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Conforme o escritor Deivison Pedroza (2017), em seu BLOG, “Estamos diante de uma grande revolução Tecnológica que está mudando quase tudo que conhecíamos, até pouco tempo atrás”.

  • ÉPOCA DE MUDANÇAS E TRANSFORMAÇÕES

Os negócios, as pessoas e os produtos estão em uma transformação desenfreada e a grande verdade é que os espaços estão se encurtando para todos aqueles que querem faturar a mesma coisa, fazendo o que faziam há 10 anos.

Os ciclos estão se encurtando e possivelmente, nos próximos quinze anos a maioria das grandes empresas que existem, irão virar lenda urbana.

Sou do tempo em que para me deslocar no Centro de são Paulo, eu precisava andar com um livro do meu lado. Era uma loucura, enfrentar o trânsito e ainda tentar se localizar entre mapas com letras minúsculas e guias intermináveis em papel. Para o meu filho de 10 anos é incompreensível não ter um app como o WASE, naquela época.

Mal sabe meu filho que nossos relacionamentos, nossa privacidade, a forma como fazemos negócios e como expomos nossos produtos hoje, não era feito pelo Facebook, Twitter, Linkedin, Snapchat, tinder e muitos outros app.

  • O NOVO MUNDO DESPERTOU

É necessário se abrir a este mundo novo, no qual vivemos expostos e totalmente “globalizados”. Como já diz Mark Zuckerberg, “um mundo mais aberto e conectado é um mundo melhor. Ele traz relacionamentos mais fortes com as pessoas que você ama, uma economia mais forte, com mais oportunidades e uma sociedade mais forte, que reflete todos os nossos valores”.

E mesmo que a gente não esteja disposto a se abrir para este novo mundo, não importa. Ele está imerso no nosso dia a dia. Semana passada, por exemplo, estava ouvindo música no carro e depois de algumas horas, percebi que não havia CD no player e nem pen drive. Era o meu celular que tocava sem parar, sem perder conexão, sem repetir uma música. Eu estava usando a playlist do SPOTIFI para escutar as minhas músicas preferidas.

  • DE ONDE VEM A CRISE?

– Emissoras de Televisão

A Crise das TV’S abertas e dos canais fechados atualmente, chama-se, NETFLIX. Isso faz com que as emissoras de TV se planejem para mudar agora ou continuarão a assistir seus telespectadores sumindo.

– Montadoras de carro

As montadoras de automóveis já não conseguem se manter líderes em vendas, isso porque a CRISE das montadoras é fruto do novo comportamento humano: bicicletas, carros compartilhados e metrôs. Eles são o transporte do agora e do amanhã. Os consumidores estão freando seus gastos, fugindo dos engarrafamentos e acelerando na direção da sustentabilidade.

– Hotéis

A atual crise dos Hotéis, com certeza é o AIRBNB.  A Economia do futuro está caminhando para ser cada vez mais colaborativa. Por isso, a sua casa pode se transformar em um hotel 5 estrelas, já os hotéis se não mudarem, eles podem se transformar em grandes elefantes brancos.

– Shopping Center

A grande crise dos Shoppings centers com certeza, chama-se E-comerce e IFOOD. As lojas físicas como conhecemos estão virando Showroom. Todos estão perdendo espaço para as lojas virtuais. Isso porque, o conforto de comprar pela internet está valendo mais que qualquer desconto. Os restaurantes já estão servindo prato online; O sabor e o lucro para quem apostou nisso é bem real.

– Táxi

As corridas de táxi estão as minguas, as placas de TÁXI que valiam fortunas, hoje, valem o mesmo que uma Licença para operar o UBER ou o CABIFY: NADA. As cooperativas de TÁXI que viviam na soberba, dispensando associados e clientes, terão que cooperar em outra atividade.

– Faculdades

A Crise das Faculdades com certeza são os cursos EAD. O Modelo antiquado de formar alunos, perdeu espaço para as formas práticas da Internet.

  • INDÚSTRIA: MUDANÇAS NO SETOR

Na contração dos legisladores e das nossas formas ultrapassadas de Gestão.  Está surgindo a indústria 5.0 e a virtualização das coisas.

Não faz mais sentido, por exemplo, consumir horas e mais horas de treinamentos presenciais em atividades perigosas, insalubres e de alto risco, sendo que a pratica de treinamentos através de realidade virtual, permite-nos estar e sentir tudo isso, de forma bem mais intensa, barata e segura.

Não fique preso àquilo que você vivenciou ontem. O futuro é o agora e está cada vez mais acelerado. Reveja seus conceitos e busque fazer diferente aquilo que sempre fez igual. Faça parte dessa quarta revolução.

O DINHEIRO SE TORNOU VIRTUAL.

AS OPORTUNIDADES SE TORNARAM VIRTUAIS.

E VOCÊ? QUANDO VAI CAIR NA REAL?

 

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Conforme a Engenheira Química Luiza Guimarães “Uma boa gestão industrial pode estar ligada, principalmente, a quatro fatores: pessoas; processos; tecnologia e demandas externas”.

Realizar uma gestão eficiente de qualquer negócio não é uma tarefa fácil e envolve diversos fatores que devem ser administrados constantemente. No setor industrial, para conseguir superar os desafios impostos pela abertura do mercado na década de 90, muitas organizações passaram a adotar práticas de gestão industrial já conhecidas. Porém, adotar essas práticas sem levar em conta todos os fatores envolvidos no negócio, como recursos disponíveis, estrutura organizacional, entre outros, vem levando muitas indústrias a experiências frustrantes.

Sendo assim, o maior obstáculo do gestor de fábrica dentro de um cenário competitivo é a capacidade de integrar, de forma harmônica, os diversos processos da área industrial com as pessoas que compõem a empresa, assim como as suas demais áreas. Dessa forma, é possível dizer que uma boa gestão industrial pode estar ligada, principalmente, a quatro fatores: pessoas; processos; tecnologia e demandas externas.

