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“A UFR vai contribuir muito com o desenvolvimento social da região Sudeste de Mato Grosso”, afirma vereador Silvio Negri

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Foto: Assessoria.

O vereador Professor Silvio Negri (PCdoB) esteve nesta terça-feira (27), em Brasília, acompanhando a votação do projeto que torna autônomo o campus local da UFMT. A criação da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) foi aprovada na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) e também no Senado Federal, em regime de urgência, e segue agora para sanção presidencial.

De acordo com o vereador, que também é professor efetivo da instituição, o próximo passo é a sanção pelo presidente da República e, a partir de então, começa todo processo de transição da Universidade Federal de Mato Grosso para Universidade Federal de Rondonópolis. “A UFR terá uma nova estrutura econômica e administrativa com reitoria, pró-reitorias e secretarias acadêmicas. Esse processo de transição deve durar em torno de três anos, e neste período seremos tutoreados por uma outra universidade que vai indicar um reitor”, explica.

Na capital Federal, durante a Sessão da Comissão de Educação, Cultura e Esporte que na ocasião apreciava o projeto, Silvio defendeu que a emancipação do campus vai contribuir com o desenvolvimento econômico e social de Rondonópolis e região. Para o legislador, a aprovação é uma vitória de todo o campus da UFMT de Rondonópolis, incluindo professores, alunos e técnicos, do Município e da sociedade civil organizada, que juntos lutaram pela criação da UFR.

“A expectativa é a melhor possível, pois teremos orçamento próprio e autonomia universitária para definir novos cursos e planejar pesquisas e extensão. A UFR vai contribuir muito com o desenvolvimento social da região Sudeste de Mato Grosso, pois possivelmente terá o segundo maior orçamento de toda região, tornando Rondonópolis um importante polo de desenvolvimento educacional”, enfatiza Silvio Negri.

A luta que vem de décadas

O projeto de implantação da Universidade Federal de Rondonópolis foi formado após a união da classe acadêmica, composta por alunos, professores e técnicos, que lutavam pela emancipação do campus da UFMT de Rondonópolis desde a década de 90, com a classe política e sociedade civil organizada.

O processo teve avanço significativo durante o governo Dilma, que assinou o projeto de criação da universidade dias antes de sua deposição do cargo de presidente.

Naquele momento, o Ministério da Educação (MEC) planejava um ciclo de expansão das Universidades Federais, incentivando a continuidade da interiorização da educação superior pública, envolvendo também os Institutos Federais e seus respectivos campi.