A bola aérea é o “calcanhar de Aquiles” do São Paulo, diz...
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A bola aérea é o “calcanhar de Aquiles” do São Paulo, diz Vitor Birner

Fonte: SporTV.com
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Na primeira partida da quarta fase da Copa do Brasil, o São Paulo sofreu dois gols de bola aérea diante do Cruzeiro, o que complicou sua situação na competição. Para  jornalista Vitor Birner, no “Seleção SporTV”, esse é o grande ponto fraco do tricolor paulista. Para ele, não adianta o time atuar de forma ofensiva e não se preocupar com esta questão.

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– Com três, quatro meses é difícil organizar o time com as propostas do Rogério, que são mais ousadas e expõe mais o time. O Rogério fala muito de números, justifica algumas coisas e tem razão na maioria. Ontem teve mais posse de bola, apesar do amplo controle do Cruzeiro, porque tinha duas propostas e vimos qual que prevaleceu. O São Paulo pouco criativo e essa bola parada, não só ela, mas os cruzamentos são o calcanhar de Aquiles do time desde o início da temporada. Já falamos que marcação de bola parada é o básico para o time caminhar, porque mesmo que tenha um sistema de criação muito forte, consiga encantar, se começar a tomar gol em qualquer cruzamento, você vai desmoronar tudo. O São Paulo é vulnerável nesse lance.  O trabalho do Rogério que, por enquanto, é promissor tem alguns pontos muito falhos.  

O jornalista André Sanches, da “Rádio Globo/CBN” não gostou de nada que viu do São Paulo contra o time mineiro. De acordo com ele, a equipe não produziu e fez um alerta ao trabalho de Rogério Ceni, que considera promissor, até o momento.

– Cruzeiro bloqueou muito bem os lados, marcou bem o Luiz Araújo e o Wellington Nem. O São Paulo, com isso, precisava criar algum tipo de alternativa e não conseguiu. O grande exemplo foi aquela única infiltração do Jucilei, que deu um passe para o Luiz Araújo. É muito pouco para o conceito e proposta do Rogério Ceni. O São Paulo cruzou 23 bolas na área, errou 26 lançamentos e tentou uma única vez inverter o jogo e errou. O São Paulo podia ter tentado mais e o jogo pro Cruzeiro ficou confortável. Acho preocupante ver uma declaração do Rogério, que tem ideias modernas, resumir o jogo em duas falhas áreas. Ele vai enfrentar mais adversários que com essa capacidade de bloquear o que o time tem de melhor.     

Com este panorama, o Tricolor terá que vencer por três gols de vantagem ou dois, desde que seja 3 a 1, 4 a 2, e assim por diante. Se o placar for o mesmo do Morumbi, a vaga será decidida nos pênaltis. Já a equipe mineira poderá até perder por um gol de diferença no Mineirão, na próxima quarta-feira, para avançar na competição. Para se classificar,