Seguindo esse pensamento, colocamos abaixo os 7 erros mais comuns que são cometidos por gestores empresariais:

1 – Demanda Mal Calculada

É preciso adequar a capacidade de produção da indústria às demandas com as quais ela se compromete. Para manter uma produção sustentável e um ambiente de trabalho saudável para os empregados, assim como uma relação de confiança com o cliente, é essencial que o gestor saiba avaliar quais são as habilidades atuais, capacidade de produção e possibilidades de crescimento da sua indústria. Sempre que uma demanda exceder um desses limites, ela deve ser recusada. Além disso, é importante que o gestor de uma indústria vise um crescimento uniforme ao invés de aumentos súbitos na produção.

2 – Informações Desorganizadas e Soltas

Dados sobre a produção, estoque, funcionários, finanças e demandas devem sempre estar atualizados, organizados e facilmente acessíveis pelo gestor industrial, geralmente através de um banco de dados. No entanto, como muitas fábricas fragmentam suas áreas, muitas das informações também acabam se desencontrando. Assim, não é possível avaliar o real estado do negócio, o que leva a decisões ruins para o futuro da empresa. Dessa forma, uma maior integração e comunicação da equipe é fundamental para agilizar processos e otimizar a produção.

Além de gestão industrial agora você também quer saber mais sobre gestão da informação? Confere esse artigo feito em parceria da Fluxo Consultoria com a Nomus: “Descubra 5 motivos para investir na gestão da informação no seu empreendimento”! e melhore sua gestão industrial.

3 – Ausência de Treinamento

Investir em uma mão de obra constantemente treinada e requalificada é imprescindível para o crescimento do negócio. A tecnologia industrial está em constante mudança, com novos equipamentos, conceitos e processos. Sendo assim, atualizar o conhecimento dos funcionários garante maior competitividade para o negócio e reduz os custos da fábrica no médio prazo.

4 – Ausência de Manutenção

É comum escutarmos que investir em manutenção significa um gasto desnecessário para a fábrica. No entanto, quando tratada de forma correta, como um processo essencial para o negócio e que deve ser feito periodicamente, se torna uma ação estratégica que pode diferenciar a sua indústria das demais. A preocupação com a manutenção de todo espaço da fábrica deve ser pensada durante o planejamento do layout industrial.

5 – Realizar apenas a Manutenção Corretiva

Muitas indústrias, apesar de realizarem a manutenção, encaram a mesma como uma medida corretiva. O ideal, no entanto, é realizar uma manutenção preventiva em todo os equipamentos do processo de produção. Estar preparado frente aos possíveis problemas também é fundamental para que o crescimento, como falado acima, seja uniforme. Afinal, caso uma indústria tenha que realizar uma manutenção relâmpago, isso geraria gastos que não estavam previstos, impactando negativamente esse crescimento.

Sendo assim, ter a manutenção preventiva como um gasto previsto para o negócio pode significar o diferencial no momento de desafio. Além disso, é importante na gestão industrial que os ciclos de manutenção devam se adequar aos regimes de produção e reduzir as perdas de um reator em batelada, por exemplo.

6 – Mão de obra desqualificada na liderança de Gestão da Manutenção

Ter um conhecimento técnico e teórico adequado é importante para esse cargo. A manutenção é uma área da engenharia e é necessário que esse conteúdo esteja sempre atualizado dentro do negócio. Acreditar que existem espaços para cometer erros na área da manutenção é o principal motivo para a ocorrência de acidentes que, dependendo da gravidade, podem trazer prejuízos para a imagem da empresa, além do prejuízo financeiro.

7 – Logística Fragmentada

Para que uma indústria funcione de forma eficiente, a sua logística deve funcionar de forma integrada, ou seja, todas as áreas da produção devem se comunicar de forma dinâmica, capazes de se adaptar aos obstáculos inesperados. Além disso, os processos da empresa devem ser bem definidos para garantir a produção uniforme e manutenção das características do produto. Saiba mais nesse artigo sobre Modelagem de Processos.

Dessa forma, um bom gestor deve saber avaliar essa cadeia de forma crítica e identificar quais elos entre os processos não estão funcionando como deveriam e precisam de planos de melhoria. Caso isso não seja feito de forma correta, a empresa corre o risco de atrasar demandas, gerando prejuízo.

Como consultores, percebemos que a produtividade das fábricas poderia ser bem maior se a gestão industrial não cometesse mais esses 7 erros.

“Se você trabalha em uma indústria ou fábrica que cresce abaixo do potencial, lembre-se de que o primeiro passo é analisar a interação entre pessoas; processos; tecnologia e demandas externas”.

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vilson

Conforme o site CWK Sistemas (2017), a compra de matéria-prima, investimento em maquinário, realização de pesquisas para inovar as soluções, controle do estoque e expedição dos produtos são algumas das atividades desempenhadas no dia a dia de qualquer indústria. E bem sabemos que manter o controle de tudo isso não é nada fácil, pois envolve processos complexos e que exigem muita atenção durante o planejamento, a organização e a análise de todos os dados. A boa notícia é que um software de gestão para indústrias pode facilitar as coisas, pois integra informações de todas as áreas, proporcionando uma gestão muito mais ágil e segura.

Mas não pense que basta sair por aí pesquisando por uma solução ERP que tudo estará resolvido. Uma indústria tem necessidades bem diferentes do comércio e de prestadores de serviços e, por isso, deve levar tais especificidades em consideração na hora de escolher o sistema ideal. Contar com um ERP direcionado para o setor industrial oferece inúmeras vantagens, entre as quais podemos citar a facilidade na organização e no acompanhamento dos processos, o aumento da produtividade e a tomada de decisões mais assertivas. Isso porque os processos são otimizados e, como consequência, a empresa consegue aproveitar da melhor forma todo o potencial que tem.

