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Médico infectologista alerta para o perigo do ‘Clube do carimbo do HIV, uma ‘moda’ terrível que pode custar sua vida

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Luciano Ribeiro é médico infectologista do grupo Santa Rosa / Foto; Assessoria

Assessoria

Infelizmente como infectologista tenho visto uma prática entre os jovens que merece um alerta. infectados pelo vírus do HIV estão transmitindo propositalmente a doença, principalmente entre os homossexuais masculinos na faixa etária de 18 a 40 anos.

Eles são adeptos da modalidade’ bareback’, na qual gays fazem sexo sem o uso do preservativo, ou furam a camisinha conscientes que são portadores do HIV formando o ‘clube do carimbo’. A febre inconsequente cresceu tanto que criaram blogs e grupos onde eles compartilham técnicas de como fazer o passo a passo para ‘carimbar’ o parceiro(contaminá-lo) e ainda incentivam o sexo sem camisinha.

Os jovens usam além da balada em boates, em festas sigilosas em que acontece a roleta russa, as “conversion parties” em que entre os convidados existem os “bug chasers” (caçadores de vírus) e os gift givers” (presenteadores do vírus), que são os soropositivos dispostos a contaminar propositalmente ou com consentimento. Tudo em busca de uma adrenalina que não passa de uma ilusão. A juventude parece desconhecer os riscos e a gravidade da doença e isso pode voltar a se tornar uma epidemia.

Sabemos que há vários tratamentos com coquetéis de remédios que garantem hoje uma sobrevida para o infectado soropositivo, mas não podemos esquecer que ser contaminado pelo HIV é para a vida inteira. Não tem cura. Portadores do vírus HIV estão morrendo mais de doenças como infarto, diabetes, acidente vascular cerebral e câncer que são efeitos colaterais dos medicamentos.

Aos jovens vão o nosso alerta como profissionais de saúde que o efeito da adrenalina passa e ai vem a realidade com a discriminação, os efeitos colaterais dos medicamentos e em alguns casos, depressão e abandono por parte da própria família ou grupo social.

Os exames de HIV devem ser feitos rotineiramente como fazemos exames de sangue de controle como colesterol e glicose. E também quando se mantém uma relação sexual sem o uso do preservativo.

Não brinquemos com a nossa vida, a desperdiçando por modismos que ela é o bem mais precioso que o ser humano possui.

*Luciano Ribeiro é médico infectologista do grupo Santa Rosa

Montreal

22 COMENTÁRIOS

  1. Galera, não são somente os gay que praticam o ato sexual sem o uso de preservativo, que mania vocês tem de direcionar esse tipo de matéria com os homossexuais? Sou heterossexual e já fiz relação sem preservativo conscientemente. Acho uma gafe muito grande um site desse porte cometer esse tipo de preconceito.

    • Esta matéria esta “direcionada” pois ocorre principalmente entre homossexuais entre 18 e 40 anos e o termo bareback ou barebacking é um termo em inglês utilizado para se referir à prática de sexo anal sem a utilização de um preservativo (Fonte: Wikipédia)!!!!

    • Você é burra ou quer R$ 1,00 Camila? Ele direcionou os homossexuais, pois são os que mais dão sem camisinha, que estão na seca. Esse pelo que percebi, é o grupo que está espalhando o vírus do HIV por ai (homossexuais). Acorda pra vida.

      • Vc é burro ou idiota, Adriano? Acho que vc está um pouco equivocado! Se fosse a maioria só dos homossexuais que “dão” sem camisinha, o mundo não estaria cheio de criança abandonada por mães inconsequentes e irresponsáveis que o fazem! A maioria das PESSOAS “dão” sem camisinha.

    • Não é preconceito, e sim um ALERTA!!! Os homossexuais estão fazendo isso de forma intencional e inconsequente, a matéria apenas está alertando esse grupo!! Nada mais que isso!!!

    • O que ocorre é que a matéria chama a atenção para um grupo específico que é denominado “clube do carimbo”. Não é questão dos homossexuais serem mais promíscuos ou “estarem na seca” como uma criatura acima mencionou. É questão de ler a matéria e estudar mais sobre o assunto.

