funcionários e a tecnologia utilizada com treinamentos, visando a operacionalidade do processo produtivo.

Um ponto fundamental a ser observado nesse processo é a segurança dos funcionários:

  • Orientá-los a usar corretamente os equipamentos e máquinas;
  • Fornecer EPIs e educá-los no uso adequado desses equipamentos de proteção;
  • Investir em EPCs e mostrar a importância da proteção coletiva.

Garantindo a segurança dos funcionários, a produtividade certamente será otimizada, devido à melhoria nas condições de trabalho e ao aumento da eficiência no uso das máquinas, evitando erros e retrabalhos. A utilização correta dos equipamentos resulta, inclusive, em redução dos riscos de acidente, que representam atrasos na produção e ônus para a indústria.

CONTROLE DE ESTOQUE

Por fim, vale a pena salientar a importância de uma boa gestão de estoque para melhorar a produção de uma indústria. Gerada a ordem de produção é fundamental que sejam separados e disponibilizados todos os materiais necessários. Planeje a produção com o chamado MRP (Planejamento das Necessidades de Materiais, em português), cujo objetivo é atingir os níveis ideais de estoque. Trata-se de criar um plano de compras e uso de materiais que supra sua produção na quantidade e no prazo exatos.

Todos estes requisitos mostram a suma importância da Gestão da Produção Industrial, onde o Profissional deve ter um trabalho integrado aos setores produtivos, resultando melhorias em seus processos.

Gestão da Produção

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Conforme o site Carreira e Liderança (2012), o Brasil está em expansão, com isso muito dos jovens que saem do ensino médio busca por uma profissão que lhe garanta um retorno financeiro, logo cada vez mais cresce a busca no ramo da engenharia, que no século XXI se tornou imprescindível para o avanço do país, por ser umas das profissões que possuem um mercado de trabalho amplo, devido às diversas áreas em que atua.

Nos dias de hoje existem milhões de engenheiros formados em áreas distintas, como: Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Automação, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Ambiental, entre outras.

O trabalho de um Engenheiro começa desde o desenvolvimento de um projeto até a sua execução. Analisando um Engenheiro Eletricista, ele está presente em todos os processos, que compreende a geração, transmissão, distribuição e utilização da energia elétrica. Ele planeja, projeta, instala, opera e mantêm instalações elétricas de todos os tipos. Em sua atuação, estuda, projeta e especifica materiais, componentes, dispositivos e equipamentos elétricos, eletromecânicos, magnéticos, de potência e de máquinas elétricas. Coordena e supervisiona diversas equipes de trabalhos em sua área, executando e fiscalizando obras e serviços técnicos.

Já a Engenharia Automação tem outra funcionalidade, exerce um importante papel no processo de modernização das atuais empresas regionais e nacionais, quanto à substituição de processo manual e improdutivo por modernos sistemas automatizados. Além de contribuir significativamente para a globalização do país. Enfim é um engenheiro de extrema importância para a sobrevivência e conservação de indústria de pequeno e médio porte.

A Engenharia Ambiental vem crescendo e se tornando cada vez mais fundamental no século XXI, pois é um ramo que estuda os problemas ambientais de forma integrada nas suas dimensões ecológica, social, econômica e tecnológica, visando à promoção do desenvolvimento sustentável. O profissional que atua nessa área desenvolve e aplica as mais diferentes tecnologias para proteger o ambiente dos danos causados pelas atividades humanas preservando sempre a qualidade da água, do ar e do solo. Para isso, planeja, coordena e administra de forma cautelosa todos os impactos que o meio ambiente sofre. Diante disso, citarei algumas das áreas que um engenheiro ambiental pode atuar: Abastecimento de água; Análise de riscos ambientais; Avaliação de impactos ambientais; Economia ambiental; Educação ambiental, entre outros.

Porém existe ainda a Engenharia de Produção, imprescindível para qualquer indústria, seja ela de pequeno ou grande porte, antes eram apenas responsáveis pelos aumentos das produtividades e pela otimização do recurso. Hoje é responsável por toda parte de mercado, referente ao produto. Essa área estuda desde o planejamento custo benefício do produto, até o cenário econômico em que se encontra o país.

Com todas estas áreas da Engenharia que citei e entre outras, sabemos que o diferencial do Profissional Engenheiro deve interagir com a criatividade no desenvolvimento de mudanças Organizacionais, Estruturais e Tecnológicas para fins de resultados e indicadores satisfatórios à Gestão Integrada da Empresa.