O que um bom software de gestão para indústrias deve ter

Você sabe exatamente o que considerar para escolher o software de gestão ideal para sua indústria? Para ajudá-lo, listamos os aspectos principais que você deve levar em conta na hora da escolha de um bom ERP industrial:

Soluções flexíveis

Não é difícil encontrar empresas que oferecem em seu portfólio sistemas ERP que atendam aos mais diversos segmentos. Entretanto, conforme comentamos antes, as indústrias funcionam em um ritmo bem particular. As demandas são outras e o sistema de gestão precisa se adaptar a elas. Dessa forma, um dos primeiros pontos a se analisar durante a escolha do ERP para a sua realidade é a flexibilidade que ele oferece.

Isso significa que o sistema precisa se adaptar às necessidades da indústria, considerando tanto as particularidades do setor quanto as de cada tipo de manufatura. Por exemplo, uma indústria têxtil tem demandas diferentes de uma metalúrgica, que também não tem as mesmas de uma farmacêutica. Por isso, confira se as funcionalidades atendem às especificidades do seu negócio e veja se a empresa que oferece o produto conhece a realidade industrial e já trabalha com esse público. Se os clientes dela têm necessidades similares às suas, as chances de oferecer o que você precisa são bem maiores.

Para conhecer bem o fornecedor, uma dica é observar o tipo de conteúdo que ele disponibiliza nos canais digitais, como site, blog e redes sociais. Se ele fala diretamente para indústrias e apresenta informações relevantes e sensatas para o setor, então deve conhecer bem o público com quem trabalha. Essa pesquisa, claro, não exclui a necessidade de contato mais direto com os profissionais, pois é a partir dele que você realmente ter segurança na escolha.

Implementação de qualidade

Contar com o apoio de um profissional capacitado para a instalação do ERP na sua fábrica é um aspecto muito importante na escolha do sistema. O motivo é simples: a implementação não pode ser resumida apenas a instalar o programa, pois está relacionada também ao treinamento dos funcionários que vão trabalhar com ele e às sugestões de melhorias no processo de produção atual. É por isso que a presença de um especialista faz toda a diferença.

Ele vai ajudar no aprimoramento das atividades da sua indústria, corrigindo possíveis falhas, fazendo os ajustes necessários e orientando os colaboradores que devem trabalhar com o ERP. Também é importante procurar por fornecedor que ofereça treinamento e suporte. É importante que o contato seja fácil e que ele fique à disposição para ajudá-lo. Afinal, sua indústria não pode ficar parada por conta de algum imprevisto. Tudo deve funcionar corretamente e você precisa prever isso na hora de escolher o seu sistema de gestão.

Alta tecnologia

Bem sabemos o quão difícil é mudar a forma de trabalho em uma empresa, principalmente quando falamos em substituir ou implementar um novo sistema em meio a processos que não podem esperar. Todo esse trabalho (e investimento) tem que valer a pena, sendo comprovado nos resultados, concorda? Por isso é essencial que o ERP escolhido seja atualizado e ofereça as ferramentas mais modernas para cada setor da indústria. Isso significa, por exemplo, que a emissão das notas fiscais precisa estar em dia para atender às exigências fiscais e ser feita de forma simplificada.

Para isso, a empresa parceira deve se renovar constantemente, buscando sempre novas soluções para facilitar o trabalho dos clientes e oferecer o melhor para a realidade industrial. O ERP deve considerar duas importantes áreas que estão a todo momento mudando: gestão e tecnologia. O software precisa, portanto, apresentar funcionalidades que acompanhem as novidades dessas áreas.

Uma solução completa

Um bom sistema de gestão industrial precisa contemplar as áreas de vendas, finanças, materiais, custos, produção, controladoria, RH e business intelligence (BI). Com isso, a solução precisa ter ferramentas que atendam a essas áreas, pois elas são básicas para o andamento das atividades, garantindo a gestão de todo o processo de compras, o mapeamento de toda a produção, o controle financeiro completo, a rastreabilidade de materiais dos fornecedores, a gestão de cotação de preços e o controle do estoque, por exemplo.

Por falar nisso, lembra que uma das dicas fundamentais para a escolha certeira do ERP é a implementação de qualidade?

E então, que tal saber mais sobre nosso ERP e considerá-lo como opção para a sua indústria?

ERP

 

Muitas empresas se esquecem de incluir em seus processos de gestão um programa para planejar melhor a manutenção de seus equipamentos. Um lema bastante conhecido é melhor prevenir do que remediar deve ser aplicado às indústrias que pretendem aumentar a produção e reduzir custos. Por isso, conforme o autor Hayrton Rodrigues do Prado Filho (2011), “as empresas perceberam a importância de possuir profissionais com capacidade para garantir e melhorar o funcionamento das máquinas, evitando as indesejáveis quebras”.

Antes, a manutenção era considerada um problema, uma área que gerava custos. Hoje, a gestão da manutenção é considerada uma área estratégica e voltada para os resultados da organização. A quebra de uma máquina significa afetar a linha de produção de uma indústria ou mesmo parar a fabricação. Com isso, além da despesa com a troca de peças, a empresa perde dinheiro com máquinas inoperantes. Para que isso não aconteça, os profissionais da área de gerencia da manutenção identificam problemas recorrentes e buscam soluções para evitar quebras nas máquinas.

Assim, a manutenção dos equipamentos de produção é um elemento chave tanto para a produtividade das indústrias quanto para a qualidade dos produtos, pois as interrupções levam quase sempre a uma queda na qualidade. Máquinas com defeito trabalhando de forma inadequada não fabricam produtos dentro das especificações previstas. As paradas não programadas da linha de produção geram a queda na receita, se convertendo em prejuízos significativos. Com a ocorrência de paradas, eleva-se o custo da produção, diminuindo a produtividade, o lucro e comprometendo a qualidade dos produtos.