  2. Não é preconceito são informações colhidas em cima de dados concretos, números registrados. Deixem de pensar q tudo é preconceito, É FATO. Os homossexuais são um grupo de risco tanto qt os heterossexuais de multiplos parceiros q não tem a responsabilidade de se prevenir. ACORDA MEU POVO.

  3. Camila, me perdoe a intromissão, mas se vc observar atentamente, quem faz a declaração sobre o assunto, é o médico infectologista, baseado em estudos e comprovações… Não são afirmações levianas! As pessoas deveriam era ficar atentas para o perigo real da situação e não ficar preocupadas com qualquer suposta ação preconceituosa vinda de quem quer que seja! O perigo é real e isso não é lenda urbana!

  4. Só acho que isso tudo é consequência de um país xexelento onde as leis não tem validade, muito menos eficácia, e a maioria da população não tem cultura alguma. Pra que serve os arts. 130, 131 e 132 da po…do nosso Código Penal? E laiaaaaa.

  5. Só fazendo um acréscimo nos comentários anteriores, o primeiro parágrafo deixa bem claro que trata-se de uma prática entre jovens, infectados, principalmente entre os homossexuais.
    Segue abaixo o 1o. parágrafo:
    Infelizmente como infectologista tenho visto uma prática entre os jovens que merece um alerta. infectados pelo vírus do HIV estão transmitindo propositalmente a doença, principalmente entre os homossexuais masculinos na faixa etária de 18 a 40 anos.

  6. Isso so comprova que independente de ser ou não homossexuais, a irresponsabilidade é muito grande, já que você admite que não fez uso do preservativo, todos corremos riscos porque hoje não se pode confiar em ninguém, se liga.

  7. Gente, foi citado o Homossexual pelo fato de serem o grupo com maior índice de contaminação, e não por preconceito!!!
    Claro que os heterossexuais tem o risco de serem contaminados, porem os índices são bem menores.
    Uma dica, a todo tempo saem artigos cientificos destinados a esse tema, procure se informar e se atualizar, pois informação e conhecimento nunca é demais 😉

  8. Homesexuais é grupo de risco…heterossexuais é grupo de risco sim…e casais também, conheço casos de casais do qual o parceiro trasmitiu para a parceira devido ter sido infectados em relações de infidelidade, e não é só um caso, é preconceito com Homesexuais sim, sempre que a essas matérias eles são citado como o maior grupo de risco, sendo que o grupo que mais se preocupa em se proteger em suas relações, e heteros usam por se preocupar com gravides idesejadas apenas, isso quando usam, talvez no passado as pesquisas mostravam que homossexuais eram o grupo de risco…mas isso não é mais realidade absoluta. Eu ja fui doar sangue e não pode doar pelo fato apenas de ser homossexual e ser do “grupo de risco” sem ao menos fazer exames, e ninguém mais é do grupo de risco. Todos podem doar, menos homossexuais que teve relações no prazo de 12 meses. Isso não é preconceito?

  9. Francamente, logo após ler uma notícia de extrema valia, com base em estudos de cientistas compromissados. Tenho que ferir meus olhos lendo logo abaixo um comentário tão sem noção, sem fundamento, sem propósito, um comentário que foge ao tema e termina com um exemplo claro do que o artigo prega o tempo todo “Use camisinha”. Interpretação de texto nota 0.

  10. Convivi com minha finada sogra que era portadora do vírus HIV. É muito sério e grave, porque depois que ela pegou o vírus, ela teve diabetes e teve que amputar parte do pé duas vezes, posteriormente ela teve AVC e foram sete meses de sofrimento até a sua morte. Se esses jovens soubessem o quanto estão enganados, o quanto isso é ruim, porque mesmo com tanta tecnologia, pessoas sofrem e penam mesmo, assim como a minha sogra sofreuuuuu muito antes de morrer!!!! Se cuidem, independente de sua sexualidade!!!!!

  11. Galera não vamos baixar o nível da conversa. Um chamar o outro de burro. Por favor. A reportagem foi realmente um estudo que o colega fez e neste foi em cima dos homossexuais.

  12. Acredito que todos tem que tomar cuidado porque no meio tem muitos que são bissexuais,muitas vezez até casados e com filhos. A sociedade inteira tem que ter atitudes conscientes e responsavel, e orientar os nossos filhos em relação a isso. Muitos não viram a cara da aids nos anos 80 e muitos não existem mais para contat como foi.

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