A exemplo de Taques, só que mais cedo, Pátio escolhe infraestrutura
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A exemplo de Taques, só que mais cedo, Pátio escolhe infraestrutura

Fonte: Da Redação
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O prefeito de Rondonópolis, Zé Carlos do Pátio (SD), assim como seu amigo e governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), não vive mil maravilhas com o peso da responsabilidade da chefia do executivo nas costas. Ao passo que o segundo tem o estado de Mato Grosso como o grande “abacaxi” de sua carreira política para solucionar, o primeiro tem a maior cidade do interior e talvez o povo mais exigente de todo território mato-grossense para encarar. Embora Zé tenha menos de um ano de gestão e o tucano já caminhe para o fim do seu terceiro, é possível traçar alguns paralelos entre ambos e notar uma escolha em comum: a priorização da infraestrutura.

Coincidentemente, enquanto Pátio sofreu alguns desgastes com a saúde, como um recente escândalo sobre a estrutura do Hospital da Criança, o popular “peazinho”, bem como outros problemas pontuais, o governador vive com o mesmo setor uma das maiores crises nacionais em se tratando de unidades regionais de atendimento. A cada dia, algum hospital pólo em atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) anuncia fechamento ou, no mínimo, ameaça fechar.

A relação com os servidores e seus respectivos salários também não é nada harmônica. No entanto, pacotes de investimento em pontes, asfalto para rodovias estaduais e a tão sonhada finalização do VLT cuiabano avançam em outro ritmo.

Se Taques vê na deliberação de emendas de custeio da bancada federal o oxigênio necessário para respirar aliviado em fim de mandato, no que tange a saúde, o prefeito de Rondonópolis, ao que parece, terá uma segunda etapa de mandato, ou seja, seu terceiro e quarto ano, bem mais tranquila. Enquanto aguarda mais de R$ 80 milhões em investimentos já confirmados em deliberação coletiva de toda bancada federal; para 2018, a serem investidos em infraestrutura de bairros, Pátio também já recebeu as boas notícias de emendas individuais, como as do senador, José Medeiros (Pode-MT), e do deputado federal, Adílton Sachetti (sem partido), para encorpar com outros milhões ainda mais os recursos para diminuir as ruas de chão de terra na cidade.

O prefeito tem ido mais a Brasília, tem esperado menos e botado “o carro mais na rua” e em outro nível de investimento, já que não dá para comparar a qualidade do serviço feito atualmente, por exemplo, no centro da cidade, com a famigerada “lama asfáltica” que Pátio deliberou da outra vez que esteve na Prefeitura.

Ao que parece, as “pancadas” levadas no primeiro mandato (2009 a 2012) fizeram Pátio tender a necessidade de agir, o que fica provado até mesmo com os R$ 8 milhões em recursos próprios já em execução para recapear 17 quilômetros do centro da cidade. Já Taques, em seu primeiro mandato como dono da caneta, talvez tenha escolhido a prudência e a reflexão para tomar decisões, o que fez diminuir seu percentual de erros, mas, consecutivamente, o de acertos.

Operação de recapeamento da região central já está em execução em Rondonópolis