Em consequência, torna-se fundamental para o sucesso da manutenção o planejamento e controle da manutenção, onde de forma planejada e organizada a equipe passa a intervir nos equipamentos. Uma das etapas essenciais é a determinação dos equipamentos críticos ao processo, os quais necessitam de atenção especial, seja no projeto, na instalação ou na determinação das manutenções. O gestor da manutenção deve classificar esses equipamentos, o que muitas vezes não é uma tarefa fácil, uma vez que envolve múltiplos critérios. O processo decisório da manutenção, desenvolvido nas empresas, tem-se caracterizado por uma abordagem informal sem embasamento quantitativo e metodológico. Sem um programa de manutenção, uma vez que máquinas e equipamentos com defeitos e/ou parados geram os prejuízos inevitáveis, provoca-se a diminuição ou interrupção da produção; atrasos nas entregas; perdas financeiras; aumento dos custos; produtos com possibilidades de apresentar defeitos de fabricação; insatisfação dos clientes; e perda de mercado.

De uma maneira geral, a manutenção em uma empresa objetiva manter os equipamentos em condições de pleno funcionamento para garantir a produção normal e a qualidade dos produtos; e prevenir prováveis falhas ou quebras dos elementos das máquinas. Para que possa ocorrer a manutenção, há necessidade que existam à disposição: os recursos materiais – equipamentos de teste e de medição, ferramentas adequadas, espaço físico satisfatório, ente outros; os recursos de mão de obra – dependendo do tamanho da empresa e da complexidade da manutenção aplicada, há a necessidade de uma equipe formada por profissionais qualificados em todos os níveis; os recursos financeiros – necessários para uma maior autonomia dos trabalhos; e os recursos de informação – responsável pela capacidade de obter e armazenar dados que serão a base dos planos de manutenção.

A manutenção não planejada ocorre quando não há uma programação de data e hora; podendo ocorrer a qualquer momento. Por isso é conhecida como corretiva, já que visa corrigir problemas. A inesperada tem o objetivo de localizar e reparar defeitos repentinos em equipamentos que operam em regime de trabalho contínuo. A ocasional consiste em fazer consertos de falhas que não param a máquina. Ocorre quando há parada de máquina, por outro motivo que não defeito, como por exemplo, no caso de atraso na entrega de matéria prima.

Já a manutenção planejada ocorre com um planejamento e programação prévios. Classifica-se em: preventiva que consiste no conjunto de procedimentos e ações antecipadas que visam manter a máquina em funcionamento; preditiva que é um tipo de ação preventiva baseada no conhecimento das condições de cada um dos componentes das máquinas e equipamentos que são obtidos por meio de um acompanhamento do desgaste de peças vitais de conjuntos de máquinas e de equipamentos; detectiva que é manutenção preditiva dos sistemas de proteção dos equipamentos, como painéis de controle.

A Manutenção Produtiva Total (TPM) não é um tipo de manutenção, mas um sistema de gerenciamento completo, envolvendo todos os tipos de manutenção. Foi desenvolvido no Japão e tem uma visão holística, isto é, o operador de uma máquina é responsável mais do que por sua simples operação. A manutenção corretiva corresponde ao estágio mais primitivo da manutenção mecânica. Entretanto, como é praticamente impossível acaba totalmente com as falhas, a manutenção corretiva ainda existe. É definida como um conjunto de procedimentos que são aplicados a um equipamento fora de ação ou parcialmente danificado, com o objetivo de fazê-lo voltar ao trabalho, no menor espaço de tempo e custo possível. É, portanto, uma manutenção não planejada, de reação, no qual a correção de falha ou de baixo desempenho se dá de maneira aleatória, isto é, sem que a ocorrência fosse esperada. Implica em altos custos, porque causa perdas na produção e geralmente a extensão dos danos aos equipamentos é maior. É importante observar que pode englobar desde a troca de um simples parafuso de fixação quebrado como substituir todo um sistema elétrico em pane. Nas instalações industriais, as paradas para a manutenção constituem uma preocupação constante para a programação da produção. Se as paradas não forem previstas, ocorrem vários problemas, tais como: atrasos no cronograma de fabricação, indisponibilidade da máquina, elevação de custos, etc.

Para evitar esses problemas, as empresas introduziram o planejamento e a programação da manutenção. A manutenção preventiva é o estágio inicial da manutenção planejada e obedece a um padrão previamente esquematizado. Estabelece paradas periódicas com a finalidade de permitir os reparos programados, assegurando assim o funcionamento perfeito da máquina por um tempo predeterminado. A manutenção preditiva é uma fase bem avançada de um plano global de manutenção. Refere-se ao processo no qual a intervenção sobre um equipamento ou sistema somente é realizado quando este apresente uma mudança na sua condição de operação. Significa predizer as condições de funcionamento dos equipamentos permitindo sua operação contínua pelo maior tempo possível.

Todo o controle se dá pela observação (monitoramento) destas condições, como por exemplo, pela observação do nível de ruído de um determinado mancal de rolamento. É aquela que indica as condições reais de funcionamento das máquinas com base em dados que informam o seu desgaste ou processo de degradação. Trata-se da manutenção que prediz o tempo de vida útil dos componentes das máquinas e equipamentos e as condições para que esse tempo de vida seja bem aproveitado.

Manutenção

Conforme a Empresa Esss (2017), a também chamada de quarta revolução industrial, a indústria 4.0 é um conceito nascido no ano de 2012 na Alemanha, que se originou de um projeto do governo do país que, assegurando que a tecnologia era um excelente alicerce para a mudança e evolução necessárias na indústria de todo o mundo, definiu sistemas de produção inteligentes, conectando máquinas, sistemas e ativos. A quarta revolução industrial permite coletar e analisar dados entre máquinas, criando processos mais rápidos, mais flexíveis e mais eficientes para produzir produtos de maior qualidade a custos reduzidos. Esta realidade só se torna possível devido aos crescentes avanços tecnológicos da área da tecnologia da informação e engenharia.

