Acusada de ajudar a planejar morte de prefeito falsificou documentos para conseguir...
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Acusada de ajudar a planejar morte de prefeito falsificou documentos para conseguir diploma, diz MP

Fonte: G1
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Yana Alvarenga está presa desde dezembro de 2017 (Foto: Divulgação)

A cusada de ajudar a planejar a morte do prefeito de Colniza, a 1.065 km de Cuiabá, Esvandir Antonio Mendes, a jovem Yana Fois Coelho Alvarenga, de 35 anos, foi denunciada pelo Ministério Público Estadual (MPE) por exercício ilegal da medicina. Segundo o órgão, ela falsificou documentos para conseguir o diploma.

Yana já havia sido denunciada por uso de documento falso, falsidade ideológica e crime continuado pelos documentos falsos usados para comprovar a especialidade em pediatria.

Ela está presa desde o dia 24 de dezembro na Penitenciária Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.

Yana fraudou documentos ao pedir transferência de uma universidade no Tocantins para outra instituição no Rio de Janeiro.

De acordo com o MP, ele ingressou no curso em 2003 no Tocantins e, dois anos depois, deixou o curso. Posteriormente, no entanto, iniciou o curso no Rio de Janeiro e solicitou a transferência da primeira universidade.

Documento original contesta as informações adulteradas apresentadas por Yana (Foto: TVCA/Reprodução)

Uma declaração usado no trâmite, no entanto, “foi grosseiramente falsificada tanto o conteúdo quanto a assinatura e, que nenhuma informação nela pode ser considerada verdade”.

Um documento que comprova a fraude alega que o status escolar de Yana era de desistente e que ela teve alto indíce de reprovação nas disciplinas cursadas.

Mesmo com o diploma falso, Yana foi contratada pela prefeitura de Colniza a atuava no Hospital Municipal André Maggi. De acordo com a denúncia do MP, ela estava trabalhando no dia em que o Esvandir foi morto.

A acusada a é mulher do empresáro Antônio Pereira Rodrigues, apontado como mandante do homicídio. Yana, o marido e mais dois foram denunciados por participação no crime.

Fim do contrato

Recentemente, o MP pediu o rompimento do contrato de Yana com a prefeitura.

No pedido, o órgão alega que antes de ser assassinado, Esvandir havia informado, de maneira informal, que não renovaria o contrato com a médica e que convocaria aprovados em concurso. Yana não era concursada e prestava serviços para a prefeitura.