Dessa forma é fácil constatar a necessidade de Engenheiros capacitados no Brasil no século que vivemos, pois é uma das profissões que permite a evolução da sociedade e do país, tendo como base que esses profissionais tendem a buscar o conhecimento, internaliza-lo e executa-lo, concebendo soluções para cada tipo de problema ou situação encontrada.

Importância Século

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Consultores trabalham em diversas áreas, tais como marketing, pesquisa de marketing, tecnologia da informação, auditoria, preparação de impostos, escrita, jardinagem e até em aconselhamento de carreira.

Conforme o Escritor Rick Suttle, “A maioria das empresas de consultoria podem ser iniciadas com um investimento baixo, pois a base do negócio é principalmente o contato pessoal e um computador”. O consultor ajuda as empresas a resolver problemas, onde realmente enquadra a Engenharia, nas questões de viabilidade de resultados com ênfase nas áreas de distribuição e análise competitiva, ou na gestão onde fornece um serviço necessário aos clientes.

Para tornar um consultor de sucesso e consagrado em Engenharia, deve-se traçar seu objetivo voltado para o crescimento dos Resultados de sua Gestão, com ampla Visão Sistêmica da Gestão Integrada e na Satisfação de seu Cliente com Produtos ou Serviços de Qualidade.

Os consultores profissionais de engenharia são contratados para planejar e trabalhar em projetos com uma variedade de clientes. Você pode se tornar um consultor independente ou pode fazer parte de uma empresa que tenha outros engenheiros para complementar outras áreas de atuação das Engenharias.

Conforme o Escritor Kim Fuller, “A maioria dos engenheiros tem áreas de foco específicas que eles estudaram e trabalharam, então muitas vezes é bom você se promover enfatizando suas habilidades e experiências”. Uma vez que os Consultores tenham construído sua clientela, com Resultados e Índices Satisfatórios, é mais provável que eles sejam chamados para trabalhar novamente em projetos futuros para aqueles clientes e outros.

Sendo assim, a Empresa AMBIENTEC – Serviços de Engenharia Ltda, localizada em Rondonópolis – MT, na Região Sudeste do Estado, realiza Consultorias em Engenharia, onde proporciona aos seus Clientes uma Estratégia de Melhoria Contínua de seus Processos de Gestão com ampla Visão Sistêmica de seus negócios. Para obter Bons Resultados e Índices de Alto Desempenho, necessita-se de um Comprometimento de todos os envolvidos na Gestão da Empresa com um trabalho de Transparência e Credibilidade.

Para realização de uma boa Consultoria em Engenharia, os Profissionais envolvidos devem possuir diversas habilidades nas Áreas das Engenharias para que possam diversificar vários trabalhos de consultorias. Quanto mais versátil, mais Oportunidades e Projetos aparecerão como desafios de melhoria na Gestão da Empresa, que necessita da Consultoria.

Todos os resultados, dentro da Consultoria em Engenharia, são avaliados por Profissionais Qualificados e são acompanhados constantemente por atividades diárias da empresa a ser consultada.

Portanto, ser um Profissional Consultor em Engenharia necessita de amplo conhecimento de Gestão e Processos com o Foco nos Resultados Satisfatórios e Índices de Desempenho em constante Crescimento, bem como obter a Satisfação de seus Colaboradores e Clientes.

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Acredito que podemos lembrar do movimento das reengenharias nas organizações brasileiras, ocorrido em meados da década de 1990, que representava um grande número de demissões, nos quais haviam estudos de uma nova geração administrativa. Teve início nos Estados Unidos com Michael Hammer e James Champy foi downsizing, que significa em português, diminuição de tamanho, no caso, da estruturação organizacional.

Conforme o Escritor Amando Terribilli Filhor (2010), “se a palavra “engenharia” é imediatamente associada como construção, a palavra reengenharia, por analogia, representa reconstrução, ou seja, reconstruir algo, sair do zero. Por isso, que na atualidade se discute as reengenharias em três modalidades distintas: a estratégica ou de negócios, a organizacional e a de processos de negócios”.

A reengenharia estratégica ou de negócios funciona como uma opção radical em uma mudança de seu foco, onde suas prioridades de linhas de negócios e visão da empresa consolidam uma integração com o mercado e seu domínio de negócio. As empresas buscam resultados positivos e querem agregar linhas de processos que já possuem em sua unidade fabril.