FUNDAMENTOS 4.0

Diante da evolução a serviço da indústria, também se criaram sistemas de produção inteligentes, o que envolve a união de tecnologias físicas e digitais e a integração de todas as etapas do desenvolvimento de um produto ou processo, o que traz como grande impacto positivo mais eficiência e aumento da produtividade.  Para tanto, algumas bases tecnológicas e digitais se evidenciam, sendo:

Tempo real: Acompanhar e analisar dados em tempo real, garantindo maior assertividade na tomada de decisões. Saber todas as etapas do processo no momento em que elas acontecem.

Virtualização: A simulação computacional já é uma realidade, porém, a revolução da indústria propõe o monitoramento remoto dos processos de produção, a fim de evitar eventuais falhas e tornar a rede de produção mais eficiente. A virtualização dos processos industriais permite a rápida tomada de decisão através de simulação computacional utilizando dados reais coletados em tempo real.

Descentralização dos processos decisórios: Com o propósito de melhorar a produção na indústria, sistemas cyber-físicos tomam decisões com base em análise de dados, sem depender de ação externa, tornando a tomada de decisão mais segura e certeira.

Modularização: Neste conceito, o sistema é dividido em módulos, ou seja, em partes distintas. Desta forma, uma máquina irá produzir de acordo com a demanda, visto que irá utilizar somente os recursos necessários para a realização de cada tarefa, garantindo otimização na produção e economia de energia.

E para sustentar esta base, existem alguns pilares essenciais que impulsionam a evolução da indústria 4.0. Estes eixos nos quais o conceito se articula englobam nove postos-chaves: big data e análise de dados, robótica, simulação, internet das coisas (Internet of Things – IoT), cibersegurança, cloud computing, manufatura aditiva, sistemas de integração horizontal e vertical e realidade aumentada.

A ANÁLISE DOS DADOS E BIG DATA

Análise e gestão de grandes quantidades de dados está permitindo maior performance de otimização de processos industriais, melhorando o consumo de energia e qualidade de produção nas fábricas que estão sabendo como fazer este paradigma tecnológico.

ROBÓTICA

Utilizar robôs na indústria não é um conceito novo, mas, na indústria 4.0 eles ganham habilidades além dos seus antecessores, conseguindo incorporar novas capacidades para trabalhar sem um supervisor humano sendo capazes de trabalhar para automatizar e coordenar uma série de tarefas logísticas e de produção. Além de reduzir os custos, estes robôs representam um aumento na produção.

SIMULAÇÃO

O uso de simulação computacional é essencial para garantir a qualidade e eficiência no desenvolvimento de produtos. Também conhecida como Computer Aided Engineering (CAE), esta ferramenta auxilia as empresas a desenvolverem e aperfeiçoarem seus produtos e processos. Com o suporte do computador, os profissionais podem realizar diferentes análises – estáticas, de fluidos, dinâmicas, térmicas, eletromagnéticas, acústicas, entre outras – que proporcionam benefícios como a redução de custos e de tempo na elaboração do projeto, aumento da produtividade, facilidade na detecção de erros e auxílio na identificação de soluções. Na indústria 4.0, a simulação computacional pretende utilizar mais amplamente as informações da planta, analisando dados em tempo real, aproximando o mundo físico e virtual. O resultado da captura destas informações é o chamado digital twin, onde toda a cadeia de criação de um produto passa a ter seu representante idêntico também no mundo virtual. Isto irá permitir aos operadores testar e aperfeiçoar as configurações das máquinas para o próximo produto na linha de produção virtual antes de qualquer mudança real, gerando otimização de recursos, melhor performance e mais economia.

SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL

Considere a crescente necessidade – interna e externa – de gerir sistemas integrados para disponibilizar uma plataforma única onde todos tenham acesso. Atualmente, nem todos os sistemas são totalmente integrados, faltando uma coesão entre empresa-clientes e até mesmo o processo de produção de uma indústria carece de uma integração plena. A indústria 4.0 propõe uma maior harmonia entre todos que façam parte do ecossistema, garantindo uma gestão integral de experiência, para que cadeias de valor sejam realmente automatizadas.

INTERNET DAS COISAS (IOT)

internet das coisas (em inglês, IoT – Internet of Things) consiste na conexão entre rede de objetos físicos, ambientes, veículos e máquinas por meio de dispositivos eletrônicos embarcados permitindo a coleta e troca de informações. Na indústria de produtos e serviços, a IoT representa diversas tecnologias que anteriormente não estavam conectadas e que agora estão interligadas por meio de uma rede baseada em IP (internet protocol). Isto é um dos alicerces do crescimento digital. Aplicada à indústria 4.0, este conceito espera que um maior número de dispositivos sejam acrescentados e conectados por intermédio de padrões tecnológicos, permitindo que dispositivos de campo se comuniquem e interagem com os outros como controladores mais centralizados.

CIBERSEGURANÇA

A indústria do futuro necessita que todas as áreas da empresa estejam conectadas, por isso a cibersegurança é um elemento fundamental para proteger sistemas e informações de possíveis ameaças e falhas, que podem vir a causar transtornos na produção.

CLOUD COMPUTING

Este modelo tecnológico está permitindo sustentar o desenvolvimento da indústria 4.0. Mais e mais tarefas relacionadas com a produção de bens e serviços requerem o uso de aplicativos e dados compartilhados entre diferentes localidades e sistemas para além dos limites dos servidores de uma empresa. A computação em nuvem fornece uma grande redução de custo, tempo e eficiência.

MANUFATURA ADITIVA

Também conhecida como impressão em 3D, este pilar envolve a produção de peças a partir de camadas sobrepostas de material, normalmente em forma de pó, para se obter um modelo 3D. Esta estratégia pode ser utilizada para criar produtos personalizados que oferecem vantagens de construção e desenhos complexos.

REALIDADE AUMENTADA

Apesar de ser um dos pilares menos desenvolvidos da indústria 4.0 até o momento, a realidade aumentada suporta uma variedade de aplicações e serviços em diferentes campos, como a medicina e educação. Aplicada às necessidades da indústria, é possível ter desde instruções de montagem enviadas via celular para desenvolvimentos para peças de protótipo até o uso de óculos de realidade aumentada para a gestão e operação de determinadas máquinas, melhorando procedimentos de trabalho.

A indústria 4.0 não está limitada somente às empresas. O conceito é um conjunto que integra toda cadeia de valor e faz com que a sociedade tenha um benefício coletivo para quem se insere neste novo processo. A característica mais evidente dessa revolução é a digitalização das informações. Por outro lado, as demandas em pesquisa e desenvolvimento oferecerão oportunidades para profissionais tecnicamente capacitados, com formação multidisciplinar para compreender e trabalhar com a variedade de tecnologia que compõe uma fábrica inteligente. Essa transformação digital será obrigatória e um importante passo para qualquer negócio. A sua empresa está preparada?

Indústria 4.0

vilsonCom um grande aprendizado no contexto do Conhecimento e Criatividade na área do Projeto de Produto, no Mestrado (stricto sensu) realizado pela Universidade Federal de Santa Maria – RS, tive a oportunidade de realizar estudos sobre o Desenho Industrial, com o Amigo e Professor Dr. Luiz Antônio Vidal Negreiros Gomes.  A Designer Silvia Dapper (2012) comenta que “A metodologia de Bonsiepe (1983) fornece uma orientação para o processo projetual apresentando técnicas e métodos para o desenvolvimento de produtos, através de projetos experimentais”.

O autor defende que o desenhista projetual deve ter uma liberdade relativa na seleção de alternativas para o projeto, podendo tomar decisões pessoais devido a sua competência profissional. Sendo assim, Bonsiepe somente sugere as propostas por ele utilizadas, que poderão ser selecionadas para o desenvolvimento de outros novos produtos.

O autor organizou os procedimentos de desenvolvimento de produtos conforme os seguintes passos:

  • Problematização: Nesta primeira etapa é onde são traçadas as metas gerais do projeto. Devem ser apresentados os fatores e as influências do problema e as situações que devem ser melhoradas. A problematização serve como uma introdução ao projeto, devendo ser apresentada de forma breve e concisa.
  • Análise: Nesta etapa faz-se uma análise das características dos produtos e processos existentes. Bonsiepe não sugere uma análise detalhada de produtos similares, e sim, um levantamento do estado da arte, onde devem ser conferidas as funções, características de uso do produto, análise funcional, de materiais, estrutural, morfológica, ergonômica, entre outras que venham ser definidas pelo projetista. O objetivo desta etapa consiste em preparar o campo de trabalho para, posteriormente, entrar na fase de design do produto, juntando e interpretando informações que poderão ser relevantes ao projeto.
  • Definição do problema: Nesta etapa é feita uma síntese do problema, onde estes devem ser estruturados, fracionados e hierarquizados. É o momento em que se definem os requisitos e prioridades, para que possa dar início à formulação do projeto. Bonsiepe sugere listar estes requisitos e demais parâmetros condicionantes, como materiais, processos e preços, pertinentes ao projeto, para a obtenção de metas a serem atingidas.
  • Anteprojeto e geração de alternativas: Nessa fase do projeto são geradas as possibilidades de solução dos problemas. Esse processo pode ser feito através de técnicas para facilitar a produção de ideias como o Brainstorming[1]Devem ser apresentados esboços do projeto que venham a auxiliar nas tomadas de decisões para uma definição de detalhes técnicos e formais do produto. “Cada projeto passa inexoravelmente por uma fase de desenho” (BONSIEPE, 1983).
  • Avaliação, decisão e escolha: Nesta etapa do projeto, as propostas definidas até o momento devem ser questionadas, avaliadas e caso seja necessário, deve ser feito um redesenho das propostas sugeridas. Devem ser escolhidos e definidos os materiais e processos.
  • Apresentação do Projeto: Bonsiepe faz uma apresentação detalhada do projeto, onde nela deve conter:
  • Desenhos técnicos com vistas e cortes;
  • Desenhos em perspectiva;
  • Detalhamento de uniões, encaixes e demais alternativas de encontros de peças;
  • Detalhamento das estruturas;
  • Renderigns[2];
  • Demais variantes pertinentes ao projeto.

O autor ainda sugere que se realize um modelo volumétrico do projeto para uma análise final da solução, para determinar se esta contempla todos os requisitos pré-determinados.

Bonsiepe desenvolveu seus métodos de desenvolvimento de produtos de forma a aperfeiçoar o desempenho profissional, descrevendo técnicas e processos de criação de produto a fim de resolver problemas existentes.

Referências Bibliográficas:

BONSIEPE, G. A Tecnologia da Tecnologia. São Paulo: Ed. Blücher, 1983.

______. Metodologia Experimental: Desenho Industrial. Brasília: CNPq / Coordenação Editorial, 1984.

______. Um Experimento em Projeto de Produto: Desenho Industrial. Brasília: CNPq/Coordenação Editorial, 1983.

[1] Brainstorming: do inglês: tempestade de idéias.

[2] Rendering: Processo de criação de uma imagem a partir de um modelo através de meios computacionais (AGUIAR, 2010).

Desing

 

O primeiro fator importante que é preciso se ter em mente é não confundir diagrama de processos, mapa de processos e modelagem de processos.

Por isso, gostaria de compartilhar essas informações, que estão no blog da Venki, e que pode ajudar muitas Empresas, Estudantes e Consultores nos problemas do dia a dia de trabalho.

Cada um destes elementos tem funções e trata informações diferentes. Podemos até dizer que envolvem uma gradação na profundidade dessas informações, que poderíamos resumir assim:

Diagrama de processos: Uma representação mais simples dos fluxos do processo, contendo apenas as atividades principais.

Aprenda os 6 passos simples para um diagrama de processos de negócios.