O segundo tipo de reengenharia, a organizacional, tem por objetivo a mudança da estrutura da organização; em geral, através da redução dos níveis hierárquicos, onde as tecnologias nos dias de hoje, proporcionam esta opção. É através deste tipo de reengenharia que se promove as radicais mudanças culturais nas organizações, com reduções drásticas nos enxugamentos de equipes, com estudos da melhoria de processos diários, ocorrendo as demissões de líderes que não estão alinhados com estas mudanças do mercado.

Finalmente, a reengenharia de processos de negócios, é um estudo fundamental para a gestão, onde os critérios à serem valorizados são, a competitividade e qualidade de seus produtos e serviços, com redução de custos. É através desta reengenharia que as empresas mudam a forma de fazer negócio, em relação à reestruturação da empresa.

Para este caso, há necessidade de se pensar todo o tempo em melhorar a forma de fazer negócio. Por exemplo, ter como foco na satisfação do cliente, com resultados de crescimento de vendas e com um produto de alta qualidade, trazem lucros e assim, proporciona o Sucesso Empresarial.

O mercado está cada vez mais competitivo, por isso, as empresas estão predispostas a mudar suas estruturas. Há hoje no mercado softwares específicos para mapeamento dos processos e excelentes profissionais com vivência na área de redesenho de processos, inclusive, com conhecimentos em gestão de processos, gestão de riscos e indicadores. A reengenharia proporciona uma reflexão na gestão empresarial, com uma análise criteriosa na sua estrutura organizacional, visando um sistema enxuto e agregando qualidade em seus produtos ou serviços com resultados satisfatórios.

Qualquer que seja o tipo de reengenharia a ser utilizada pela organização, ela deve ter como base o mercado de seus produtos e serviços observando a competitividade da organização usando as estratégias sobre o domínio de sua área do conhecimento.

Para isso acontecer em sua empresa, necessitam de estudos, pesquisas, riscos, investimentos em tecnologia e na capacitação de profissionais, além de criatividade e coragem para sim, ter Sucesso Empresarial no mercado atual.

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Conforme Manoel Hygino (2012), “os prédios caindo, casas que ruem, muros de arrimo que desabam, obras públicas com defeitos e sob suspeitas múltiplas, inclusive de superfaturamento, tetos que afundam, marquises que matam transeuntes, enfim uma infinidade de problemas que põem em risco as vidas e o bom nome de profissionais no setor”.

No Brasil, necessitamos da conscientização de Profissionais de Engenharia, principalmente para os futuros Engenheiros que estudam em Universidades, onde a Ética deve ser aplicada desde o início do Curso de Engenharia, focada na obrigatoriedade do cumprimento à normas legais, nas decisões governamentais locais e também conhecer as devidas orientações dos órgãos encarregados de zelar pelo setor de Classe.

Existem já reuniões de Profissionais de Engenharia onde à Ética tem se falado e discutido, mas sem o cumprimento e o compromisso social que ela impõe; na política, na administração pública, nas ações do empresariado, no exercício de todas as áreas das Engenharias e também, não podemos deixar de registrar a impunidade dos “maus profissionais de engenharia” em laudos e também na aplicabilidade do mercado no preço de seu projeto à ser executado.

Somos uma classe de profissionais de alto grau do conhecimento e sabemos que possuímos responsabilidades técnicas e também sociais, onde a realidade comporta razões éticas de integridade moral perante nosso Colegas de profissão.

O aprendizado faz criar estas responsabilidades no decorrer das disciplinas do Curso de engenharia e assim, formando sua identidade e seu foco no ramo das competências e habilidades à serem exercidas no decorrer de sua profissão.

Professores e Grandes Profissionais de Engenharia que possuem experiências contribuem sempre para formação de grandes Engenheiros, e muitos lembram com carinho sua vida acadêmica em visitas técnicas ou até palestras com profissionais reconhecidos em sua cidade ou região.

Por estas e outras razões, sabemos do alerta para as “realizações de interesse social e humano” e que os Engenheiros contribuem nas situações pertinentes aos empreendimentos que promovem o desenvolvimento sustentável do país e configuram a intervenção tecnológica sobre os ambientes naturais e construídos.

Ser Ético na Engenharia é ser um profissional que tem a capacidade de melhorar o mundo e a sociedade em que vive.
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