  • Mapa de processos: Enquanto o diagrama se restringe a informações sobre o fluxo e suas atividades, o mapa de processos é mais abrangente, incluindo também seus atores, os eventos, as regras e os resultados, entre outros, que detalharemos mais adiante.
  • Modelo de processos: o patamar mais avançado desta lista deve cobrir todo o processo, de forma completa, incluindo as informações sobre o negócio, as informações operacionais, as informações específicas do processo e as informações técnicas.
  • Mapeamento de processos: como fazer um mapa completo:

Como vimos, um dos objetivos do Mapeamento de Processos é dar uma base para que se possa evoluir ainda mais na coleta e aprofundamento das informações e se consiga produzir um bom modelo de processos.

Para isso, não há como fazer mapeamento de processos sem indicar algumas informações básicas, porém muito importantes:

  • Entradas do processo.
  • Saídas do processo.
  • Papel do sistema que dá apoio a cada atividade.
  • Descrição pormenorizada dos procedimentos referentes a cada atividade.
  • Função dos agentes do processo.

Neste contexto, é importante que fiquem bem claros os seguintes conceitos:

  • Entradas: também chamadas de inputs, são os produtos necessários para que uma atividade se realize. Por exemplo: um e-mail com o pedido de um cliente ou um formulário com dados de informações e especificações de determinada peça a ser produzida.
  • Saídas: também chamadas de outputs, são os produtos gerados em cada atividade e que serão entregues para que a próxima atividade possa ser realizada. Por exemplo: um e-mail confirmando ao cliente que seu pedido está em processamento ou outro e-mail solicitando a compra de determinados insumos pelo departamento de compras.

É importante notar que cada tarefa, na maioria dos casos, não corresponde a um processo completo, mas são atividades que compõem o processo como um todo. Assim, apenas quando as atividades são ordenadas em uma sequência é que se forma um fluxo que retrata o processo, o que podemos chamar de mapa do processo se tiver todas as informações que comentamos acima.

Mapeamento de Processos: como fazer a Coleta de Dados

Uma das tarefas mais importantes ao se criar o mapa é colher as informações necessárias. E não há como fazer mapeamento de processos sem o auxílio dos profissionais diretamente envolvidos nele, principalmente aqueles mais experientes.

Com esse objetivo, 4 são as técnicas mais usadas:

  • Reuniões com os envolvidos no processo: Se bem conduzidas, podem ser rápidas, objetivas e já alinharem opiniões e expectativas entre os participantes. Faça mais de uma!
  • Observação direta: Simplesmente observar os processos ocorrendo e anotar tudo que for importante.
  • Entrevistas pessoais: Entreviste agentes do processo que possam dar informações relevantes.
  • Questionários: Distribua formulários com questões pertinentes para conseguir mais informações de outros integrantes do processo de forma mais abrangentes e rápida.

Como fazer Mapeamento de Processos Lean

A abordagem de Mapeamento de Processos Lean tem seu foco no tempo. Na verdade, em diminuir o tempo que transcorre entre as atividades. Para isso, são analisados e tentam-se eliminar 7 tipos de desperdícios muito comuns em alguns processos:

  • Defeitos: se os produtos forem produzidos sem defeitos, não terão que ser reparados ou mesmo refeitos, diminuindo-se a perda de tempo.
  • Talentos desperdiçados: as pessoas que trabalham diretamente com os processos, muitas vezes tem excelentes ideias de ganho de tempo e eficiência. É preciso usar esse talento sempre!
  • Espera: um tradicional fator de perda de tempo, ter que esperar que a tarefa anterior termine para iniciar a próxima, mesmo já tendo terminado o que deveria ter sido feito em sua tarefa. É um dos desperdícios que o mapeamento de processos Lean tenta encontrar e solucionar.
  • Transporte: diminuir ao máximo as distâncias transportadas (e o tempo!), principalmente nas etapas internas dos processos. Isso se faz remodelando layouts de instalações e os locais de estocagem e entrega, por exemplo.
  • Movimento: na mesma linha, outro fator bastante abordado em um mapeamento de processos Lean é a realização de um estudo ergonômico e de deslocamento, para que tudo esteja à mão dos operadores.
  • Inventário: Saber exatamente a quantidade necessária das entradas e saídas, evitando excesso de estoques ou espaços ociosos em armazéns. Muitas vezes o que falta é informação atualizada…
  • Processamento extra: é comum, depois de um mapeamento Lean, se perceber que algumas tarefas eram desnecessárias. Por exemplo: fotografar cada pessoa que entra em um prédio comercial durante o processo de entrada na portaria, quando, muitas vezes, essas pessoas já estão cadastradas no sistema e tem fotos recentes.

Como você viu, o Mapeamento de Processos Lean tem o objetivo de diminuir o ciclo de tempo em cada processo, permitindo mais produtividade, produzindo-se mais em um tempo menor!

Mapeamento

vilson

O vídeo motivacional “Esforço” do Filósofo Leandro Karnal (2016), diz que “Para crescer profissionalmente eu tenho que saber que isto o esforço é a coisa mais importante de qualquer estratégia, não existe possibilidade de vitória sem esforço, e eu passei a entender que, dar um jeito é o nome que os preguiçosos e vagabundos dão ao Esforço alheio, e que sorte é a classificação que todo vagabundo diz daquilo que alguém fez por Esforço”.

A palavra “ Esforço” no Dicionário Aurélio possui dois significados, um é: “Ação enérgica do corpo ou do espírito; coragem; diligência; zelo; ânimo; vigor” e o outro é “Sem esforço:  com facilidade, sem custo”.

Conforme o Escritor Florêncio Antônio Lopes (2012), “A minha vida sempre foi uma grande luta que não acaba. Na minha caminhada, só tem obstáculos e intransponíveis”.

Tudo vem da educação das pessoas, pois todos temos que conviver com as diversidades, nossas diferenças de pensamentos, de reação e ação perante situações, muitas vezes conflitantes em nosso trabalho. Elas passam, então, a lamentar as dificuldades diárias, só que essas lamúrias vão ficando registradas em sua consciência e, como consequência, acabam tendo mais lembranças de dor e de sofrimento.

É muito comum acontecer isso, essas pessoas têm dias maravilhosos e com grandes expectativas profissionais, mas as dores da derrota fazem se esquecer dos momentos felizes e quando se lembram deles ficam furiosas e é natural que os seres humanos realizam a combinação do prazer das conquistas e da dor, ao mesmo tempo, porém apenas um acaba predominando.

A vida nos mostra que a todo momento temos grandes oportunidades profissionais e nem sempre sabemos aproveitá-las, aliás aqueles que aproveitam, conquistam horas maravilhosas, e realmente se deliciam e obtém prazer nas suas realizações.

O “esforço” então, é a demonstração pura da “ação”, ou seja, o que estamos fazendo para conquistarmos aquilo que muitas vezes acreditamos ser impossível.

Por isso esforce-se, tenha foco, vá ao encontro daquilo que você acredita ser o melhor para a sua vida.

Não existe acaso, existe persistência, vontade, criatividade e muita responsabilidade.

Não existe sorte, o que muitos profissionais têm demonstrado, é a capacidade que tiveram em ter calma, bom ânimo e a vontade de não desistir, e sim persistir até encontrar àquilo que realmente lhes fizessem felizes e realizados como pessoas e profissionais.

O medo é a arma poderosa do inimigo para fazer com que você desista, ela transforma um guerreiro em um mero covarde que passa a reclamar da vida, como se todos ao seu redor tivessem culpa de seus “fracassos”.

O esforço é calmo, tranquilo e traz paz, tudo que faz é por vontade própria, sem medo de errar para que você viva com alegria e tenha um convívio bom com você próprio e com os outros.

Quando você se esforça, faz tudo com prazer de servir e trazer resultados positivos, demonstrando através de seu empenho, a sua trajetória de Sucesso.

Desejo à todos muito Esforço e Sucesso em 2017!

sucesso

vilson

Em 1933, regulamentou-se no Brasil a profissão de Engenheiro, e em virtude desse fato, instituiu-se a celebração do dia desses profissionais, os nossos Engenheiros.

Esses profissionais estudam conceitos, tendências, produtos, tecnologia e tudo o que possa colaborar para o desenvolvimento dos setores fundamentais de nossa sociedade.

A Engenharia é “música petrificada”. São esses profissionais que elaboram planos e projetos, definindo materiais, acabamentos, técnicas e metodologias desenvolvidas na construção. São eles que executam obras e serviços, prestando serviços de consultoria, e ainda fiscalizam.

Há pouco tempo éramos uma sociedade de charretes, paralelepípedos e saudades, hoje somos um país moderno, com obras em nossa Engenharia que mesclam ousadia, criatividade e está plenamente atenta para os atuais desafios de nosso mundo: a sustentabilidade e a acessibilidade.

Desenvolver, criar, mas acima de tudo servir ao cliente, e respeitar as necessidades de não somente manter, mas contribuir para a restauração de nosso mundo, podendo preservá-lo para nossas futuras gerações.

Realizando sonhos, construindo arte, desenvolvendo novas tecnologias, máquinas e produtos que fazem um mundo melhor para nós e nossos filhos.

Essa é a missão do engenheiro, e no seu dia, nossas homenagens, e a certeza de que cada vez mais, seremos reconhecidos internacionalmente pela Qualidade e Capacidade dos nossos Profissionais.

A todos os Engenheiros, o tributo sincero de todos nós!

Dia Engenheiro 2016

vilson

Um Inspetor de Controle de Qualidade é responsável por garantir os mais altos padrões de excelência na produção e fabricação de bens de consumo. Conforme Flávia Saad (2012), “Esse profissional é importante para todas as fases do processo de produção: desde a introdução dos primeiros componentes, ingredientes ou elementos até a embalagem do produto final”.

Os Inspetores de CQ examinam cada passo em busca de falhas, defeitos ou manchas.

A função engloba vários tipos de Especialistas em Qualidade. Em alguns setores, é a pessoa que garante que todos os aspectos de um produto sejam livres de defeitos. Essas considerações normalmente incluem força, peso, dimensões, cor e textura. Em outros ambientes, os Inspetores muitas vezes examinam apenas um aspecto de um produto.

Inspetores Mecânicos, por exemplo, trabalham com a premissa de que todas as partes móveis de um objeto manufaturado estão em sincronia, se encaixam bem e estão devidamente lubrificados. Este funcionário também pode monitorar o cumprimento de cargas elétricas, leituras de pressão de gás e níveis líquidos.

O chamado Classificador observa se os produtos estão separados por especificações, tais como cor, tamanho ou de peso. Cada um destes aspectos é avaliado por um Classificador.

Já o Testador de Controle de Qualidade escolhe aleatoriamente itens de lotes em produção para verificar se há falhas ou defeitos. Os envolvidos no controle de peso só estão preocupados com o peso dos materiais de produção ou do produto acabado.

Todas as etapas de produção tradicionalmente envolvem a exigência de algum tipo de Inspetor de Qualidade, que pode ser responsável pelo controle de matérias-primas antes de serem introduzidas na linha de produção. Outro especialista pode ficar na extremidade final do processo de produção para verificar a qualidade do produto antes de atingir o mercado consumidor.

Inspetores com habilidades altamente desenvolvidas em uma área particular também costumam ficar com testes de calibração e de equipamentos.

Uma vez que produtos passam com sucesso no processo, o inspetor normalmente indica que a análise foi concluída por meio de um marcador físico. Estes marcadores são geralmente pequenas notas, selos ou etiquetas, com um número de identificação do funcionário. Esses sistemas de rastreamento permitem que uma indústria identifique a origem do problema e como ele pode ser solucionado.

A carreira de inspeção de Controle de Qualidade normalmente não exige uma formação específica. Muitos Inspetores são treinados na própria função e se especializam conforme surgem oportunidades.

Inspetor de Qualidade